A partir de novembro de 2026, o câmbio com ativos virtuais no Brasil passará a seguir novas regras. Por isso escrevemos um relatório de análise de mercado sobre a nova regulação de VASPs no Brasil, o papel das stablecoins de dólar no câmbio cross-border e o que cada tipo de operador precisa entender.

As Resoluções 519, 520 e 521 já redesenham quem pode operar câmbio com ativos virtuais no Brasil, com novas exigências de licença, capital, compliance e custódia. A partir de novembro, VASPs não autorizadas saem do jogo.
O maior risco hoje não é a regra em si. É operar sobre a leitura errada dela.
O corte de novembro para VASPs não autorizadas, e o que ele significa na prática.
O que as novas resoluções passam a exigir de quem opera.
É a concorrente silenciosa: a maior parte do mercado ainda decide com base em resumo de terceiros, não na norma (519/520/521) na fonte.
O que as normativas do Banco Central dizem: o que muda para quem já opera ou quer operar câmbio.
Como o câmbio digital funciona: liquidação no mesmo dia, sem Swift, FIAT nas duas pontas. Onde as stablecoins de dólar (USDC) já movem fluxo.
A mesma regra pesa diferente para cada player do mercado.
Donos e diretores de corretoras, CFOs, diretores de operações e times de compliance. Quem precisa de análise de mercado com dados verificáveis para a auxiliar a tomada de decisão.
Se você opera câmbio e ainda está montando sua leitura da nova regulação, este relatório foi feito para você.
A Bloquo opera câmbio digital B2B com liquidação no mesmo dia e infraestrutura de VASP-as-a-Service, incluindo pares que a rota tradicional não alcança. Este é o primeiro de uma série mensal de relatórios de análise de mercado que a Bloquo publica para acompanhar de perto a evolução do câmbio digital no Brasil.