Atuação em regime de transição regulatória, com adequação ao marco aplicável às Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV), nos termos da Lei nº 14.478/2022 e do art. 88, I, da Resolução BCB nº 520/2025

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Liquidez em stablecoins.

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Research Report #1 · 2026

A contagem regressiva para o novo mercado de câmbio

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Linha do tempo regulatóriafonte: Research Report #1 · Bloquo
Resoluções BCB 519, 520 e 521 publicadasHoje · setembro de 2026Novembro de 2026 · novas regras em vigor licença, capital, compliance e custódiajanela para se adequar ou operar como parceiroVASPs não autorizadas deixam de operar período de transição regulatória
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A Bloquo é regulada?

A Bloquo atua em regime de transição regulatória, com adequação ao marco aplicável às Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV), nos termos da Lei nº 14.478/2022 e do art. 88, I, da Resolução BCB nº 520/2025.

O que é VASP as a Service?

É a forma de oferecer serviços com stablecoins aos seus clientes sob a licença da Bloquo, com KYC/KYB, contas e carteiras já integrados.

Com quais moedas e stablecoins a Bloquo opera?

USDC e USDT contra moeda local, com câmbio em mais de 30 moedas e pagamentos para mais de 100 países.

Como integrar a Bloquo à minha operação?

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O que muda com as novas regras do Banco Central?

As Resoluções BCB 519, 520 e 521 definem os requisitos para quem presta serviços de ativos virtuais, com novas regras em vigor a partir de novembro de 2026. O Research Report #1 da Bloquo detalha o calendário e o que cada instituição precisa fazer.

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O que estamos construindo, pensando e aprendendo.

Anúncios, atualizações de produto, leituras regulatórias e a visão dos fundadores, do time que constrói infraestrutura institucional em stablecoins para o comércio global.

Visão dos fundadores18 abr 20267 min de leitura

Não existe comércio sem crédito

Os pagamentos internacionais eram o problema fácil. O difícil, e o que de fato define se as stablecoins vão transformar o comércio global, é o crédito.

Carlos Russo
Mercado e regulação12 abr 20268 min de leitura

O que o MiCA significa para pagamentos com stablecoins na Europa

Uma leitura prática das implicações do MiCA para VASPs, PSPs e usuários institucionais de stablecoins, com foco no que os operadores devem fazer agora.

Equipe Bloquo
Anúncios e notícias28 mar 20263 min de leitura

A Bloquo passa de US$ 2 bi em volume anualizado

Dois anos depois de entrar em operação, a Bloquo movimenta fluxos internacionais de clientes em mais de 100 países e mais de 30 moedas, com Bybit, Conduit e um número crescente de usuários institucionais.

Equipe Bloquo
Visão dos fundadores10 mar 20266 min de leitura

As stablecoins resolveram os pagamentos. A próxima fronteira é câmbio e trade finance

Uma nota sobre o que a última década de infraestrutura em stablecoins fez bem, o que deixou de lado e onde quem constrói para instituições deve focar agora.

Carlos Russo
Atualizações de produto05 mar 20265 min de leitura

A Bloquo agora opera com mais de 30 moedas

Mais moedas, mais liquidez na entrada e saída entre moeda local e stablecoin, e melhorias de roteamento que reduzem a diferença entre o câmbio cotado e o executado.

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Atualizações de produto14 fev 20266 min de leitura

Apresentando a Bloquo Finance

Uma camada de rendimento tokenizada que transforma a liquidez parada em stablecoins em capital produtivo, por meio de vaults de trade finance lastreados em ativos reais.

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Anúncios e notícias28 mar 20263 min de leitura

A Bloquo passa de US$ 2 bi em volume anualizado

B
Equipe BloquoBloquo

Dois anos depois de entrar em operação, a Bloquo superou US$ 2 bilhões em volume anualizado de transações. O marco reflete a demanda institucional crescente por trilhos em stablecoins que de fato liquidam, cumprem as regras e ganham escala.

Principais números

  • US$ 2 bi+ em volume anualizadoAcima dos US$ 500 milhões processados nos primeiros seis meses.
  • 100+ paísesAtendidos em corredores ativos.
  • 30+ moedasCom foco em pares da América Latina, dos EUA e da Ásia.
  • Clientes institucionaisComo Bybit e Conduit, além de provedores de pagamento, importadores, exportadores e operadores de tesouraria.

Por que o crescimento está onde está

Três tipos de fluxo lideram a plataforma:

  1. Pagamentos internacionais de importação e exportaçãoEmpresas que movimentam mercadorias entre regiões e que historicamente perdiam de dois a cinco dias e de 150 a 400 pontos-base por transação.
  2. Folha de pagamento global e pagamento de prestadoresEmpresas que pagam equipes distribuídas, com liquidação previsível e câmbio transparente.
  3. PSPs e empresas de tradingFluxos de alta frequência roteados pela infraestrutura de liquidez.

Por trás dos números

Volume é o placar, não a estratégia.

O foco interno segue em latência de liquidação, spread de câmbio em relação ao mercado e precisão da conciliação: as métricas que permitem aos clientes escalar fluxos, em vez de executar transações pontuais.

O que vem a seguir

O roadmap prioriza os corredores com as maiores lacunas de demanda institucional: mais moedas, entidades licenciadas, mais profundidade na entrada e saída entre moeda local e stablecoin, e integração mais próxima com a Bloquo Finance para gerar rendimento sobre a liquidez parada.

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Guias institucionais para o comércio global.

Guias aprofundados sobre infraestrutura em stablecoins, pagamentos internacionais, risco cambial, frameworks de compliance e trade finance, escritos para times de tesouraria, compliance, produto e pagamentos de instituições que movimentam dinheiro entre países.

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Tema
TesourariaStablecoins12 min de leitura

Como avaliar um emissor de stablecoin: um checklist de due diligence

Escolher em qual stablecoin a sua instituição liquida é uma decisão de crédito, operacional e de reputação. Um framework de sete dimensões, com um exemplo de avaliação de USDC, USDT e BRZ.

abr 2026Ler guia
TesourariaInternacional13 min de leitura

A economia real de um corredor internacional

O seu CFO quer o número, não a narrativa. O resultado completo de um corredor BRL-USD com US$ 100 milhões de volume anual, nos trilhos tradicionais e em stablecoin.

abr 2026Ler guia
RiscoTesourariaRisco14 min de leitura

Framework de risco em stablecoins: emissor, perda de paridade, blockchain, smart contract e contraparte

As cinco categorias de risco que uma política institucional de stablecoins precisa cobrir, com incidentes históricos, orientação de calibragem e um roteiro de política.

abr 2026Ler guia
ComplianceCompliance13 min de leitura

Travel Rule na prática: limites, mensageria e os casos que quebram o seu fluxo

A Travel Rule é a exigência de compliance que a maioria dos times subestima. Diferenças entre jurisdições, protocolos de mensageria, carteiras não custodiadas e os padrões operacionais que funcionam.

abr 2026Ler guia
ComplianceRegulação14 min de leitura

O cenário de licenças VASP em 2026: Brasil, EUA, UE, Hong Kong, Emirados Árabes e Singapura

Obter uma licença VASP não é uma decisão única. Escopo, custo e prazo por jurisdição, e os caminhos estratégicos que as instituições de fato usam.

abr 2026Ler guia
PagamentosCâmbio e liquidez12 min de leitura

Qualidade de execução no câmbio: como comparar o spread do seu provedor

Spread cotado é marketing. Spread executado é o número real. Uma metodologia de análise de custo de transação para o câmbio na era das stablecoins, com referências realistas por corredor.

abr 2026Ler guia
PagamentosInfraestrutura12 min de leitura

Orquestração de trilhos: como escolher entre SWIFT, PIX, SEPA, SPEI ou stablecoin a cada pagamento

O melhor pagamento não é o mais rápido, é o que usa o trilho certo para cada fluxo. Uma árvore de decisão e os modelos híbridos usados por times de pagamentos modernos.

abr 2026Ler guia
ProdutoInfraestrutura13 min de leitura

Como estruturar uma operação de VASP com VASP as a Service

Para bancos, PSPs e fintechs regulados que querem oferecer serviços com stablecoins sob a sua licença: a arquitetura de referência e o roteiro de entrada em operação.

abr 2026Ler guia
ProdutoCâmbio e liquidez12 min de leitura

Captação de liquidez on-chain: como agregar market makers, bancos e pools on-chain

Câmbio competitivo em escala depende de quão bem a liquidez é agregada. As três fontes, a lógica de roteamento, o hedge e o que de fato faz corredores com pouca liquidez funcionarem.

abr 2026Ler guia
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TesourariaStablecoins12 min de leitura

Como avaliar um emissor de stablecoin: um checklist de due diligence

Escolher em qual stablecoin a sua instituição liquida não é uma decisão técnica. É uma decisão de crédito, operacional e de reputação, que merece o mesmo rigor que os times de tesouraria aplicam a fundos de money market ou a bancos contrapartes.

B
Guias Bloquoabr 2026

Por que a escolha do emissor importa mais do que a maioria dos times imagina

Para a maioria das empresas, a pergunta padrão é "qual blockchain?", quando a pergunta mais importante é "qual emissor?". Três motivos práticos:

  • O risco de perda de paridade é real. O USDC chegou a ser negociado a US$ 0,88 no fim de semana do Silicon Valley Bank, em março de 2023. O TerraUSD colapsou por completo em 2022. Uma instituição com saldos de oito dígitos no momento errado tem perdas reais de marcação a mercado.
  • Os poderes de bloqueio e congelamento variam. Circle, Tether e a maioria dos emissores centralizados mantêm a capacidade de congelar tokens em endereços específicos. Frequência, critérios e processo mudam de um para outro. É um risco operacional concreto se a sua empresa processa grandes volumes de transações.
  • A postura regulatória define os seus fluxos. Uma entidade voltada aos EUA que liquida numa stablecoin fora do MiCA perde acesso a clientes europeus. Uma entidade voltada à Europa que liquida numa stablecoin fora da lista aprovada pelo Banco Central do Brasil não consegue executar certos fluxos brasileiros.

As sete dimensões da due diligence de um emissor

1. Composição das reservas

O que lastreia a stablecoin e quão líquido é esse lastro? As melhores divulgações detalham as posições em caixa em bancos específicos, operações compromissadas e títulos do Tesouro americano por faixa de vencimento. Os emissores institucionais hoje reportam semanalmente. Qualquer divulgação anual ou vaga merece um olhar mais atento.

O risco de concentração das reservas também importa. Uma stablecoin com a maior parte do caixa num único banco regional americano está estruturalmente mais exposta do que uma diversificada entre instituições sistemicamente importantes.

2. Qualidade do custodiante

Onde as reservas de fato estão. Procure bancos classificados como sistemicamente importantes, corretoras registradas para os títulos do Tesouro e segregação dos ativos dos clientes. BNY Mellon, State Street e custodiantes de primeira linha semelhantes são sinais de maturidade institucional.

3. Regime de atestação

Nem toda verificação tem o mesmo peso. Em ordem de rigor:

  • Auditoria completa (PCAOB ou equivalente). O padrão mais alto. Historicamente raro em stablecoins, mas melhorando.
  • Atestação por uma das Big Four. O padrão dos emissores de primeira linha. Frequência mensal ou semanal é a melhor prática.
  • Atestação por uma firma de médio porte. Aceitável, mas traz menos conforto.
  • Apenas autodeclaração. Não é adequada para uso institucional.

4. Situação regulatória

Quais marcos regulatórios autorizam o emissor e em quais jurisdições o token pode circular legalmente? Em 2026, a aprovação pelo MiCA é a referência para fluxos voltados à União Europeia. O status de trust company pelo NYDFS, em Nova York (o USDC, via subsidiária da Circle), importa para empresas nos EUA. A aprovação do Banco Central define os fluxos brasileiros.

5. Política de resgate e SLA

A paridade se mantém porque o resgate funciona. Perguntas-chave: qual é o valor mínimo de resgate, qual é a tarifa, qual é o prazo de liquidação informado e se o emissor honra os resgates em momentos de estresse. Emissores que restringem ou atrasam resgates durante a volatilidade são um sinal de alerta.

6. Política de bloqueio e congelamento

Entenda os critérios do emissor para congelar endereços, a base legal em que ele age (intimação, OFAC, ordem judicial) e a frequência histórica. A Chainalysis publica dados anuais. Uma instituição que movimenta grandes volumes deve saber, antes do onboarding, com que frequência o emissor congelou recursos e por quais motivos.

7. Transparência on-chain

O contrato é verificado? Os dados de oferta, as atestações e os feeds de prova de reservas são publicados on-chain? O feed de prova de reservas da Circle, por exemplo, é atualizado a cada bloco. Isso permite que os times de risco automatizem o monitoramento em vez de depender de PDFs mensais.

Exemplo de avaliação: USDC, USDT, BRZ

DimensãoUSDC (Circle)USDT (Tether)BRZ
Composição das reservas100% caixa e títulos do Tesouro de curto prazoMix: caixa, títulos do Tesouro, empréstimos com garantia, bitcoin e metais preciososCaixa em reais e títulos públicos brasileiros
CustodiantesBancos americanos de primeira linha, BNY MellonVariados; historicamente opacos, em melhoraCustodiantes brasileiros regulados
AtestaçãoDeloitte, mensalBDO, trimestralMensal, auditada
RegulaçãoNYDFS, MiCA, vários estados dos EUAEl Salvador (Tether Limited), seletivaMarco alinhado ao Banco Central
ResgateDireto com a Circle, condições padrãoDireto com a Tether, mínimo de US$ 100 mil, tarifa de até 1%Direto com o emissor, liquidação em reais
Frequência de congelamentosModerada, motivada pela OFACMais alta, motivada por ações de fiscalizaçãoBaixa, de alcance regional
Transparência on-chainProva de reservas em tempo realPainel mensalMensal

Isto não é um ranking. É um mapa de trade-offs. O USDC tende a ganhar em transparência e regulação. O USDT tende a ganhar em profundidade de liquidez e alcance em mercados emergentes. O BRZ é feito para fluxos em reais. A maioria das instituições sérias trabalha com mais de uma.

Sinais de alerta para escalar

  • Diferenças relevantes entre as reservas declaradas e as atestadas.
  • Troca de custodiante ou de auditor sem explicação.
  • Exposições a partes relacionadas não divulgadas na carteira de reservas.
  • Histórico de resgates restritos ou atrasados durante a volatilidade.
  • Ausência de um contrato de token verificável ou de um processo de congelamento publicado.

Como colocar a avaliação em prática

Trate a avaliação de emissores de stablecoin como qualquer outra avaliação de contraparte. Uma cadência que funciona:

  • Onboarding inicial: avaliação completa nas sete dimensões, aprovada por tesouraria, compliance e risco.
  • Trimestral: atualização de reservas, mudanças regulatórias, congelamentos ou incidentes relevantes.
  • Em tempo real: monitoramento automatizado dos feeds on-chain de prova de reservas e alertas de perda de paridade.
  • Anual: nova avaliação completa e revisão de governança.

Manter exposição a dois ou três emissores, com limites de concentração por emissor ligados à política de tesouraria, é a postura institucional padrão. Exposição a um único emissor é uma fragilidade de governança.

Conclusão

Emissores de stablecoin são contrapartes financeiras. Aplicar um framework estruturado de due diligence, e revisá-lo a cada trimestre, é como os times de tesouraria institucionais transformam a adoção de stablecoins de um experimento tático em uma capacidade operacional duradoura.

Governança de stablecoins para a sua tesouraria

A Bloquo opera com USDC, USDT, BRZ e outras stablecoins institucionais. Nossos times de tesouraria trabalham junto com os seus para construir frameworks de governança que se encaixam na sua política de risco.

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Bloquo Inc. is a Montana corporation registered with the U.S. Financial Crimes Enforcement Network (FinCEN) as a Money Services Business (MSB). Bloquo Inc. is a technology provider that facilitates access to a platform through which certain payment and digital asset services may be made available through licensed third-party service providers. Bloquo Inc. is not a bank and does not directly provide payment, banking, or financial services. Fees, transfer times, transaction limits, and service availability may vary depending on the applicable third-party service provider, payment method, destination, and region.

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  • (d) Acessar ou usar para fins comerciais qualquer parte do Website ou serviços ou materiais disponíveis pelo Website.

Se você imprimir, copiar, modificar, baixar ou de outro modo usar ou permitir a terceiros o acesso a qualquer parte do Website em violação destes ToUs ou dos Termos Adicionais, conforme aplicável, seu direito de usar o Website cessará imediatamente e você deverá, à nossa opção, devolver ou destruir quaisquer cópias dos materiais que tenha feito. Nenhum direito, titularidade ou interesse sobre o Website ou conteúdo nele constante é transferido a você, e todos os direitos não expressamente concedidos ficam reservados à Bloquo. Qualquer uso do Website não expressamente permitido por estes ToUs ou pelos Termos Adicionais constitui violação destes ToUs e pode infringir leis de direitos autorais, marcas e outras.

5. Marcas

O nome Bloquo e todos os nomes, logotipos, nomes de produtos e serviços, designs e slogans relacionados são marcas da Bloquo ou de suas afiliadas ou licenciadores. Você não deve usar tais marcas sem consentimento prévio e por escrito da Bloquo. Todos os demais nomes, logotipos, nomes de produtos e serviços, designs e slogans no Website são marcas de seus respectivos titulares.

6. Confiança nas informações do Website; conteúdo de terceiros

As informações apresentadas no ou por meio do Website são disponibilizadas apenas para fins informativos gerais. Não garantimos a exatidão, integridade ou utilidade dessas informações. Qualquer confiança que você depositar nessas informações é por sua conta e risco. Isentamo-nos de toda responsabilidade decorrente de qualquer confiança depositada em tais materiais por você ou por qualquer outro visitante do Website, ou por quem venha a tomar conhecimento de seu conteúdo.

O Website pode conter links para websites ou aplicativos controlados por partes distintas da Bloquo ("Conteúdo de Terceiros"). A Bloquo não se responsabiliza por e não endossa nem aceita responsabilidade pela disponibilidade, conteúdo, produtos, serviços ou uso de qualquer Conteúdo de Terceiros, por qualquer website ou aplicativo acessado a partir de Conteúdo de Terceiros, ou por alterações ou atualizações nesses websites ou aplicativos. A Bloquo não oferece garantias sobre o conteúdo ou a qualidade dos produtos ou serviços fornecidos por tais websites ou aplicativos. Os links são apenas para conveniência e sua inclusão não implica endosso pela Bloquo do Conteúdo de Terceiros. A Bloquo não é responsável perante você ou terceiros pelo conteúdo ou pela exatidão de qualquer Conteúdo de Terceiros. Qualquer confiança em tais informações é por sua conta e risco.

7. Outros termos e condições

Conforme antecipado, determinadas partes, serviços ou recursos acessíveis por ou em conexão com o Website podem estar sujeitos a Termos Adicionais.

Tais Termos Adicionais são incorporados por referência e aplicam-se em conjunto com estes ToUs às partes, serviços ou recursos a que digam respeito. Em caso de conflito entre estes ToUs e os Termos Adicionais aplicáveis, prevalecerão os Termos Adicionais em relação à parte, serviço ou recurso relevante.

8. Política de Privacidade

Todas as informações que coletamos no Website estão sujeitas à Política de Privacidade. Ao usar o Website, você consente com todas as medidas adotadas por nós em relação às suas informações em conformidade com a Política de Privacidade.

9. Restrições geográficas

O titular do Website tem sede no Estado de Montana, nos EUA. O acesso ao Website pode não ser lícito para determinadas pessoas ou em determinados países. Se você acessar o Website de fora dos EUA, o faz por sua iniciativa e é responsável pelo cumprimento das leis locais.

10. Isenção de garantias

Você compreende que não podemos nem garantimos que arquivos disponíveis para download na internet ou no Website estarão livres de vírus ou outro código destrutivo. Você é responsável por implementar procedimentos e controles adequados aos seus requisitos de proteção antivírus e de exatidão de entrada e saída de dados, e por manter meios externos ao Website para reconstrução de dados perdidos.

Na máxima extensão permitida por lei, não seremos responsáveis por qualquer perda ou dano causado por ataque de negação de serviço distribuído, vírus ou outro material tecnologicamente nocivo que possa infectar seu equipamento, programas, dados ou outros materiais proprietários em decorrência do seu uso do Website ou de serviços ou itens obtidos pelo Website, ou do download de qualquer material nele publicado ou em website por ele linkado.

O uso do Website, de seu conteúdo e de quaisquer serviços ou itens obtidos pelo Website é por sua conta e risco. O Website, seu conteúdo e tais serviços ou itens são fornecidos "NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRAM" e "CONFORME DISPONÍVEIS", sem garantias de qualquer tipo, expressas ou implícitas. Nem a Bloquo nem qualquer pessoa a ela associada presta garantia ou declaração quanto à integridade, segurança, confiabilidade, qualidade, precisão ou disponibilidade do Website. Sem limitar o anterior, nem a Bloquo nem qualquer pessoa a ela associada declara ou garante que o Website, seu conteúdo ou serviços ou itens obtidos pelo Website serão precisos, confiáveis, livres de erros ou ininterruptos, que defeitos serão corrigidos, que o Website ou o servidor que o disponibiliza estão livres de vírus ou componentes nocivos, ou que o Website ou tais serviços ou itens atenderão às suas necessidades ou expectativas.

Na máxima extensão permitida por lei, a Bloquo exonera-se de todas as garantias de qualquer tipo, expressas ou implícitas, legais ou de outra natureza, incluindo, sem limitação, garantias de comercialização, não violação e adequação a uma finalidade específica.

O anterior não afeta garantias que não possam ser excluídas ou limitadas sob a lei aplicável.

11. Limitação de responsabilidade

Na máxima extensão permitida por lei, em nenhuma hipótese a Bloquo, suas afiliadas, ou seus licenciadores, prestadores de serviços, empregados, agentes, acionistas, membros, gestores, diretores ou administradores serão responsáveis por danos de qualquer natureza, sob qualquer teoria jurídica, decorrentes de ou relacionados ao seu uso ou incapacidade de usar o Website, websites por ele linkados, conteúdo no Website ou nesses outros websites, incluindo danos diretos, indiretos, especiais, incidentais, consequenciais ou punitivos, incluindo, sem limitação, danos pessoais, dor e sofrimento, angústia emocional, perda de receita, lucros cessantes, perda de negócios ou economia esperada, perda de uso, perda de reputação, perda de dados, tenham ou não origem em ato ilícito (incluindo negligência), violação contratual ou outra, ainda que previsíveis.

O anterior não afeta responsabilidades que não possam ser excluídas ou limitadas sob a lei aplicável.

12. Indenização

Você concorda em defender, indenizar e isentar a Bloquo, suas afiliadas, e respectivos executivos, diretores, empregados, gestores, membros, acionistas, agentes, sucessores e cessionários de e contra todas e quaisquer reclamações, danos, obrigações, perdas, passivos, deficiências, ações, julgamentos, acordos, juros, verbas, penalidades, multas, custas ou despesas, de qualquer natureza, incluindo honorários advocatícios, decorrentes de ou relacionados a: (i) sua violação destes ToUs ou seu uso ou uso indevido do Website, incluindo, sem limitação, qualquer uso do conteúdo, serviços e produtos do Website além do expressamente autorizado nestes ToUs, ou seu uso ou uso indevido de informações obtidas do Website; (ii) sua violação de direitos de terceiros, incluindo, sem limitação, direitos de propriedade intelectual ou de privacidade; e (iii) sua violação de leis aplicáveis.

13. Alterações a estes Termos de Uso

Podemos revisar e atualizar estes ToUs periodicamente a nosso exclusivo critério. Todas as alterações produzem efeitos imediatamente após publicação e aplicam-se a todo acesso e uso do Website posterior. O uso continuado do Website após a publicação de ToUs revisados significa que você aceita e concorda com as alterações. Espera-se que você consulte esta página periodicamente para estar ciente de alterações, pois elas vinculam você.

14. Lei aplicável e foro

Todas as questões relacionadas ao Website e a estes ToUs, e quaisquer disputas ou reclamações decorrentes ou relacionadas (em cada caso, incluindo disputas ou reclamações não contratuais), regem-se e serão interpretadas de acordo com as leis internas do Estado de Montana, sem dar efeito a qualquer norma de escolha ou conflito de leis (do Estado de Montana ou de qualquer outra jurisdição).

Qualquer ação judicial ou procedimento decorrente de ou relacionado a estes ToUs ou ao Website deverá ser proposto exclusivamente nos tribunais federais dos EUA ou nos tribunais do Estado de Montana, embora nos reservemos o direito de propor ação por violação destes ToUs em seu país de residência ou em qualquer outro país relevante. Você renuncia a quaisquer objeções à competência desses tribunais e ao foro neles eleito.

15. Arbitragem

A exclusivo critério da Bloquo, poderá ser exigido que disputas decorrentes destes ToUs ou do uso do Website, incluindo quanto à interpretação, violação, nulidade, inadimplemento ou rescisão, sejam submetidas à arbitragem final e vinculante segundo as Regras de Arbitragem da American Arbitration Association, aplicando-se a lei de Montana.

16. Renúncia a julgamento por júri

Cada parte renuncia a qualquer direito a julgamento por júri em conexão com qualquer disputa, ação ou litígio de qualquer forma decorrente de ou relacionado a estes Termos de Uso.

17. Não renúncia

A falta de exercício pela Bloquo de qualquer termo ou condição aqui prevista não constituirá renúncia adicional ou continuada a tal termo ou condição, nem renúncia a qualquer outro termo ou condição, e qualquer omissão da Bloquo em fazer valer um direito ou disposição destes ToUs não constituirá renúncia a tal direito ou disposição.

18. Independência das cláusulas

Se qualquer disposição destes ToUs for considerada inválida, ilegal ou inexequível por tribunal ou órgão competente, por qualquer motivo, tal disposição será eliminada ou limitada na menor extensão necessária para que as demais disposições continuem em pleno vigor e efeito.

19. Acordo integral

Os ToUs e a Política de Privacidade, constituem o único e integral acordo entre você e a Bloquo quanto ao Website e substitui todos os entendimentos, acordos, declarações e garantias anteriores e contemporâneos, escritos e verbais, quanto ao Website. Não obstante o anterior, se você celebrar ou aceitar Termos Adicionais com a Bloquo, tais Termos Adicionais aplicam-se à parte, serviço ou recurso correspondente e prevalecerão em caso de conflito com estes ToUs.

20. Idioma dos Termos de Uso

Estes ToUs foram redigidos em inglês, idioma que prevalece para todos os fins. Qualquer tradução é fornecida apenas para conveniência e não altera nem afeta a interpretação destes ToUs. Em caso de inconsistência ou conflito, prevalece a versão em inglês.

21. Contato

Em caso de dúvidas ou preocupações sobre estes ToUs, sinta-se à vontade para entrar em contato conosco:

  • Por e-mail: help@bloquo.io
  • Por correio: à Bloquo Inc., 1001 S Main Street, Suite 500, Kalispell, MT 59901, Montana, Estados Unidos da América

Bloquo Inc., a Montana corporation registered with the United States (“U.S.”) Financial Crimes Enforcement Network (“FinCEN”) as a Money Services Business (“MSB”), together with its affiliates, subsidiaries, parents, and related entities (“Bloquo”, “us”, “we”, “our”), is a technology provider that facilitates access to a platform, website, mobile applications, messaging channels, application programming interfaces (“APIs”), and other integrations with third-party platforms, websites, mobile applications, and services (collectively, the “Platform”). Through the Platform, Bloquo enables access to a digital and operational infrastructure that allows users to engage in certain transactions, including, as applicable, cross border payment processing services involving the coordination of the conversion between fiat currencies and digital assets such as stablecoins, in each case through one or more transactional third-party service providers (“TSPs” or “TSPs Partners”). All of the foregoing, together with any services described in the Order Form (as defined in Section 2) and any other related or ancillary products and services that Bloquo may offer from time to time in connection therewith, are collectively referred to herein as the “Services”.

These General Terms and Conditions of Use and Service (“Terms and Conditions”) govern your access to and use of our Services.

The Services are provided to anyone who accesses or uses the Services in accordance with these Terms and Conditions, including but not limited to any persons to which Bloquo may provide access to the Services from time to time (“User,” “Users,” “you,” “your”).

As set forth herein, the Services rely on TSPs (including, without limitation, virtual asset service providers, liquidity providers, custodians, banks, and network infrastructure, including, without limitation, blockchain networks) and their respective systems and networks. Bloquo does not own, operate, or control the systems or networks of such TSPs and, to the maximum extent permitted by applicable Laws (as defined in Section 3 below) and subject to the express limitations set forth in Sections 17 and 18 of these Terms and Conditions, Bloquo is not responsible for any operation, failure, delay, interruption, or other issue attributable to such TSPs and their systems or networks.

BY SIGNING THIS AGREEMENT (ELECTRONICALLY OR OTHERWISE), CLICKING “I AGREE” OR SIMILAR BUTTON OR CHECKBOX, CREATING AN ACCOUNT, OR OTHERWISE USING THE SERVICES, YOU CONFIRM THAT:

(I) YOU AND ANYONE ACCESSING OR USING THE SERVICES THROUGH YOU (INCLUDING, WITHOUT LIMITATION, YOUR AGENTS, CONTRACTORS, CONSULTANTS, OR EMPLOYEES): (A) ARE AT LEAST EIGHTEEN (18) YEARS OF AGE OR HAVE REACHED THE REQUIRED LEGAL AGE IN YOUR OR THEIR JURISDICTION OF RESIDENCE; OR (B) HAVE OBTAINED ALL NECESSARY CONSENTS REQUIRED UNDER APPLICABLE LAWS AND OUR PRIVACY POLICY (“PRIVACY POLICY”); TO ENTER INTO A LEGALLY BINDING CONTRACT WITH US;

(II) YOU AND ANYONE ACCESSING OR USING THE SERVICES THROUGH YOU ARE NOT: (A) LOCATED, ORGANIZED, OR RESIDENT IN ANY JURISDICTION SUBJECT TO COMPREHENSIVE SANCTIONS OR DESIGNATED BY THE FINANCIAL ACTION TASK FORCE (“FATF”) AS A “HIGH-RISK JURISDICTION SUBJECT TO A CALL FOR ACTION”; (B) LISTED ON, OR OWNED OR CONTROLLED (DIRECTLY OR INDIRECTLY) BY ANY PERSON OR ENTITY LISTED ON, ANY SANCTIONS LIST MAINTAINED BY THE US OFFICE OF FOREIGN ASSETS CONTROL’S (“OFAC”), THE UNITED NATIONS (UN”), CANADA, BRAZIL, OR ANY OTHER APPLICABLE SANCTIONS AUTHORITY; OR (C) OTHERWISE PROHIBITED FROM USING THE SERVICES UNDER APPLICABLE LAW;

(III) YOU AND ANYONE ACCESSING OR USING THE SERVICES THROUGH YOU HAVE READ, UNDERSTAND, AND AGREE TO BE BOUND BY THESE TERMS AND CONDITIONS AND THE PRIVACY POLICY; AND

(IV) THESE TERMS AND CONDITIONS BECOME EFFECTIVE AND BINDING ON THE FIRST DATE ON WHICH YOU TAKE ANY OF THE ACTIONS STATED ABOVE.

IMPORTANT: THESE TERMS AND CONDITIONS CONTAIN BINDING ARBITRATION AND A CLASS ACTION WAIVER (SEE SECTION 24).

If you do not agree with these Terms and Conditions, we kindly request you not to access or use the Services.

1. Service access and accounts

Subject to these Terms and Conditions, you may register for, or be granted, access to, and use of the Services through an account (“Account”) secured by a username and password (“Account Credentials”).

To create an Account, and/or promptly after its creation, you will be required to complete and go through a due diligence process (“Due Diligence”), including, without limitation, Know Your Customer (“KYC”) or Know Your Business (“KYB”) verifications, as applicable, and any other approval processes that may be required by Bloquo from time to time at its sole discretion.

As part of the Due Diligence, and as applicable depending on whether you are an individual or an entity, you will be required to provide certain information and documentation to Bloquo or the respective third-party KYC/KYB services providers (“KYC/KYB Providers”), in addition to any information collected as indicated in our Privacy Policy. Such information and documentation may include, without limitation, the following:

(a) Entities: (i) articles of incorporation, formation, or other registration documents; (ii) a current certificate of good standing or equivalent document issued by the relevant governmental authority; (iii) a description of the primary business activity or activities and applicable industry classification(s); (iv) a recent bank statement and/or utility bill evidencing the business address (dated within the past sixty (60) days); (v) legal representative’s contact details (full legal name, email address, and mobile phone number); (vi) directors’ contact details (full legal names, email addresses, and mobile phone numbers); (vii) ultimate beneficial owners holding, directly or indirectly, the applicable ownership threshold (“UBOs”), including full legal names, contact details, and ownership information; (viii) any other individuals exercising control over, or delegated authority with respect to, the Account, as applicable; and (ix) any other business, corporate, operational, or organizational information reasonably requested by Bloquo for compliance, risk management, or regulatory purposes.

(b) Individuals (including individual Users, legal representatives, directors, UBOs, delegates, or any other persons exercising control over or authorized access to an Account): (i) full legal name (including all given name(s) and surname(s)); (ii) current residential address; (iii) date of birth; (iv) valid, unexpired government-issued photo identification (e.g., passport, national ID card, or driver’s license); (v) tax identification number or equivalent, where applicable; (vi) recent bank statement and/or utility bill evidencing residential address (dated within the past sixty (60) days); and (vii) any other personal, identification, or verification information reasonably requested by Bloquo or its KYC/KYB Providers for compliance, risk, or regulatory purposes.

Notwithstanding the foregoing, you hereby agree to provide any further supplemental documentation upon Bloquo’s request. You also hereby authorize Bloquo, directly and through third party service providers, to make inquiries and verify that the information provided is accurate, including to request a credit report to the applicable authorities containing your name and address.

Information and documentation provided pursuant to this Section 1 may be collected, used, processed, and retained by Bloquo as part of its Due Diligence, and may also be shared with third parties to the extent necessary for the performance of the Services or to comply with applicable law, including, without limitation, KYC/KYB Providers, TSPs, partners, regulators, governmental authorities, and other service providers or counterparties, in addition to any disclosures or sharing described in our Privacy Policy.

Initial access to and continued use of the Services are subject to eligibility criteria that may be updated from time to time in response to regulatory developments, risk assessments, or internal policies. Such criteria may take into account, without limitation: (i) the User’s jurisdiction of incorporation, residence, or principal place of business; (ii) the nature of the User’s business activities; (iii) the frequency, average value, and characteristics of the User’s intended transactions; (iv) the User’s exposure to sanctions, investigations, or adverse regulatory developments; and (v) the User’s compliance history, including any public records of regulatory violations, administrative proceedings, or imposed sanctions. Bloquo may, at its sole discretion, assign Users to different access tiers or service levels based on the foregoing criteria. Each tier may be subject to distinct limitations, thresholds, verification requirements, or feature availability. Bloquo further reserves the right to modify a User’s assigned tier, impose additional conditions, restrict certain functionalities, or suspend access where deemed necessary for regulatory, risk management, or compliance purposes.

Without limiting our rights under Section 15 (Term and Termination), we reserve the right, at any time and for any reason or no reason in our sole discretion, to deny access to or use of the Services, and to suspend, restrict, terminate, or close any User’s Account, including, without limitation, in the event that a User provides information that cannot be verified, is inaccurate, untrue, incomplete, fails to comply with a request for additional information, or otherwise fails to comply with the registration requirements.

You are fully responsible for maintaining the confidentiality of your Account Credentials, for adopting strong and unique passwords, and for implementing robust authentication measures, including but not limited to managing, requiring, and maintaining multi-factor authentication (“MFA”) as applicable. You agree not to disclose your Account Credentials to any third party. You may not use a third party’s Account or Account Credentials at any time. You may be held liable for any losses incurred by Bloquo, our affiliates, and respective officers, directors, employees, managers, members, shareholders, agents, successors, assigns, and representatives due to someone else’s use of your Account Credentials. You agree to accept responsibility for all activities that occur under your Account Credentials. You agree to notify Bloquo immediately upon becoming aware of any breach of security or unauthorized use of your Account. We further reserve the right to suspend access to the Services, or access to your Accounts, if we believe that Account Credentials may have been compromised or that failing to take such suspension measures may pose a risk to you, us, or any of our third-party providers.

2. Scope of license to use the services

Subject to your compliance with these Terms and Conditions, Bloquo grants you a limited, non-exclusive, non-transferable, non-sublicensable, and freely revocable right to access and use the Platform solely for your internal business purposes (if you are a business entity) or personal use (if you are an individual). Notwithstanding the foregoing, any further use of the Services may be subject to the execution of an order form between you and Bloquo (each, an “Order Form”) and shall be limited to the scope, purposes, and terms set forth therein.

Without limiting our rights under Section 15 (Term and Termination), this right ends immediately if: (i) you violate any provision of these Terms and Conditions, the Privacy Policy, other internal policies, or any applicable Laws (as defined below); (ii) Bloquo exercises its right to terminate these Terms and Conditions at its sole discretion; or (iii) you deactivate your Account and discontinue your use of the Services.

3. Acceptable use and restrictions

You may use the Services only as permitted by these Terms and Conditions and subject to Section 4 below (Prohibited or Restricted Activities, Persons, and Jurisdictions). You shall not, and shall not permit any other party, to:

(a) Interfere in any manner with the operation of the Services or any component related to the Services, or the hardware and network used to operate the Services;

(b) Rent, lease, lend, sell, sublicense, assign, distribute, publish, transfer, or otherwise make available the Services to any person, including on or in connection with the internet or any time-sharing, service bureau, software as a service, cloud, or other technology or service;

(c) Reverse engineer, disassemble, decompile, decode, adapt, or otherwise attempt to derive or gain access to the source code utilized to provide the Services, or any component related to the Services, in whole or in part;

(d) Bypass or breach any security device or protection used by the Services or access or use the Services except through your own valid access credentials as a User;

(e) Input, upload, transmit, or otherwise provide to or through the Services any information or materials that are unlawful or injurious, or contain, transmit, or activate any Harmful Code. For purposes of these Terms and Conditions, “Harmful Code” shall mean any software, hardware, or other technology, device, or means, including any virus, worm, malware, or other malicious computer code, the purpose or effect of which is to: (i) permit unauthorized access to, or to destroy, disrupt, disable, distort, or otherwise harm or impede in any manner any (x) computer, software, firmware, hardware, system, or network; or (y) any application or function of any of the foregoing or the security, integrity, confidentiality, or use of any data processed thereby; or (ii) prevent any User from accessing or using the Services as intended by these Terms and Conditions;

(f) Damage, destroy, disrupt, disable, impair, interfere with, or otherwise impede or harm in any manner the Services, in whole or in part;

(g) Remove, delete, alter, or obscure any trademarks, specifications, documentation, warranties, or disclaimers, or any copyright, trademark, patent, or other Intellectual Property Rights (as defined in Section 10) or proprietary rights notices from any Services, including any copy thereof;

(h) Access or use the Services in any manner or for any purpose that infringes, misappropriates, or otherwise violates any Intellectual Property Right or other right of any third party (including by any unauthorized access to, misappropriation, use, alteration, destruction, or disclosure of the data relating to any User or other individual), or that violates any applicable statute, law, ordinance, regulation, rule, code, order, constitution, treaty, common law, judgment, decree, or other requirement of any federal, state, local, or foreign government or political subdivision thereof, or any arbitrator, court, or tribunal of competent jurisdiction (“Laws”);

(i) Access or use the Services for purposes of competitive analysis of the Services, the development, provision, or use of a competing software service or product, or any other purpose that is to Bloquo’s detriment or commercial disadvantage;

(j) Modify, copy, create, or make derivative works or improvements of the Services, documentation provided by Bloquo, and any other Bloquo Technology (as defined in Section 10) in connection therewith;

(k) Engage in same-name “me-to-me” transfers intended to obfuscate fund provenance, or as otherwise restricted by Bloquo’s internal policies or applicable Laws; or

(l) Otherwise use the Services in any manner that exceeds the scope of authorized use permitted by these Terms and Conditions and the applicable Order Form.

4. Prohibited or restricted activities, persons, and jurisdictions

The Services may only be used for legitimate purposes and may not be used for any unlawful or prohibited purpose, including violations of anti-money laundering (“AML”) and counter-terrorism financing (“CFT”), anti-bribery/anti-corruption, sanctions, or other applicable financial crime Laws. You are prohibited from using, exporting, or re-exporting (directly or indirectly) the Services for, to, or in connection with any person, entity, organization (formal or informal), or country that is blocked or sanctioned by the US or any other applicable jurisdictional law, including those identified on Brazil’s Lists of Non-Cooperative Jurisdictions, Canadian Sanctions, the UN Security Council Consolidated List, the OFAC’s various sanctions lists, and listed as High-Risk Jurisdictions subject to a Call for Action or blacklists as indicated by the FATF such as North Korea, Iran, and Myanmar, or, in the case of exporting or re-exporting, to any other relevant jurisdiction that requires any export license or other governmental approval at the time of export without first obtaining such license or approval. You acknowledge that lists and classifications issued by the UN, OFAC, and FATF, are dynamic and may change, update, or be revoked at any time without prior notice. Bloquo will continuously monitor these publications and may update this document as necessary to ensure compliance with applicable regulations.

You are also prohibited from allowing non-affiliated third parties to use or access the Services, which includes prohibiting you from using or accessing the Services on behalf of, or for the benefit of, anyone other than yourself (e.g., any non-affiliated third parties).

In addition to the prohibited jurisdictions and persons described above, express prior written authorization from Bloquo is required before using the Services in connection with: (ii) any person, entity, or transaction involving jurisdictions designated by the FATF as “Jurisdictions Under Increased Monitoring”; (ii) any Politically Exposed Person (“PEP”), including any current or former senior government official, senior executive of a state-owned enterprise, political party official, candidate for public office, or any immediate family member, close associate, or entity directly or indirectly owned or controlled by such person; or (iii) any other jurisdiction or person identified by Bloquo as presenting elevated compliance risk based on factors such as weak AML/CFT frameworks, ongoing FATF monitoring, heightened corruption indices, or other regulatory or reputational concerns (collectively, “Restricted Categories”). Bloquo reserves the right to determine and update the Restricted Categories from time to time in its sole discretion to reflect changes in FATF designations, regulatory developments, or internal risk assessments. Any authorization granted by Bloquo with respect to Restricted Categories may be subject to enhanced Due Diligence, additional documentation requirements, transaction limitations, or other conditions as Bloquo may determine in its sole discretion.

Furthermore, you acknowledge and agree that you, your representatives, or any legally authorized third parties, are expressly prohibited or restricted, as applicable, from using the Services in connection with any of the activities, items, or services identified in Exhibit A, attached hereto.

Bloquo may, from time to time, and in its sole discretion, designate, amend, or remove any other category as prohibited or restricted under this Section 4 and Exhibit A.

Without limiting our rights under Sections 1 (Service Access and Accounts) and 15 (Term and Termination), if Bloquo determines that User has used the Services in connection with any person, activity, item, or service prohibited or restricted under this Section 4, Bloquo may, at its sole discretion, decide the temporary or permanent suspension of Services, blocking of pending or processing transactions, fund retention for investigation and compliance analysis, Account Credential and Account deactivation, charging additional fees for investigation and remediation costs, inclusion in internal restriction lists and sharing with partners, giving notice to competent authorities about suspicious or illicit activities, cooperating with regulatory, police, or judicial investigations, initiate legal action for damage compensation and application of contractual penalties. Furthermore, if Bloquo suspects that the User’s Account has been used for an unauthorized, illegal, or criminal purpose, or any other activity otherwise prohibited under this Section 4, User expressly authorizes Bloquo to share information about User, User’s Account, access to the Services, and transactions with the applicable law enforcement and regulatory agencies.

5. Services: compliance, limitations, and changes

In addition to providing access to the Platform, Bloquo may provide other Services as described in, and subject to, the applicable Order Form. To the extent required by applicable Laws, such Services are provided in accordance with Bloquo’s registration as an MSB with FinCEN, and applicable U.S. federal laws and regulations, including, the Bank Secrecy Act, anti-money laundering requirements, and OFAC administered sanctions programs.

Notwithstanding any other applicable exemption under U.S. federal or state law, in certain transactions facilitated through the Platform, Bloquo may act as the User's (i.e., the payee’s) agent for the purpose of collecting payments or funds from payors. Where Bloquo acts as the User's agent in this capacity, pursuant to these Terms and Conditions (which constitute a preexisting written agreement), delivery of funds to Bloquo will be deemed to satisfy the payor's obligation to the User in full, and Bloquo will promptly notify the User upon receipt of such funds. The User agrees to credit the payor’s account (or otherwise fulfill its obligations) immediately upon receiving such confirmation from Bloquo.

As contemplated by these Terms and Conditions, the Services rely on TSPs (including, without limitation, virtual asset service providers, liquidity providers, custodians, banks, and network infrastructure, including, without limitation, blockchain networks) and their respective systems and networks. Bloquo does not own, operate, or control the systems or networks of such TSPs and, to the maximum extent permitted by applicable Laws and in accordance with these Terms and Conditions, Bloquo is not responsible for any operation, failure, delay, interruption, or other issue attributable to such TSPs and their systems or networks. For clarity, Bloquo does not accept, hold, convert, transmit, or otherwise control funds or digital assets beyond its role as technology provider and registered MSB status. Provided that TSPs custody your funds or value, such TSPs are solely responsible for the same, and Bloquo shall not be liable for any fraud, misdelivery, error, omission, misdisbursement, non-receipt, or other improper or wrongful disposition of funds or value arising from or caused by the actions or omissions of such TSPs.

For purposes of the foregoing, Bloquo may enter into agreements with TSPs. User is not a third-party beneficiary of these agreements. However, some TSPs may require User to enter into a direct agreement with such TSP. If User is required to enter into such an agreement and declines to do so, Bloquo may, without limitation of its rights under Sections 1, 4, and 15, suspend, restrict, or terminate User’s Account or access to the Services.

Without limiting our rights under Sections 17 (Disclaimers) and 18 (Limitation of Liability), and to the maximum extent permitted by applicable Laws, Bloquo shall not be liable for any fraud, misdelivery, error, omission, misdisbursement, non-receipt, or other improper or wrongful disposition of funds or value arising from or caused by the actions or omissions of any User, sender, recipient, counterparty, or third party, including without limitation, TSPs. Bloquo will rely on transaction instructions provided by the User and will use commercially reasonable efforts and methods to facilitate the transactions with such instructions; provided, however, that Bloquo shall not be responsible for any loss, error, or delay resulting from inaccurate, incomplete, or incorrect instructions, or from the actions or omissions of any sender, recipient, counterparty, or third-party service provider, including without limitation, TSPs.

User has an independent obligation to comply with all applicable Laws related to the Services. User expressly acknowledges and agrees it is assuming the risk of its non-compliance with the rules governing the processing of transactions in connection with the Services.

Specifically, User acknowledges and agrees that the User is responsible for all reversed or failed transactions, and for any associated fees, claims, fines, penalties, losses, or other liabilities incurred by Bloquo, our TSPs Partners or other Bloquo Users arising from User’s use of User’s Account or the Services or any breach of these Terms and Conditions. Without limiting the foregoing, User agrees to reimburse Bloquo or our TSPs Partners for any liability relating to a transaction that: (i) is reversed in accordance with Bloquo or its TSPs Partners’ risk management policies; (ii) is reversed in accordance with applicable Laws, (iii) fails due to User’s error; (iv) fails due to the provision of inaccurate information; or (v) is cancelled or rejected by the User or the recipient or sender, or the respective system or network (each, a “Reversal”).

User will be able to access information regarding their transaction history and Account balances. Upon request, Bloquo shall make such information reasonably available to User, subject to any limitations of the Services in accordance with these Terms and Conditions.

Bloquo reserves the right to modify, update, and discontinue any features or functionalities of the Services at any time, at Bloquo’s sole discretion, and without prior notice to User (“Changes to the Services”). The Changes to the Services may include, but are not limited to, enhancements, adjustments, or the removal of specific features. Bloquo is committed to continually improving the Services and User acknowledges that Changes to the Services are necessary to maintain quality and innovation.

6. Transaction authorization

User irrevocably authorizes Bloquo to transmit User transaction instructions to the applicable TSPs and authorizes such TSPs to perform any cross-border, settlement, conversion, custody, transmission, or other actions necessary to execute the transaction, in each case in accordance with the applicable agreements between Bloquo and such TSP and applicable Laws. User’s authorization permits Bloquo and its TSPs to generate a paper draft or electronic transfer order to process each transaction that User authorizes. User acknowledges that transaction instructions, once transmitted, may be irreversible and cannot be cancelled or modified.

Specifically, User authorizes the applicable TSPs to initiate electronic entries to each account for which User inputs or enables the retrieval of the routing number and account number, card number or applicable information in order to complete a transaction using the Platform, including without limitation any software, website, mobile application, messaging channels, API integrations, and integrations with third-party websites and mobile applications, or any other ingress point, and to initiate adjustments for any transactions credited or debited in error.

User agrees that its use of the Platform constitutes User's authorization for Bloquo to retain and log its transaction authorization requests and that Bloquo’s online logs will be evidence of such transaction authorization.

User’s authorization will remain in full force and effect until User notifies Bloquo that User revokes such authorization by contacting Bloquo in accordance with instructions provided by Bloquo from time to time or by closing User’s Account. User understands that Bloquo requires a reasonable time to act on its revocation, not to exceed ten (10) business days.

Each transaction request must be supported by commercially reasonable and compliant documentation evidencing the lawful origin of the relevant funds or resources, which may include, without limitation, commercial contracts, invoices, payment receipts, tax filings, and other supporting records requested by Bloquo. Such documentation shall be provided promptly upon request and, in any event, within the timeframe specified by Bloquo. All documentation shall form part of the transaction record and may be retained, reviewed, and disclosed by Bloquo to competent authorities or third parties, as required or permitted by applicable Laws.

7. Fees and payment

For purposes of these Terms and Conditions, “Fees” means the fees to be paid by User to Bloquo for use of the Services, as specified in the applicable Order Form or otherwise made available to User through the Platform, pricing schedules, quotes, dashboards, statements, confirmations, or other commercial communications. Unless expressly stated otherwise, Fees do not include fees, charges, or costs imposed directly by TSPs pursuant to a separate agreement between User and such TSP.

All Fees are non-refundable except to the extent required by applicable Laws. Your right to access or use the Services hereunder is subject to the payment of Fees.

In accordance with Section 8 (Deductions, Set-Off, and Collection Rights), Fees shall be collected directly by Bloquo, or its designated agents, in connection with the transaction, and may be deducted or withheld from the amounts associated with such transaction.

Unless otherwise stated, Fees do not include any direct or indirect local, state, provincial, federal, or foreign taxes, levies, duties, or similar governmental assessments of any nature, including, without limitation, value-added, goods and services, harmonized, use or withholding taxes (collectively, “Taxes”). You are solely responsible for determining, collecting, withholding, reporting and remitting Taxes. Bloquo will not determine whether Taxes apply, nor calculate, collect, report, or remit Taxes to any tax authority arising from your use of the Services. If Bloquo has the legal obligation to pay or collect Taxes for which you are responsible under this Section 7, the appropriate amount shall be invoiced to and paid by you, unless you provide Bloquo with a valid tax exemption certificate authorized by the appropriate taxing authority. Nothing in this Section 7 limits Bloquo’s right to collect or remit Taxes where required by Law.

Bloquo reserves the right to increase Fees in its sole discretion without notice (“Fee Increase”). By continuing to use the Services, User consents to the Fee Increase. To withdraw its consent, User must close its Account in accordance with these Terms and Conditions.

8. Deductions, set-off, and collection rights

To the extent permitted by applicable Laws, Bloquo may deduct any Fees, Reversal-related costs or other charges you owe to Bloquo under these Terms and Conditions and the applicable Order Form directly from amounts associated with a transaction or otherwise available through the Platform, and may set off such amounts against any balance in your Account or against any amounts due to you. Unless expressly stated otherwise in the applicable Order Form, all charges are deducted first from the transaction funds and thereafter from your Account.

If the amounts available are insufficient to satisfy amounts owed to Bloquo, Bloquo may, directly or through its applicable TSPs, collect the outstanding balance from any funding source associated with User’s Account. Your failure to pay in full amounts that you owe Bloquo on demand will constitute a material breach of these Terms and Conditions.

User will be liable for Bloquo’s costs associated with collection in addition to the amount owed, including, without limitation, attorneys’ fees and expenses, collection agency fees, and interest at the lesser of 1.5% per month or the highest rate permitted by applicable Laws. In its discretion, Bloquo may make appropriate reports to credit reporting agencies and law enforcement authorities and cooperate with them in any resulting investigation or prosecution.

9. Other user responsibilities

In addition to any other obligations set forth in these Terms and Conditions, User is solely responsible for ensuring that its activities and operations comply fully with all applicable Laws. This non-delegable responsibility includes, but is not limited to, the following aspects, as applicable:

(a) Maintaining the accuracy, quality, integrity, legality, reliability, and appropriateness of all User Data, including its content and use;

(b) Obtaining, maintaining, and timely renewing all licenses, registrations, authorizations, and approvals necessary for conducting its respective activities and for using the Services;

(c) Ensuring that all operations conducted through Bloquo and/or the Services, are in compliance with AML and CFT regulations; personal data protection norms; foreign exchange and capital control rules; specific financial sector regulations; economic sanctions and commercial embargoes;

(d) Monitoring suspicious activity, including but not limited to implementing and maintaining alert systems to promptly identify and respond to suspicious or anomalous activities, in addition to implementing and maintaining rigorous controls to preserve the confidentiality, integrity, and availability of sensitive information under its custody, including personal data of third parties, confidential commercial information, and Account Credentials;

(e) Maintaining organized and updated records of internal compliance policies, procedures, operational procedures, transaction records, due diligence evidence, and any other documents that prove compliance with its obligations, as applicable. These documents must be made available to Bloquo whenever requested, within a maximum period of five (5) business days;

(f) Immediately communicate to Bloquo any relevant security incidents, including but not limited to “phishing” attempts, and any breach of security or unauthorized use of your Account or Account Credentials, as well as suspicions of irregular activity, ongoing regulatory investigations, changes in User’s compliance status, or any event that may impact Services provision;

(g) Adopting and maintaining appropriate device and network protection measures, including ensuring that all operating systems, browsers, and software used in connection with the Services are always updated with the latest security patches, and acknowledging that you are fully responsible for maintaining the security of your equipment and systems; and

(h) Ensuring the legality and compliance of its international operations in all involved jurisdictions, as applicable, including, but not limited to conducting adequate classification of products, services, or flows according to required nomenclatures; preparing and presenting all fiscal, customs, and regulatory documents required for international operations; calculating, collecting, and paying all taxes, fees, and charges levied on its operations; and rigorously observing all applicable foreign exchange and capital control rules. Bloquo assumes no responsibility for violations committed by the User before any fiscal, regulatory, customs, or foreign exchange authorities.

10. Ownership and intellectual property

For purposes of these Terms and Conditions, “Intellectual Property Rights” means any and all registered and unregistered rights granted, applied for, or otherwise now or hereafter in existence under or related to any patent, copyright, trademark, trade secret, database protection, or other intellectual property rights laws, and all similar or equivalent rights or forms of protection, in any part of the world.

Furthermore, “Bloquo Technology” means the software, algorithms, models, and other technologies used to provide the Services, including, without limitation, software, the Platform, a website, a mobile application, messaging channels, API integrations, and any modifications, enhancements, or derivative works thereof, whether now existing or hereafter developed, and all Bloquo proprietary information and technology, used by Bloquo or provided to you in connection with the Services.

(a) Intellectual Property Rights. Except as expressly provided in these Terms and Conditions, you are not granted any right, title, or interest in or to (including any license under) any Intellectual Property Rights in or relating to the Services, including, without limitation, Bloquo Technology, or any of the materials provided therein, whether expressly, by implication, estoppel, or otherwise. All right, title, and interest in and to the Services, including, without limitation, the Bloquo Technology, social media pages, documentation provided by Bloquo, and any other materials in connection therewith, are and will remain with Bloquo or Bloquo’s licensors or providers, as applicable. Bloquo’s intellectual property includes, but is not limited to, any and all patents, trademarks, copyrights, logos, images, illustrations, databases, graphics, sounds, and videos. You may not copy, distribute, broadcast, display, sell, license, or otherwise use Bloquo’s intellectual property, either in whole or in part, without written consent from Bloquo.

(b) Bloquo Technology. You acknowledge that Bloquo retains all rights, title, and interest in and to the Services, including, without limitation, Bloquo Technology, and any other materials in connection therewith, and that Bloquo Technology is protected by Intellectual Property Rights owned by or licensed to Bloquo.

(c) User Feedback. You hereby grant Bloquo a royalty-free, worldwide, transferable, sublicensable, irrevocable, perpetual license to use or incorporate into the Services and Bloquo Technology any suggestions, enhancement requests, recommendations, or other feedback provided by you relating to the Services and Bloquo Technology. Bloquo shall not identify you as the source of any such feedback.

(d) User Data. Subject to applicable Laws, the Privacy Policy, and the rights and permissions granted to Bloquo under these Terms and Conditions, Users retain all right, title, and interest in and to all information, data, and other content, in any form or medium, that is contributed by, or collected, downloaded, or otherwise received, directly or indirectly, from Users in their individual capacity or otherwise by or through the Services (“User Data”). Users hereby irrevocably grant to Bloquo, its personnel and subcontractors, including, without limitation, TSPs, a non-exclusive, worldwide, royalty-free, fully paid-up, transferable, and sublicensable license to: (i) access and use your User Data to enforce these Terms and Conditions and provide, improve, and expand the Services, subject to the Privacy Policy; and (ii) create, reproduce, and use aggregated, de-identified, or otherwise anonymous information derived from User Data for the purposes of operating, maintaining, improving, and expanding the Services, including, without limitation, to compile statistical information related to the provision and operation of the Services, as well as developing and offering new features, technologies, services, products, and lines of business. Bloquo will own all aggregated and de-identified data and will not attempt to re-identify it. Users represent and warrant that they have all necessary rights to grant Bloquo the foregoing licenses.

(e) Performance Data. Bloquo retains all right, title, and interest in and to system-generated technical information, such as server logs, usage metadata, and telemetry, captured automatically by the Services’ analytics tools to measure its access patterns, functionality, efficacy, reliability, and accuracy (“Performance Data”), excluding personally identifiable information, and may use the Performance Data for any lawful purpose.

11. Data security

User Data is hosted under industry-standard physical, technical, and logical security controls. If we become aware of any unauthorized access, disclosure, or use involving User Data or Account Credentials (“Security Breach”), we will promptly notify you and take appropriate actions.

Although Bloquo uses reasonable security measures, no system is perfectly secure. To the fullest extent permitted by Law, Bloquo shall not be liable for any Security Breaches.

12. Data related responsibilities

We will not use or disclose User Data except as allowed in these Terms and Conditions, as described in the Privacy Policy, or as required by applicable Laws.

In providing the Services, Bloquo collects, analyzes, and relays information generated in connection with transactions to and from Users. User authorizes Bloquo to provide such information to the TSPs. TSPs may use this information to perform their obligations under applicable agreements with Bloquo, to operate and promote their respective systems or networks, to perform analytics and create reports, to prevent fraud, and for any other lawful purpose.

13. Privacy

Personal data is handled under the Privacy Policy available at (“Privacy Policy”) and applicable Laws. You acknowledge that by using the Services, you have reviewed and agreed to the Privacy Policy. The Privacy Policy is part of these Terms and Conditions.

14. Third party content and connected accounts

The Services, including but not limited to the Bloquo Technology and any other materials in connection therewith, or any other products or services that Bloquo makes available, may contain links to websites or applications controlled by parties other than Bloquo (“Third Party Content”). Bloquo is not responsible for and does not endorse or accept any responsibility for the availability, contents, products, services, or use of any Third Party Content, any website or application accessed from a Third Party Content, or any changes or updates to such websites or applications. Bloquo makes no guarantees about the content or quality of the products or services provided by such websites or applications. Links are for convenience only and the inclusion of any link does not imply endorsement by Bloquo of the Third Party Content.

Additionally, some features and functions may require connecting to third party platforms (“Connected Accounts”). By connecting a third party platform: (i) you represent and warrant that you are entitled to disclose any log-in information provided by you in connection therewith (if applicable) and/or to grant Bloquo access to such Connected Accounts; (ii) you represent and warrant that it is in good standing with respect to such Connected Accounts; and (iii) you acknowledge that Bloquo may access Connected Account data so that it may be used as allowed in these Terms and Conditions and the Privacy Policy. Availability and uptime of Connected Accounts are controlled by their providers. Bloquo will have no liability for any unavailability of any Connected Account, or any third party provider’s decision to discontinue, suspend, or terminate any Connected Account.

Bloquo may offer an API to retrieve information from or submit requests to Bloquo. If User uses such an API to develop applications and integrate the Services into its website or mobile application, User shall ensure its end users agree to terms no less protective than these Terms and Conditions.

15. Term and termination

These Terms and Conditions are effective as of the date you either sign this agreement (electronically or otherwise), click “I Agree” or similar button or checkbox, create an Account, or otherwise first access or use the Services, and will remain in effect until: (i) you violate any provision of these Terms and Conditions, the Privacy Policy, other internal policies, or applicable Laws, in which case your right to access and use the Services and these Terms and Conditions will automatically terminate, without any resulting obligation or liability of Bloquo; (ii) to the extent permitted by applicable Laws, Bloquo exercises its reserved right to terminate these Terms and Conditions, or to suspend or revoke your access to or use of the Services, for any other reason or no reason at all, in its sole discretion, at any time, temporarily or permanently, without prior notice, and without any resulting obligation or liability to Bloquo; (iii) you deactivate your Account and discontinue your use of the Services; or (iv) the expiration of your relationship with Bloquo.

In light of the foregoing and other sections of these Terms and Conditions, Bloquo reserves the right to modify or discontinue the Services at any time (including by limiting or discontinuing certain features of the Services), temporarily or permanently, without prior notice. Bloquo will have no liability for any change to the Services or any suspension or termination of your access to or use of the Services pursuant to these Terms and Conditions.

Any termination of these Terms and Conditions does not relieve User of any obligations to pay Fees and other charges accrued prior to the termination and any other amounts owed by User to Bloquo.

Upon termination of these Terms and Conditions: (i) your access and User rights of the Services will terminate and you must immediately cease all access and use of the Services; (ii) you will no longer be authorized to access your Account or the Services; (iii) any pending transactions will be canceled, and any available User funds at the time of termination will be paid out to User, less any applicable Fees and charges owed to Bloquo, according to a payout schedule to be set by Bloquo upon its reasonable discretion, assuming all payout-related authentication requirements have been fulfilled; and (iv) any provision that is reasonably necessary to accomplish or enforce the purpose of these Terms and Conditions shall survive and remain in effect in accordance with its terms, including, without limitation, Sections 7, 8, 10, 13, 16, 17, 18, 19, 23, 24, 25, 26, and 31.

Following termination, Bloquo may retain, delete, or otherwise process User Data in accordance with applicable Laws and the Privacy Policy. To the extent required or permitted by applicable Laws, Bloquo may retain User Data for legitimate business, compliance, or regulatory purposes. Notwithstanding the foregoing, upon User’s reasonable request, and subject to applicable law and technical, security, or contractual constraints, Bloquo may assist with the export or deletion of User Data.

16. Representations and warranties

(a) Bloquo represents and warrants that, as of the date hereof and to Bloquo’s actual knowledge: (i) it has the full right, power, legal capacity and authority to perform its obligations under these Terms and Conditions, and by entering into these Terms and Conditions, it will not conflict with, or breach the terms, conditions or provisions of, or default under any other agreement to which it is a party; (ii) there is no action, suit or proceeding at law or in equity now pending or, to its knowledge, threatened by or against or affecting it which would substantially impair its right to perform the Services as contemplated herein; (iii) in connection with the performance of its obligations under these Terms and Conditions, it conducts its business in material compliance with applicable Laws; and (vi) the Services will not infringe the intellectual property rights of any person in any jurisdiction in which the Services are offered.

(b) User represents, warrants and undertakes that: (i) it has the full right, power, legal capacity and authority to perform its obligations under these Terms and Conditions, and by entering into these Terms and Conditions, it will not conflict with, or breach the terms, conditions or provisions of, or default under any other agreement to which it is a party; (ii) it has reviewed and agree to the Privacy Policy; (iii) its registration information is accurate and complete, and it will update its Account information to ensure it remains current; (iv) it is not listed on, nor owned or controlled (directly or indirectly) by any person or entity listed on, any sanctions list administered or enforced by OFAC, the UN, Canada, Brazil, or any other applicable sanctions authority; (v) it is not located, organized, or resident in a jurisdiction subject to comprehensive sanctions or designated by the FATF as a “High-Risk Jurisdiction subject to a Call for Action” or a “Jurisdiction Under Increased Monitoring”; (vi) there is no action, suit or proceeding at law or in equity now pending or, to its knowledge, threatened by or against or affecting it which would substantially impair its right to carry on its activity or business as contemplated herein or adversely affect its financial condition or operations; (vii) it complies and shall continue to comply with all applicable Laws, regulations and any and all directives, standards and/or guidelines of any applicable regulatory, governmental or other authority, relating to its obligations pursuant to these Terms and Conditions, and it will not use the Services in violation of any applicable export control, sanctions, AML/CFT, anti-bribery or anti-corruption Laws; (viii) all funds or assets made available or otherwise used in connection with the Services have a lawful origin, are derived from legitimate activities, and are used in full compliance with applicable Laws; (ix) it verifies the identity of its transaction counterparties and that no counterparty to any transaction engages in any activity prohibited under Section 4 (Prohibited Activities) or otherwise uses the Services in violation of these Terms and Conditions or applicable Laws; (x) in undertaking its obligations pursuant to these Terms and Conditions, it will exercise at least the same degree of competence and professionalism which would reasonably and ordinarily be expected from a skilled and experienced operator engaged in the same type of activity or business as User under the same or similar circumstances, but in no event with less than reasonable care; and (xi) all transactions will be made only in Users’ name, from a financial account held in Users’ name, and under Users’ control.

(c) Bloquo’s warranties do not apply and will become null and void if User breaches these Terms and Conditions, if User uses unsupported environments, modifies or damages the Services, or misuses them, including any use of the Services other than as specified in these Terms and Conditions or otherwise expressly authorized by Bloquo in writing. User’s remedy for Bloquo’s uncured breach of its warranties is to terminate these Terms and Conditions.

17. Disclaimers

THE SERVICES ARE PROVIDED “AS IS” AND “AS AVAILABLE,” WITH ALL FAULTS AND DEFECTS, WITHOUT REPRESENTATION OR WARRANTY OF ANY KIND, WHETHER EXPRESS, IMPLIED, OR STATUTORY. USE OF THE SERVICES IS AT YOUR OWN RISK. BLOQUO, OUR TSPs PARTNERS, AND OUR AND THEIR RESPECTIVE AFFILIATES, OFFICERS, DIRECTORS, AGENTS, EMPLOYEES, AND SUPPLIERS, SPECIFICALLY DISCLAIM ANY IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY, FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE, AND NON-INFRINGEMENT. NEITHER BLOQUO NOR OUR TSPs PARTNERS REPRESENTS OR WARRANTS THAT THE SERVICES WILL MEET YOUR REQUIREMENTS, BE CONTINUOUS, UNINTERRUPTED, SECURE, TIMELY, OR ERROR-FREE, OR THAT DEFECTS WILL BE CORRECTED. NO ADVICE OR INFORMATION, WHETHER ORAL OR WRITTEN, OBTAINED BY YOU FROM BLOQUO WILL CREATE ANY WARRANTY NOT EXPRESSLY STATED HEREIN. NEITHER BLOQUO NOR OUR TSPs PARTNERS SHALL BE RESPONSIBLE FOR ANY SERVICE INTERRUPTIONS OR SYSTEM FAILURES THAT MAY AFFECT THE PROCESSING, COMPLETION, OR SETTLEMENT OF TRANSACTIONS. THIS DISCLAIMER OF WARRANTY SECTION SHALL APPLY TO THE FULLEST EXTENT PERMITTED BY LAW IN THE APPLICABLE JURISDICTION.

IN ADDITION TO THE LIMITATIONS OF LIABILITY SET FORTH IN SECTION 18, IN NO EVENT WILL BLOQUO AND OUR AFFILIATES, OFFICERS, DIRECTORS, AGENTS, EMPLOYEES, AND SUPPLIERS BE LIABLE FOR ANY DIRECT, INDIRECT, INCIDENTAL, CONSEQUENTIAL, EXEMPLARY, SPECIAL, OR PUNITIVE DAMAGES ARISING OUT OF, OR IN CONNECTION WITH, THE USE OF OR RELIANCE ON THE SERVICES. BY USING THE SERVICES, USER EXPRESSLY ACKNOWLEDGES AND ACCEPTS THESE RISKS AND LIMITATIONS.

BLOQUO MAKES NO REPRESENTATIONS OR WARRANTIES REGARDING ANY PRODUCT OR SERVICE ADVERTISED OR OFFERED BY A THIRD PARTY THROUGH THE SERVICES OR ANY HYPERLINKED WEBSITE OR SERVICE, OR FEATURED IN ANY BANNER OR OTHER ADVERTISING, AND BLOQUO WILL NOT BE A PARTY TO, OR INVOLVED IN, MONITORING ANY TRANSACTION BETWEEN USER AND THIRD-PARTY PROVIDERS OF PRODUCTS OR SERVICES.

BLOQUO IS A TECHNOLOGY PROVIDER AND DOES NOT ITSELF ACCEPT, HOLD, CONVERT, TRANSMIT, OR OTHERWISE CONTROL FUNDS OR DIGITAL ASSETS FOR ITS OWN ACCOUNT OR ON BEHALF OF USERS IN A MANNER THAT CONSTITUTES MONEY TRANSMISSION UNDER APPLICABLE U.S. FEDERAL OR STATE LAWS BEYOND ITS REGISTERED MSB STATUS. WHERE APPLICABLE (AND SUBJECT TO THE SPECIFIC FACTS OF EACH TRANSACTION), BLOQUO MAY ACT IN A LIMITED FACILITATION, INTERMEDIARY, OR AGENT-OF-THE-PAYEE CAPACITY SOLELY TO ENABLE CONNECTIONS BETWEEN USERS AND TSPs, AS APPLICABLE. NOTHING IN THESE TERMS AND CONDITIONS SHALL BE CONSTRUED AS A REPRESENTATION, ADMISSION, OR ACKNOWLEDGMENT THAT BLOQUO ENGAGES IN MONEY TRANSMISSION OR ANY SIMILAR REGULATED ACTIVITY BEYOND ITS REGISTERED MSB STATUS AND AS EXPRESSLY DESCRIBED HEREIN.

18. Limitation of liability

TO THE FULLEST EXTENT PERMITTED UNDER APPLICABLE LAW: IN NO EVENT WILL BLOQUO OR ITS AFFILIATES, OR ANY OF ITS OR THEIR RESPECTIVE LICENSORS, SUBCONTRACTORS, OR SERVICE PROVIDERS, BE LIABLE TO YOU, ANY USER, OR ANY THIRD PARTY FOR ANY USE, INTERRUPTION, DELAY, OR INABILITY TO USE THE SERVICES; LOST REVENUES OR PROFITS; DELAYS, INTERRUPTION, OR LOSS OF SERVICES, BUSINESS, OR GOODWILL; LOSS OR CORRUPTION OF DATA; LOSS RESULTING FROM SYSTEM OR SYSTEM SERVICE FAILURE, MALFUNCTION, OR SHUTDOWN; FAILURE TO ACCURATELY TRANSFER, READ, OR TRANSMIT INFORMATION; FAILURE TO UPDATE OR PROVIDE CORRECT INFORMATION; SYSTEM INCOMPATIBILITY OR PROVISION OF INCORRECT COMPATIBILITY INFORMATION; OR BREACHES IN SYSTEM SECURITY; OR FOR ANY DECISION, ACTION, OR OMISSION BY ANY USER THAT IS BASED ON, ARISES OUT OR RELATES IN ANY WAY TO THE USE OR NON-USE OF THE SERVICES, BLOQUO TECHNOLOGY, AND ANY OTHER MATERIALS IN CONNECTION THEREWITH; OR FOR ANY DIRECT, INDIRECT, PUNITIVE, EXEMPLARY, SPECIAL, INCIDENTAL, OR CONSEQUENTIAL DAMAGES, (INCLUDING ATTORNEYS’ FEES AND ALL RELATED COSTS AND EXPENSES OF LITIGATION AND ARBITRATION, OR AT TRIAL OR ON APPEAL, IF ANY, WHETHER OR NOT LITIGATION OR ARBITRATION IS INSTITUTED), WHETHER IN AN ACTION OF CONTRACT, NEGLIGENCE, OR OTHER TORTIOUS ACTION, OR ARISING OUT OF OR IN CONNECTION WITH THESE TERMS AND CONDITIONS, INCLUDING WITHOUT LIMITATION ANY CLAIM FOR PERSONAL INJURY OR PROPERTY DAMAGE, ARISING FROM THESE TERMS AND CONDITIONS AND ANY VIOLATION BY YOU OF ANY FEDERAL, STATE, OR LOCAL LAWS, STATUTES, RULES, OR REGULATIONS, REGARDLESS OF WHETHER SUCH DAMAGES WERE FORESEEABLE AND WHETHER OR NOT BLOQUO WAS PREVIOUSLY ADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGES. WITHOUT LIMITING THE FOREGOING, WE ARE NOT LIABLE TO YOU FOR CONSEQUENTIAL, INDIRECT, SPECIAL, EXEMPLARY, OR PUNITIVE DAMAGES, LOST PROFITS, OR LOST REVENUE ARISING FROM, OR RELATED TO, YOUR USE OF OR INABILITY TO USE ANY AND ALL BLOQUO SERVICES OR TECHNOLOGY, INCLUDING BUT NOT LIMITED TO THE PLATFORM, REPUTATIONAL HARM, PHYSICAL INJURY OR PROPERTY DAMAGE, OR ANY OTHER LOSSES OR HARM ARISING FROM OR RELATED TO YOUR RELATIONSHIP WITH BLOQUO, BLOQUO SERVICES OR TECHNOLOGY, OR THESE TERMS AND CONDITIONS, WHETHER OR NOT WE WERE ADVISED OF THEIR POSSIBILITY BY YOU OR ANY THIRD PARTY. EXCEPT AS PROHIBITED BY LAW, IF THERE IS LIABILITY FOUND ON THE PART OF BLOQUO, IT WILL BE LIMITED TO THE LESSER AMOUNT OF 5,000 U.S. DOLLARS, OR THE AMOUNT PAID FOR THE SERVICES (IF ANY) FOR THE USER IN THE THREE (3) MONTHS IMMEDIATELY PRECEDING THE EVENT GIVING RISE TO LIABILITY, AND UNDER NO CIRCUMSTANCES WILL THERE BE CONSEQUENTIAL OR PUNITIVE DAMAGES.

19. Indemnification

You hereby agree to defend, indemnify, and hold harmless Bloquo, its affiliates, and respective officers, directors, employees, managers, members, shareholders, agents, successors, and assigns from and against any and all claims, damages, obligations, losses, liabilities, deficiencies, actions, judgements, settlements, interest, awards, penalties, fines, costs, or expenses, of whatever kind, including attorney’s fees, arising from or relating to: (i) your violation of these Terms and Conditions or any other applicable terms or policies of Bloquo or our TSPs partners; (ii) your violation of the Privacy Policy; (iii) your use or misuse of the Services; (iv) your violation of any third party right, including but not limited to Intellectual Property Rights, or privacy rights; (v) your violation of any applicable Laws; and (vi) any claim that is made against you by a third party as a result of using or misusing the Services or violating any applicable Laws.

20. Right to refuse

You acknowledge and agree that Bloquo reserves the right to refuse access to the Services to any individual or entity, and to suspend or terminate any User’s access at any time.

21. Changes to these terms and conditions

Bloquo reserves the right, in its sole discretion, to amend, change, modify, revise, or reissue these Terms and Conditions from time to time (each, an “Update”). Excluding Fee Increases which are subject to Section 7 of these Terms and Conditions, in the event that an Update materially affects your rights or obligations, or those of Bloquo under these Terms and Conditions, Bloquo will provide you with notice of such Update via email, through your Account, or by any other reasonable means of communication, using the email address or other contact information provided during registration or thereafter. You will be deemed to have accepted any Update by continuing to access or use the Services for fifteen (15) days following such notice, and the updated Terms and Conditions will thereafter govern the rights and obligations between you and Bloquo.

22. Marketing

If applicable, User grants Bloquo the right to use its company name and logo as a reference for marketing or promotional purposes on Bloquo’s website and in other public or private communications or disclosures with its existing or potential customers and investors, subject to its standard trademark usage guidelines as provided to Bloquo from time to time.

23. Severability

If any provision of these Terms and Conditions, or the Privacy Policy, is found to be invalid, illegal, or unenforceable, it shall be modified to the minimum extent necessary to make it enforceable while preserving its original intent. If modification is not possible, the provision shall be severed, and the remainder of the agreement shall continue in full force. If a provision is unenforceable under mandatory local Law, that local law will apply only to that specific matter, without affecting the validity of the remaining provisions.

24. Dispute resolution. Arbitration agreement

To expedite resolution and control the cost of any dispute, controversy, or claim related to these Terms and Conditions, the Privacy Policy or the Order Form (“Dispute”), the parties agree to first attempt to negotiate any Dispute informally for at least thirty (30) days before initiating the arbitration procedure provided in this Section 24. Such informal negotiations shall commence upon written notice from the party promoting the Dispute.

If the parties are unable to resolve the Dispute through informal negotiations, the Dispute will be solely and exclusively resolved through binding arbitration, except that each party retains the right to seek injunctive or other equitable relief in a court of competent jurisdiction to prevent the actual or threatened infringement, misappropriation, or violation of a party’s confidential information, copyrights, trademarks, trade secrets, patents, or other Intellectual Property Rights.

BOTH YOU AND BLOQUO UNDERSTAND AND AGREE TO SUBMIT TO ARBITRATION PROCEEDINGS TO SETTLE ANY DISPUTES HEREUNDER, THAT ARBITRATION WILL BE IN LIEU OF LITIGATION EXCEPT AS OTHERWISE EXPRESSLY PROVIDED HEREIN, AND EACH PARTY HEREBY WAIVES THE RIGHT TO SUE IN COURT IN FAVOR OF THE ARBITRATION PROCEEDING.

There is no judge or jury in arbitration, and court review of an arbitration award is limited. However, an arbitrator can award on an individual basis the same damages and relief as a court (including injunctive and declaratory relief or statutory damages) and must follow these Terms and Conditions as a court would.

The arbitration, once initiated, will be conducted by the American Arbitration Association (“AAA”) under its Commercial Arbitration Rules (or, if required by law to be treated as a consumer dispute, the AAA Consumer Arbitration Rules). The AAA’s rules are available from the AAA. The Federal Arbitration Act governs the interpretation and enforcement of this Section 24. Payment of all filing, administration, and arbitrator fees will be governed by the AAA’s rules. The parties may choose to have the arbitration conducted by telephone, based on written submissions, or in person in the state of Montana, or at another mutually agreed location. Any award of damages by an arbitrator must be consistent with Sections 17 and 18. The arbitrator may award declaratory or injunctive relief in favor of the claimant only to the extent necessary to provide relief warranted by the claimant’s individual claim.

Notwithstanding the foregoing, if for any reason a Dispute proceeds in court rather than in arbitration, such Dispute shall be instituted in the federal courts of the U.S. (or, if federal jurisdiction is lacking, the state courts) located in the state of Montana, and each party irrevocably submits to the exclusive jurisdiction of such courts in any such legal suit, action, or proceeding. Service of process, summons, notice, or other document by mail to such party’s address set forth herein shall be effective service of process for any suit, action, or other proceeding brought in any such court.

The parties agree that all arbitration proceedings shall be confidential. All evidence, testimony, and the arbitral award shall remain confidential and shall not be disclosed to any third party without the written consent of the other party, except as may be required by Law or for the purpose of enforcing an arbitral award.

Both you and Bloquo agree that any Dispute resolution proceedings will be conducted only on an individual basis and not in a class, consolidated, or representative action. THIS MEANS THAT YOU AND BLOQUO BOTH AGREE TO WAIVE THE RIGHT TO PARTICIPATE AS A PLAINTIFF AS A CLASS MEMBER IN ANY CLASS ACTION PROCEEDING. FURTHER, UNLESS YOU AND BLOQUO AGREE OTHERWISE IN WRITING, THE ARBITRATOR IN ANY DISPUTE MAY NOT CONSOLIDATE MORE THAN ONE PERSON’S CLAIMS AND MAY NOT PRESIDE OVER ANY FORM OF CLASS ACTION PROCEEDING.

Unless otherwise required by Law, an action or proceeding by User relating to any disagreement pertaining to a payment transaction facilitated by Bloquo under these Terms and Conditions (“Payment Dispute”) must commence within six months of initiation of such payment/transaction. An action or proceeding by the parties relating to any other Dispute must commence in accordance with the applicable statute of limitations.

25. Waiver of jury trial

EACH PARTY WAIVES ANY RIGHT TO JURY TRIAL IN CONNECTION WITH ANY DISPUTE, ACTION, OR LITIGATION IN ANY WAY ARISING OUT OF OR RELATED TO THESE TERMS AND CONDITIONS AND THE PRIVACY POLICY.

26. Governing law

These Terms and Conditions and the Privacy Policy shall be governed by and construed in accordance with the laws of the state of Montana, without giving effect to any choice-of-law or conflict-of-law provision or rule that would result in the application of the laws of any other jurisdiction.

27. Assignment

You shall not assign or otherwise transfer any of your rights, or delegate or otherwise transfer any of your obligations or performance, under these Terms and Conditions, in each case whether voluntarily, involuntarily, by operation of Law, or otherwise, without Bloquo’s prior written consent, which consent Bloquo may give or withhold in its sole discretion. We may assign or transfer all or any of our rights or obligations without your consent. Any merger, purchase, sale, consolidation, reorganization, corporate divestiture, or any other type of acquisition or business combination of all or any portion of a party’s assets or equity interests, or transfer of all or a portion of a party’s business involving any party (regardless of whether such party is a surviving or disappearing entity) will be deemed to be a transfer of rights, obligations, or performance under these Terms and Conditions for which the other party’s written consent is not required. These Terms and Conditions bind and benefit permitted successors and assigns.

28. No agency; no employment

No agency, partnership, joint venture, employer-employee, or franchiser-franchisee relationship is intended or created by these Terms and Conditions between the parties.

29. Entire agreement

These Terms and Conditions and the documents incorporated by reference (including the Privacy Policy and the Order Form, as applicable) are the entire agreement and replace all prior or contemporaneous agreements on this subject. In the event of any conflict or inconsistency, these Terms and Conditions shall control unless stated otherwise.

30. Terms and conditions language

These Terms and Conditions are written in English, which shall control. Any translation is provided for convenience only and shall not modify or affect the interpretation of these Terms and Conditions. In the event of any inconsistency or conflict, the English version prevails.

31. Communications and notices

By accepting these Terms and Conditions, you agree and consent to receive all communications, agreements, documents, notices, and disclosures (collectively, “Communications”) that Bloquo provides in connection with your Account and the Services, electronically. Communications may be delivered by email to the primary email address associated with your Account, by providing a link or instructions for accessing such Communications, and, by posting the Communications on the Platform.

Unless stated otherwise, written notices are effective when received if delivered personally or by certified or registered mail; when electronically confirmed if sent by facsimile or email; or the next day if sent by recognized overnight delivery.

You may withdraw your consent to receive Communications electronically from Bloquo by contacting Bloquo, which will be effective only after Bloquo has had a reasonable period of time to process your request. If you withdraw your consent, Bloquo may terminate the Services to you.

If you are a California resident, in accordance with Cal. Civ. Code § 1789.3, you may report complaints to the Complaint Assistance Unit of the Division of Consumer Services of the California Department of Consumer Affairs by contacting them in writing at 1625 North Market Blvd., Suite N 112, Sacramento, CA 95834, or by telephone at (800) 952-5210.

32. Force majeure

Bloquo will not be liable or responsible to you, nor be deemed to have defaulted under or breached these Terms and Conditions, for any failure or delay in fulfilling or performing any of its obligations under these Terms and Conditions or in providing the Services, when and to the extent such failure or delay is caused by or results from any events beyond Bloquo’s reasonable control, including, without limitation, acts of God; flood, fire, earthquake, epidemics, pandemics, tsunami, explosion; war, invasion, hostilities (whether war is declared or not), terrorist threats or acts, riot or other civil unrest; government order, law, or action; embargoes or blockades; strikes, labor stoppages or slowdowns, or other industrial disturbances; shortage of adequate or suitable internet connectivity, telecommunication breakdown, or shortage of adequate power or electricity; and other similar events beyond Bloquo’s control.

33. Contact us

If you have any questions or concerns regarding these Terms and Conditions or the Privacy Policy, please feel free to contact us:

By email:

By mail: to Bloquo Inc., at 1001 S Main Street, Suite 500, Kalispell, MT 59901

Exhibit A

Prohibited or restricted activities

Prohibited Activities

You, your representatives, or any legally authorized third parties, are expressly prohibited from using the Services in connection with any of the following persons, activities, items, products, services, or clients:

  • Financial crimes, including but not limited to money laundering, terrorist financing, proliferation of weapons of mass destruction, bail bonds, bankruptcy payments, dishonored checks, uncollectible items, unlawful debt collection, pyramid schemes, or Ponzi schemes.
  • Unlicensed or unregistered MSBs, unlicensed third party MSBs, collection agencies, or payday loan companies.
  • Criminal and corrupt activities, including but not limited to criminal organizations, extremist activities, corruption, bribery, kickbacks, or any form of improper payment, fraud, embezzlement, misappropriation, or other crimes against property, tax evasion, tax avoidance, or violation of foreign exchange rules.
  • Illegal adult services, including but not limited to prostitution, escort services, massage parlors, or any adult services involving exploitation, trafficking, coercion, or any illegal activity.
  • Activities that promote hate, violence, racial intolerance, or the financial exploitation of a crime.
  • Illegal or regulated substances, including but not limited to cigarettes, tobacco, e-cigarettes, drugs or drug paraphernalia or items that may represent them; pharmaceuticals, including medical marijuana, internet pharmacies, or pharmacy referral sites.
  • Legally incapacitated persons or minors under 18 years of age.
  • Illegal products or services, counterfeit or possibly counterfeit goods, pirated products, or items otherwise infringing on the Intellectual Property Rights of a third party.
  • Corporate structures used for asset concealment, reduced transparency, or regulatory evasion, including non-transparent trusts and offshore entities without economic substance.
  • Any embassy, consulate office, or foreign mission related activity.
  • Non-qualified Users, including individuals with inactive, invalid, or unverifiable tax identification numbers;
  • Users who refuse to provide mandatory documentation required by KYC/KYB processes; shell banks; and entities for which beneficial ownership and control cannot be satisfactorily identified or verified, or where identity, source of funds, or nature of business cannot be verified to Bloquo's satisfaction.
  • Transactions involving undisclosed, blocked, sanctioned, or otherwise illicitly associated wallet addresses or accounts, including blockchain addresses linked to mixers/tumblers, privacy-enhancing technologies designed to obfuscate fund provenance, ransomware, darknet markets, stolen or hacked funds, or otherwise identified as high risk under applicable Laws or Bloquo's internal policies.
  • The use of nominees and opaque structures intended to conceal ownership or control, including shell companies, bearer-share entities, non-transparent trusts, or offshore entities lacking demonstrable economic substance or a legitimate business purpose.
  • The sale, purchase, or distribution of false, forged, or altered documents, or stolen data, including, without limitation, identity documents, passports, social security numbers, bank or payment card data, account credentials, identifiable information, trade secrets, or other confidential or proprietary information.
  • Individuals acting as nominees (“laranjas”) or straw men, front companies, or fiduciary structures with no legitimate economic purpose.
  • Hazardous or controlled materials, including hazardous chemicals, radioactive substances, dual-use or sensitive biological/medical materials (including select agents), or specialized equipment subject to export controls or special handling requirements.
  • Services that promote violence, discrimination, hatred, or extremism.
  • Unauthorized or illegal financial services.

Restricted Activities

The following activities, items, or services may only be served with Bloquo’s prior written approval following enhanced Due Diligence:

  • Virtual Asset Service Providers (VASPS).
  • Crypto currency related transactions.
  • Licensed betting, casinos, and online gaming.
  • Payment Service Providers (PSPs), remittance companies, fintech companies, Over-the- Counter (OTC) desks, and MSBs.
  • Brokers, dealers, asset managers, or financial advisors not regulated in their country of origin.
  • Non-Governmental Organizations (NGOs), associations, foundations, and charitable and philanthropic entities.
  • Religious, spiritual, or political institutions.
  • Crowdfunding campaigns, mass fundraising, or mass donations.
  • Legally constituted and compliant adult content platforms.
  • Trade in jewelry, gold, precious stones, precious metals, or other high-value assets.
  • Works of art, antiques, luxury goods, and high-value collectibles.
  • Biological material, laboratory samples, or sensitive medical products.
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Visão dos fundadores18 abr 20267 min de leitura

Não existe comércio sem crédito. Por que as stablecoins precisam resolver o trade finance.There is no commerce without credit. Here is why stablecoins must solve trade finance.

CR
Carlos RussoCEO e cofundador, BloquoCEO & Co-founder, Bloquo

Toda conversa que tenho sobre stablecoins acaba voltando à mesma observação. A liquidação está resolvida, ou muito perto disso. Mas o comércio não funciona só com liquidação. Ele funciona com crédito. E essa parte nós mal começamos a enfrentar.

Every conversation I have about stablecoins eventually circles back to the same observation. Settlement is solved, or very close to it. But commerce does not run on settlement alone. It runs on credit. And that part, we have barely started to address.

Quando fundamos a Transfero em 2018 e lançamos a BRZ e a ARZ, as primeiras stablecoins da América Latina, a pergunta em toda reunião era: as stablecoins conseguem de fato movimentar dinheiro mais rápido e mais barato do que o sistema bancário? Oito anos depois, essa pergunta está respondida. Sim, conseguem. Usuários institucionais que movimentam centenas de milhões de dólares por mês em corredores como América Latina e Ásia sabem disso na prática.

Mas essa vitória, por mais real que seja, ofuscou uma pergunta maior. O que faz o comércio global funcionar não é só o dinheiro se mover. É o crédito se mover junto com ele.

O motor silencioso da economia global

Um importador em São Paulo não transfere US$ 2 milhões para um fornecedor em Shenzhen e torce para a mercadoria chegar. Uma carta de crédito emitida por um banco fica entre os dois, financiando o intervalo entre o embarque e o pagamento. Um exportador em Lima não espera 90 dias para receber. Uma linha de factoring antecipa o recebível no quinto dia. Uma empresa de navegação não opera sem estruturas de trade finance por trás.

O trade finance, nas suas várias formas, é o tecido que conecta tudo isso. Movimenta mais de US$ 5 trilhões por ano. E continua quase inteiramente fora da infraestrutura de stablecoins.

Por que essa lacuna é a oportunidade real

Infraestrutura de liquidação em stablecoins virou commodity. Já competimos em spreads, corredores e disponibilidade, como deve ser. Mas o produto transformador não é a liquidação mais rápida. É o financiamento que funciona na velocidade da liquidação.

Imagine um ciclo comercial em que:

  • Um recebível originado hoje de manhã na Cidade do México é financiado por provedores de liquidez institucionais em Singapura antes do fim do expediente.
  • Um importador em Buenos Aires acessa crédito de curto prazo com base em um embarque verificado, com preço transparente e quitação automática na entrega.
  • Um prestador de serviços de pagamento em Jacarta se conecta diretamente a vaults de trade finance, em vez de depender da linha de crédito de um banco correspondente tradicional.

Tudo isso já é tecnicamente possível hoje. O que falta é a infraestrutura de nível institucional que torne isso rotina.

As stablecoins resolveram os pagamentos internacionais. Ainda não resolveram câmbio nem trade finance. Esse é o trabalho pela frente, e é isso que a Bloquo está construindo.

Por que agora

Três condições convergiram:

  1. A liquidez institucional mantém saldos estruturais em stablecoins. Existe capital real on-chain buscando rendimento ligado a atividade econômica real, não a especulação.
  2. Os marcos regulatórios estão avançando. O MiCA na Europa, orientações mais claras nos EUA e regimes em amadurecimento na América Latina e na Ásia permitem estruturar produtos de trade finance que contrapartes institucionais podem de fato carregar.
  3. As bases da tokenização estão prontas. Levar ativos reais, como recebíveis comerciais, para a blockchain deixou de ser experimento. É operação.

O que estamos fazendo a respeito

A Bloquo Finance, que lançamos no início deste ano, é nosso primeiro esforço sério para fechar essa lacuna. Vaults tokenizados lastreados em recebíveis comerciais reais. Acesso exclusivo para instituições. Prazos curtos, por corredor, com transparência. É um começo pequeno. É o começo certo.

A tese é simples. Uma infraestrutura em stablecoins que une pagamentos internacionais, câmbio e trade finance na mesma base destrava mais atividade econômica do que cada uma dessas camadas destravaria sozinha. Esse é o problema do comércio. É o problema que vale resolver.

Não existe comércio sem crédito. Não existe comércio global sem crédito em escala global. Quem constrói infraestrutura em stablecoins sem levar isso em conta está, na minha opinião, perdendo a oportunidade de verdade.

When we founded Transfero in 2018 and launched BRZ and ARZ, the first stablecoins in Latin America, the question on every call was: can stablecoins actually move money faster and cheaper than the banking system? Eight years later, that question is answered. Yes, they can. Institutional users moving hundreds of millions of dollars per month across corridors like LatAm to Asia know this firsthand.

But this victory, real as it is, has obscured a bigger question. What makes global commerce work is not just that money moves. It is that credit moves alongside it.

The quiet engine of the global economy

An importer in São Paulo does not wire $2 million to a supplier in Shenzhen and hope the goods arrive. A letter of credit from a bank sits between them, financing the gap between shipment and payment. An exporter in Lima does not wait 90 days to get paid. A factoring line funds the receivable at day five. A shipping line does not operate without trade finance structures underneath it.

Trade finance, in its various forms, is the connective tissue. It is worth over $5 trillion annually. And it remains almost entirely outside the stablecoin stack.

Why this gap is the real opportunity

Settlement infrastructure on stablecoins is a commodity. We already compete on spreads, corridors, and uptime, as we should. But the transformative product is not faster settlement. It is finance that works at the speed of settlement.

Imagine a trade cycle where:

  • A receivable originated this morning in Mexico City is funded by institutional liquidity providers in Singapore before the close of business.
  • An importer in Buenos Aires accesses short-dated credit against a verified shipment, priced transparently, repaid automatically upon delivery.
  • A payment service provider in Jakarta plugs directly into trade finance vaults rather than depending on a legacy correspondent bank's credit line.

Each of these is technically possible today. What is missing is the institutional-grade infrastructure that makes it routine.

Stablecoins solved cross-border payments. They have not solved FX or trade finance. That is the work ahead, and that is what Bloquo is building.

Why now

Three conditions have converged:

  1. Institutional liquidity holds structural stablecoin balances. There is real capital on-chain looking for yield tied to real economic activity, not speculation.
  2. Regulatory frameworks are catching up. MiCA in Europe, clearer guidance in the US, and maturing regimes across LatAm and Asia make it possible to structure trade finance products that institutional counterparties can actually hold.
  3. Tokenization primitives are ready. Wrapping real-world assets like trade receivables on-chain is no longer experimental. It is operational.

What we are doing about it

Bloquo Finance, which we launched earlier this year, is our first serious effort to close this gap. Tokenized vaults backed by real trade receivables. Institutional-only access. Short-dated, corridor-specific, transparent. It is a small start. It is the right start.

The thesis is simple. Stablecoin infrastructure that unifies cross-border payments, FX, and trade finance in one stack unlocks more economic activity than any of those layers can unlock alone. That is the commerce problem. That is the problem worth solving.

There is no commerce without credit. There is no global commerce without credit at global scale. Anyone building stablecoin infrastructure without reckoning with this is, I think, missing the actual opportunity.

Construa um comércio que funcione na velocidade da liquidaçãoBuild commerce that works at the speed of settlement

Seja você uma tesouraria, um PSP, um importador, um exportador ou um banco desenhando sua estratégia de VASP, queremos trocar experiências.Whether you are a treasury, a PSP, an importer, an exporter, or a bank designing a VASP strategy, we would like to compare notes.

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Um resumo mensal sobre infraestrutura em stablecoins, pagamentos internacionais e trade finance. Sem ruído e sem promoção.

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Mercado e regulação12 abr 20268 min de leitura

O que o MiCA significa para pagamentos com stablecoins na EuropaWhat MiCA means for stablecoin-powered payments in Europe

B
Equipe BloquoPolítica e CompliancePolicy & Compliance

O MiCA é hoje o marco de referência para serviços com criptoativos na Europa, e suas regras para stablecoins são a mudança regulatória de maior impacto para usuários institucionais de trilhos em dólar digital nos últimos cinco anos. Esta é uma leitura prática do que mudou e do que os operadores devem fazer.

MiCA is now the reference framework for crypto-asset services in Europe, and its stablecoin provisions are the most consequential regulatory shift for institutional users of digital-dollar rails in the last five years. Here is a practical read of what changed and what operators should be doing about it.

A versão curta

O MiCA divide as stablecoins em duas categorias: Electronic Money Tokens (EMTs, que referenciam uma única moeda fiduciária) e Asset-Referenced Tokens (ARTs, que referenciam uma cesta). Os emissores passam a ter exigências relevantes de capital, reservas, transparência e governança. Os prestadores de serviço (CASPs, na linguagem do MiCA) passam a ter regras de autorização, conduta, custódia e abuso de mercado. Para usuários institucionais de stablecoins, o marco muda o que se entende por “infraestrutura confiável”.

O que os operadores devem fazer agora

  1. Saiba a situação no MiCA de cada stablecoin do seu fluxo. Nem toda stablecoin em circulação hoje vai continuar amplamente utilizável para clientes da UE sob o MiCA. Alguns emissores já obtiveram autorização como EMT, outros ainda estão no processo, e alguns devem sair do mercado europeu. Times de tesouraria devem mapear o mix atual de stablecoins frente à situação de cada emissor.
  2. Revise a situação de CASP das suas contrapartes. Se o seu negócio contrata liquidez, custódia ou rampas de entrada e saída de um parceiro que opera na UE, esse parceiro vai precisar de autorização como CASP sob o MiCA. Verifique o prazo e o escopo de cada licença.
  3. Eleve as expectativas de divulgação e reporte. O MiCA coloca a transparência no centro da relação com o prestador. Peça os atestados de reservas, os detalhes de segregação na custódia e a documentação de resiliência operacional que você pediria a um banco tradicional.
  4. Pense corredor a corredor, não de forma global. O MiCA vale para atividades na UE. Operações na América Latina, no Golfo e em partes da Ásia seguem outros marcos. Uma estrutura global consistente deve ser construída sobre a conformidade regulatória de cada corredor, não sobre uma postura única para tudo.

O que o MiCA não faz

Alguns pontos em que vale ser preciso:

  • O MiCA não proíbe o uso de stablecoins de fora da UE em atividades voltadas à UE, mas restringe a distribuição e os serviços em torno delas dentro do bloco.
  • O MiCA não substitui as regras de PLD/FT que já existem na UE. Elas continuam valendo, e o MiCA se soma a elas.
  • O MiCA não cobre todos os instrumentos financeiros. Alguns produtos tokenizados ficam sob a MiFID, dependendo da estrutura.

Leia o MiCA como a tentativa da UE de levar a lógica da regulação de moeda eletrônica e de serviços de investimento para a era das stablecoins. Os operadores que vão avançar mais rápido são os que já tratam suas contrapartes em stablecoins com o mesmo rigor de crédito e operacional que aplicam a bancos.

Onde a Bloquo está

Estamos construindo a Bloquo como uma infraestrutura que opera com tranquilidade dentro dos marcos regulatórios institucionais, corredor a corredor. Isso significa entidades diferentes, licenças diferentes e relações diferentes com contrapartes, dependendo de onde o fluxo passa. Para atividades voltadas à UE, parceiros e emissores alinhados ao MiCA são o padrão.

Se você é uma instituição sediada na UE avaliando como estruturar suas operações com stablecoins sob o MiCA, nosso time de compliance e políticas regulatórias pode mostrar o que estamos vendo no mercado.

The short version

MiCA splits stablecoins into two categories: Electronic Money Tokens (EMTs, which reference a single fiat currency) and Asset-Referenced Tokens (ARTs, which reference a basket). Issuers face meaningful capital, reserve, transparency, and governance requirements. Service providers (CASPs in MiCA's language) face authorization, conduct, custody, and market-abuse rules. For institutional users of stablecoins, the framework shifts what "credible infrastructure" looks like.

What operators should be doing now

  1. Know the MiCA status of every stablecoin in your flow. Not every stablecoin currently in circulation will remain broadly usable for EU clients under MiCA. Some issuers have already obtained EMT authorization, some are still working toward it, and some are likely to pull back from EU markets. Treasury teams should map their existing stablecoin mix against current issuer status.
  2. Review counterparty CASP status. If your business sources liquidity, custody, or on/off ramps from a partner operating in the EU, that partner will need CASP authorization under MiCA. Check the timeline and the scope of each license.
  3. Upgrade disclosure and reporting expectations. MiCA embeds transparency into the provider relationship. Ask for the reserve attestations, custody segregation details, and operational resilience documentation you would ask a traditional bank counterparty for.
  4. Think corridor-by-corridor, not globally. MiCA applies to EU activity. Operations in LatAm, the Gulf, and parts of Asia sit under different frameworks. A consistent global stack should be built around corridor-specific regulatory compliance, not a single one-size-fits-all posture.

What MiCA does not do

A few points worth being precise on:

  • MiCA does not prohibit non-EU stablecoins from being used for EU-facing activity, but it restricts distribution and services around them inside the EU.
  • MiCA does not replace existing EU AML/CFT rules. Those continue to apply, and MiCA stacks on top.
  • MiCA does not cover every financial instrument. Some tokenized products fall under MiFID instead, depending on structure.

Read MiCA as the EU's attempt to port the logic of e-money and investment services regulation into the stablecoin era. The operators who will move fastest are the ones who already treat their stablecoin counterparties with the same credit and operational rigor they apply to banks.

Where Bloquo sits

We are building Bloquo as infrastructure that operates comfortably inside institutional regulatory frameworks, corridor by corridor. That means different entities, different licenses, and different counterparty relationships depending on where a flow touches. For EU-facing activity, MiCA-aligned partners and issuers are the default.

If you are an EU-based institution evaluating how to structure your stablecoin operations under MiCA, our compliance and policy team is happy to walk through what we see in-market.

Fale com nosso time de políticas regulatóriasTalk to our policy team

Compare os marcos corredor a corredor, mapeie seu mix de stablecoins frente à situação de cada emissor e teste seus parceiros atuais contra as exigências do MiCA.Compare frameworks corridor-by-corridor, map your stablecoin mix against issuer status, and pressure-test your current partners against MiCA requirements.

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Um resumo mensal sobre infraestrutura em stablecoins, pagamentos internacionais e trade finance. Sem ruído e sem promoção.

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Visão dos fundadores10 mar 20266 min de leitura

As stablecoins resolveram os pagamentos. A próxima fronteira é câmbio e trade finance.Stablecoins solved payments. The next frontier is FX and trade finance.

CR
Carlos RussoCEO e cofundador, BloquoCEO & Co-founder, Bloquo

Quase todo o progresso real das stablecoins na última década se concentrou em uma camada: a liquidação. Esse trabalho importou. E teve um custo. Ensinou uma geração de construtores a achar que o problema dos pagamentos era o problema inteiro.

Most of the real progress in stablecoins over the last decade has been concentrated in one layer: settlement. That work mattered. It also came with a cost. It trained a generation of builders to think the payments problem was the whole problem.

O que foi resolvido

Veja o que as stablecoins fazem hoje, como rotina, e os trilhos em moeda fiduciária não fazem:

  • Liquidam grandes transferências internacionais em segundos, a qualquer hora, em qualquer dia.
  • Operam 24/7, globalmente, sem depender dos horários dos bancos correspondentes.
  • Reduzem as cadeias de intermediários de cinco ou seis etapas para uma ou duas.
  • Expõem registros de transação transparentes e auditáveis para as duas contrapartes.

Não são ganhos pequenos. Eles se somam em vantagem comercial real para as empresas que os adotaram. Na Bloquo vemos isso todos os dias: US$ 2 bilhões anualizados passando por trilhos que levariam dias no sistema tradicional, com spreads que nenhuma cadeia de bancos correspondentes consegue igualar.

O que não foi resolvido

A camada de pagamentos é a ponta do iceberg. Por baixo dela estão dois problemas estruturais que as stablecoins, sozinhas, não resolvem:

Câmbio

Levar um dólar de A para B é um problema. Levar um dólar de A para B e convertê-lo em peso, real, rúpia ou rand no caminho é outro. O câmbio, principalmente em corredores com pouca liquidez, ainda passa por uma combinação de bancos, mesas de OTC e corretoras regionais. Spreads de 150 a 500 pontos-base são rotina em corredores onde nenhuma fonte de liquidez sozinha atende volumes grandes.

A maior parte da infraestrutura de pagamentos em stablecoins parte do princípio de que esse problema já foi resolvido antes. Não foi.

Trade finance

Como já escrevi, o comércio funciona com crédito. Cartas de crédito, factoring, financiamento da cadeia de suprimentos e desconto de recebíveis sustentam uma parte enorme do comércio global. Quase nada disso migrou para a blockchain de forma séria. O resultado: os trilhos em stablecoins movimentam o dinheiro rápido, e depois uma contraparte espera dias ou semanas para um banco liberar uma linha de crédito que fica totalmente fora dessa infraestrutura.

Toda conversa institucional sobre stablecoins acaba se resumindo a esta pergunta: o que o cliente ainda precisa fazer fora da blockchain? Quanto mais essa lista diminui, mais valor real a infraestrutura gera.

Por que isso importa para quem constrói

A próxima onda relevante de adoção de stablecoins não virá de mais uma rede de liquidação. Virá de uma infraestrutura que una liquidação, câmbio e crédito na mesma base, em nível institucional. É aí que está o impacto econômico mensurável.

Na prática, isso significa três coisas para quem constrói neste mercado:

  1. Construa para contrapartes institucionais, de ponta a ponta. Premissas de varejo sobre risco de contraparte, conciliação e compliance quebram rápido no volume institucional.
  2. Integre, não crie novos silos. Pagamentos, câmbio e trade finance são camadas do mesmo problema de negócio. Tratá-los como produtos separados recria a arquitetura antiga com outra embalagem.
  3. Respeite o perímetro regulatório existente. As instituições cujos fluxos mais importam só vão andar no ritmo que seus times de compliance conseguem absorver. Marcos como o MiCA, as orientações da CVM e do BCB no Brasil e o regime de VASP de Hong Kong são oportunidades, não obstáculos.

Para onde estamos indo

A Bloquo nasceu da premissa de que pagamentos, câmbio e trade finance pertencem à mesma base. Use Bloquo (nosso produto VASP) e Build on Bloquo (nosso produto de infraestrutura) são duas portas de entrada para a mesma infraestrutura. A Bloquo Finance é a camada de rendimento e crédito que fica por cima. Essa arquitetura é intencional. Não estamos tentando vencer uma categoria estreita. Estamos tentando fechar a distância entre como o dinheiro se move e como o comércio de fato funciona.

A próxima fronteira não é a liquidação mais rápida. A liquidação está praticamente resolvida. A próxima fronteira é o financiamento que funcione na velocidade em que a liquidação já acontece. Esse é o trabalho pela frente para todo o setor, e o trabalho que fazemos todos os dias.

What got solved

Consider what stablecoins now do routinely that fiat rails do not:

  • Settle large cross-border transfers in seconds, at any hour, on any day.
  • Operate 24/7, globally, without dependence on correspondent banking schedules.
  • Reduce intermediary chains from five or six hops to one or two.
  • Expose transparent, auditable transaction records to both counterparties.

These are not small wins. They compound into real commercial advantage for the businesses that have adopted them. At Bloquo we see this every day: $2 billion annualized through rails that would take days in the legacy system, at spreads that no correspondent bank chain can match.

What did not get solved

The payments layer is the tip of the iceberg. Beneath it sit two structural problems that stablecoins, on their own, do not address:

FX

Moving a dollar from A to B is one problem. Moving a dollar from A to B and converting it into a peso, a real, a rupee, or a rand along the way is a different one. FX, especially in thin corridors, still runs through a mix of banks, OTC desks, and regional brokers. Spreads of 150 to 500 basis points are routine in corridors where no single liquidity source can serve size.

Most stablecoin payments infrastructure assumes this problem is solved upstream. It is not.

Trade finance

As I have written elsewhere, commerce runs on credit. Letters of credit, factoring, supply-chain finance, and receivables discounting underpin an enormous share of global trade. Almost none of that has migrated on-chain in any serious way. The result: stablecoin rails move money fast, and then a counterparty waits days or weeks for a bank to release a credit facility that sits outside the stack entirely.

Every institutional conversation about stablecoins eventually reduces to this question: what does the customer still have to do off-chain? The more of that list you can shrink, the more real value the infrastructure creates.

Why this matters to builders

The next meaningful wave of stablecoin adoption will not come from another settlement network. It will come from infrastructure that unifies settlement with FX and with credit, in one institutional-grade stack. That is where the measurable economic impact lives.

Concretely, this means three things for anyone building in this space:

  1. Build for institutional counterparties, end to end. Retail-grade assumptions about counterparty risk, reconciliation, and compliance break down fast at institutional size.
  2. Integrate, do not re-silo. Payments, FX, and trade finance are layers of the same business problem. Treating them as separate products re-creates the legacy architecture in a new wrapper.
  3. Respect the existing regulatory perimeter. The institutions whose flows matter most will only move at the pace their compliance teams can absorb. Frameworks like MiCA, Brazil's CVM and BCB guidance, and Hong Kong's VASP regime are opportunities, not obstacles.

Where we are going

Bloquo is built on the premise that payments, FX, and trade finance belong in one stack. Use Bloquo (our VASP product) and Build on Bloquo (our Infra product) are two entry points into the same infrastructure. Bloquo Finance is the yield and credit layer that sits on top. This architecture is deliberate. We are not trying to win a narrow category. We are trying to close the gap between how money moves and how commerce actually works.

The next frontier is not faster settlement. Settlement is basically done. The next frontier is finance that works at the speed settlement already moves at. That is the work ahead for the whole industry, and the work we wake up every day to build.

Construa com a genteBuild with us

Se você trabalha na camada de câmbio ou de trade finance das stablecoins, como parceiro, construtor ou cliente, queremos trocar experiências.If you are working on the FX or trade-finance layer of the stablecoin stack, as a partner, builder, or client, we would like to compare notes.

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Um resumo mensal sobre infraestrutura em stablecoins, pagamentos internacionais e trade finance. Sem ruído e sem promoção.

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Atualizações de produto05 mar 20265 min de leitura

A Bloquo agora opera com mais de 30 moedas em corredores da América Latina, dos EUA e da ÁsiaBloquo now supports 30+ currencies across LatAm, US, and Asia corridors

B
Equipe BloquoProdutoProduct

Passamos de 30 moedas, com foco nos corredores em que a demanda institucional avançou mais rápido do que os trilhos tradicionais. Por trás do número, o que mudou de verdade foi a profundidade da liquidez e a qualidade do roteamento.

We have crossed 30 currencies supported, with a focus on corridors where institutional demand has outpaced traditional rails. Behind the headline number, what actually changed is the depth of liquidity and the quality of routing.

Por que o número de moedas, sozinho, é a métrica errada

Neste setor, o número de moedas que uma empresa lista quase não diz nada. Qualquer um consegue cotar uma moeda. O que importa é conseguir liquidar nela, em escala, com um spread competitivo frente às alternativas bancárias reais.

Nosso trabalho no último trimestre foi na segunda parte: levar as moedas de “listadas” para “líquidas em volume institucional, com spreads executados que podemos publicar”.

O que de fato melhorou

  • Mais liquidez nos corredores prioritários. Os corredores América Latina e EUA, América Latina e Ásia, e EUA e Ásia agora passam por pelo menos três fontes de liquidez independentes em cada par principal: bancos, formadores de mercado institucionais e pools on-chain.
  • Roteamento inteligente em produção. A camada de orquestração decide, a cada transação, onde está a melhor execução com base em volume, prazo e horário. Sem nenhuma ação do cliente.
  • Preço firme na cotação. Nos corredores com profundidade ao vivo, o preço cotado é o preço executado. Sem slippage na execução.
  • Operação 24/7. Todos os corredores atendidos liquidam a qualquer hora, inclusive fins de semana e feriados locais.

Os corredores em que focamos

Não tratamos todas as moedas da mesma forma. Nossos recursos seguem a demanda dos clientes, que está concentrada em três corredores:

CorredorPares representativosFluxos principais
América Latina e EUABRL/USD, MXN/USD, ARS/USD, COP/USD, CLP/USDPagamentos de importação, folha de pagamento, tesouraria
América Latina e ÁsiaBRL/USDT, MXN/USDT, BRL/HKDComércio de commodities, e-commerce, indústria
EUA e ÁsiaUSD/HKD, USD/SGD, USD/IDR, USD/PHPPagamentos a fornecedores, serviços digitais, fluxos no padrão de remessas

Se quiser comparar a Bloquo no seu corredor, peça nossos spreads executados históricos no seu volume típico de transação, em horário de pico e fora dele. Nós enviamos os dados. O desempenho real do corredor é a única forma honesta de avaliar uma infraestrutura de câmbio.

O que vem a seguir nas moedas

Nos próximos dois trimestres vamos ganhar profundidade (não amplitude) em três frentes: moedas do Sudeste Asiático, para corredores de serviços digitais e indústria; moedas da África Ocidental, para fluxos comerciais com a Europa e o Golfo; e moedas latino-americanas de segunda linha, em que os provedores atuais cobram de 300 a 600 pontos-base por fluxos que não têm motivo para ser negociados tão caro.

Why currency count, on its own, is the wrong metric

In this industry, the number of currencies a platform lists is almost meaningless. Anyone can quote a currency. What matters is whether you can settle in it, at scale, at a spread that is competitive with real bank alternatives.

Our work over the last quarter has been on the second part: moving currencies from "listed" to "liquid at institutional size, with executed spreads we can publish."

What actually improved

  • Deeper liquidity in priority corridors. LatAm to US, LatAm to Asia, and US to Asia corridors now route through at least three independent liquidity sources per major pair: banks, institutional market makers, and on-chain pools.
  • Smart routing in production. The orchestration layer now decides, per transaction, where the best execution sits based on size, tenor, and time of day. No client action required.
  • Firm pricing at quote. For corridors where we have live depth, the quote you see is the price you get. No slippage on fill.
  • 24/7 operation. All supported corridors settle around the clock, including weekends and local holidays.

The corridors we focus on

We do not treat every currency equally. Our resource allocation follows client demand, which is concentrated in three corridors:

CorridorRepresentative pairsPrimary flows
LatAm to USBRL/USD, MXN/USD, ARS/USD, COP/USD, CLP/USDImport payments, payroll, treasury
LatAm to AsiaBRL/USDT, MXN/USDT, BRL/HKDCommodity trade, e-commerce, manufacturing
US to AsiaUSD/HKD, USD/SGD, USD/IDR, USD/PHPSupplier payments, digital services, remittance-grade flows

If you want to benchmark Bloquo for your corridor, ask for our historical executed spreads at your typical transaction size, across both peak and off-hours. We will send the data. Real corridor performance is the only honest way to evaluate FX infrastructure.

What is next on the currency roadmap

Over the next two quarters we are adding depth (not breadth) in three places: Southeast Asian currencies for digital-services and manufacturing corridors, West African currencies for trade flows to Europe and the Gulf, and second-tier LatAm currencies where existing providers charge 300 to 600 basis points for flows that have no business trading that wide.

Compare o seu corredorBenchmark your corridor

Peça os spreads executados e a latência de liquidação históricos dos corredores que importam para o seu negócio. Nós enviamos os dados.Request historical executed spreads and settlement latency on the corridors that matter to your business. We will send the data.

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Um resumo mensal sobre infraestrutura em stablecoins, pagamentos internacionais e trade finance. Sem ruído e sem promoção.

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Atualizações de produto14 fev 20266 min de leitura

Apresentando a Bloquo Finance: uma camada de crédito on-chain para o comércio globalIntroducing Bloquo Finance: an on-chain credit layer for global trade

B
Equipe BloquoProdutoProduct

A Bloquo Finance transforma a liquidez parada nas operações institucionais com stablecoins em capital produtivo, direcionando-a para vaults tokenizados de trade finance lastreados em ativos reais. É aberta, combinável com outros sistemas e pensada desde o primeiro dia para contrapartes institucionais.

Bloquo Finance turns the idle liquidity sitting inside institutional stablecoin operations into productive capital, by routing it into tokenized trade finance vaults backed by real-world assets. It is open, composable, and designed from day one for institutional counterparties.

O problema que encontrávamos sempre

No primeiro ano de operação da infraestrutura institucional da Bloquo, surgiu um padrão. Os clientes que adotaram stablecoins para liquidação internacional passaram a manter saldos estruturais grandes em stablecoins para as necessidades da operação: pré-financiar corredores, amortecer variações cambiais, manter capital de giro para fornecedores. Essa liquidez cumpria seu papel, mas não rendia nada.

Ao mesmo tempo, empresas do outro lado da rede, como importadores esperando cartas de crédito, exportadores financiando estoque e PSPs precisando de capital de giro, sofriam com a falta de crédito de curto prazo lastreado em comércio. O sistema bancário tradicional oferece isso, de forma lenta e seletiva. Os trilhos em stablecoins poderiam, em princípio, oferecer mais rápido.

O que é a Bloquo Finance

A Bloquo Finance é uma camada de crédito e rendimento on-chain que funciona ao lado da infraestrutura principal de liquidação da Bloquo. Ela conecta dois lados:

  • Provedores de liquidez, que depositam stablecoins em vaults tokenizados e recebem rendimento de fluxos reais de trade finance.
  • Tomadores (importadores, exportadores e originadores de trade finance avaliados pela Bloquo), que acessam crédito de curto prazo lastreado em recebíveis comerciais reais.

Cada vault é estruturado em torno de corredores comerciais reais: contrapartes específicas, prazos específicos, garantias específicas. O rendimento vem de atividade econômica real, não de especulação.

Como funciona, na prática

EtapaO que aconteceQuem participa
1. OriginaçãoUm importador ou exportador avaliado origina um recebível comercial.Originador, time de crédito da Bloquo
2. TokenizaçãoO recebível vira um ativo on-chain, estruturado em um vault.Bloquo Finance
3. FinanciamentoProvedores de liquidez institucionais depositam stablecoins no vault.Provedores de liquidez, Bloquo Finance
4. PagamentoNa liquidação da operação comercial, as stablecoins retornam com rendimento.Originador, provedores de liquidez

Princípios do produto

  • Lastro real. Todo vault referencia ativos comerciais tangíveis e analisados. Nada de rendimento sintético.
  • Elegibilidade institucional. Controles de acesso e verificação KYB em cada vault. Não é um produto de varejo.
  • Combinável por definição. Os tokens dos vaults podem se integrar ao restante da tesouraria ou da operação de liquidação do cliente na Bloquo.
  • Desempenho transparente. Reporte on-chain da situação dos pagamentos, do valor patrimonial do vault e da exposição por corredor.

A Bloquo Finance é uma camada de produto separada da Bloquo VASP (Use Bloquo) e da Bloquo Infra (Build on Bloquo). Pense nela como a camada de rendimento e crédito que fica por cima da infraestrutura de liquidação, não como substituta dela.

Para quem é

Na primeira fase, estamos trazendo dois tipos de contraparte:

  1. Tesourarias corporativas e provedores de liquidez institucionais com saldos em stablecoins que querem rendimento de curto prazo lastreado em ativos reais, em vez de deixar a liquidez parada.
  2. Originadores de trade finance que querem financiar recebíveis com agilidade, sem o gargalo das linhas bancárias tradicionais.

Se você atua em um desses lados e quer ver as condições de cada vault, fale com a gente. Estamos sendo seletivos com o primeiro grupo, porque o objetivo é justamente que esses ativos tenham bom desempenho.

The problem we kept running into

Over the first year of operating Bloquo's institutional stack, a pattern emerged. Clients who adopted stablecoins for cross-border settlement ended up holding large, structural stablecoin balances to meet operational needs: pre-funding corridors, cushioning FX swings, holding working capital for suppliers. That liquidity was doing its job, but it was not earning anything.

At the same time, businesses on the other side of the network, importers waiting on letters of credit, exporters financing inventory, PSPs needing working capital, were starved for short-dated, trade-backed credit. The traditional banking system provides this, slowly and selectively. Stablecoin rails could, in principle, provide it faster.

What Bloquo Finance is

Bloquo Finance is an on-chain credit and yield layer that sits alongside the core Bloquo settlement stack. It connects two sides:

  • Liquidity providers who deposit stablecoins into tokenized vaults and earn yield from real trade finance flows.
  • Borrowers (importers, exporters, and trade-finance originators vetted by Bloquo) who access short-dated credit against real-world trade receivables.

Every vault is structured around actual trade corridors: specific counterparties, specific tenors, specific collateralization. Yield is generated by real economic activity, not by speculation.

How it works, concretely

StepWhat happensWho is involved
1. OriginationTrade receivable originated by a vetted importer or exporter.Originator, Bloquo credit team
2. TokenizationReceivable wrapped as an on-chain asset, structured into a vault.Bloquo Finance
3. FundingInstitutional liquidity providers deposit stablecoins into the vault.LPs, Bloquo Finance
4. RepaymentUpon settlement of the trade, stablecoins flow back with yield.Originator, LPs

Design principles

  • Real-world backing. Every vault references tangible, underwritten trade assets. No synthetic yield.
  • Institutional eligibility. Access controls and KYB checks at the vault level. Not a retail product.
  • Composable by design. Vault tokens can integrate with the rest of a client's treasury or settlement stack on Bloquo.
  • Transparent performance. On-chain reporting of repayment status, vault NAV, and corridor exposure.

Bloquo Finance is a separate product layer from Bloquo VASP (Use Bloquo) and Bloquo Infra (Build on Bloquo). Think of it as the yield and credit layer that sits on top of settlement infrastructure, not a replacement for it.

Who it is for

We are onboarding two types of counterparties in the first wave:

  1. Corporate treasuries and institutional LPs with stablecoin balances who want short-dated, real-asset yield instead of parking liquidity.
  2. Trade finance originators who want to fund receivables at speed, without the traditional bank-line bottleneck.

If you operate on either side and want to see vault-level terms, reach out. We are being selective with the first cohort because the whole point is that these assets perform.

Coloque suas stablecoins paradas para trabalharPut idle stablecoins to work

Conheça os vaults da Bloquo Finance, a documentação por corredor e os critérios de elegibilidade para provedores de liquidez institucionais.Explore Bloquo Finance vaults, corridor-level documentation, and eligibility criteria for institutional liquidity providers.

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TesourariaInternacional13 min de leitura

A economia real de um corredor internacionalThe real unit economics of a cross-border corridor

O seu CFO não quer ouvir que as stablecoins são mais rápidas e mais baratas. Ele quer o número. Este é o framework para montar o resultado real de um corredor internacional, com um exemplo calculado de BRL para USD em escala institucional.

Your CFO does not want to hear that stablecoins are faster and cheaper. They want the number. This is the framework for building the actual P&L of a cross-border corridor, with a worked BRL-USD example at institutional scale.

B
Guias Bloquoabr 2026

Os cinco componentes de custo de qualquer corredor

Todo fluxo internacional carrega a mesma estrutura de custos. Acertar a conta significa precificar cada componente separadamente, inclusive os que não aparecem na fatura.

  1. Tarifas de transferência e de rede. O custo explícito por transação.
  2. Spread cambial. O custo implícito embutido na taxa de conversão.
  3. Float e capital parado. O custo de oportunidade dos recursos em trânsito.
  4. Custo operacional. Conciliação, exceções, intervenção manual.
  5. Custo de compliance. Triagem, monitoramento, reporte, mensagens de Travel Rule.

Um resultado de corredor confiável precifica os cinco. Materiais de marketing raramente fazem isso.

Exemplo calculado: corredor BRL para USD, US$ 100 milhões de volume anual de saída

Considere um exportador ou provedor de pagamentos que envia US$ 100 milhões por ano do Brasil para os EUA, com tíquete médio de US$ 50.000 (2.000 transações por ano). Precificamos o fluxo tradicional e o fluxo em stablecoin no mesmo volume.

Trilho tradicional: bancos correspondentes via SWIFT

Componente de custoPremissaCusto anual
Tarifa de envio (origem)US$ 25 por envio × 2.000US$ 50.000
Tarifas de correspondentes e de recebimentoUS$ 15 por envio × 2.000US$ 30.000
Spread cambial (BRL→USD)1,5% sobre US$ 100 miUS$ 1.500.000
Custo do float (3 dias de trânsito em média)US$ 100 mi × (3/365) × 5% de custo de capitalUS$ 41.096
Custo operacional (exceções, conciliação)Equivalente a 0,1 pessoa em tempo integralUS$ 25.000
Compliance (triagem, reporte)Incluído nas tarifas bancáriasIncluído
Custo anual total~US$ 1.646.000
Custo total como % do volume1,65%

Trilho em stablecoin: entrada em BRL → transferência em USDC → saída em USD

Componente de custoPremissaCusto anual
Tarifa de entrada (BRL → BRZ/USDC)0,15% sobre US$ 100 miUS$ 150.000
Tarifas de rede / blockchain~US$ 0,50 por transferência × 2.000US$ 1.000
Spread cambial (BRL → USD via roteamento on-chain)0,25% sobre US$ 100 miUS$ 250.000
Tarifa de saída (USDC → USD)0,10% sobre US$ 100 miUS$ 100.000
Custo do float (2 minutos de trânsito em média)Desprezível~US$ 380
Custo operacionalEquivalente a 0,05 pessoa em tempo integral (mais automação)US$ 12.500
Compliance (Travel Rule, triagem)Incluído nas tarifas do VASPIncluído
Custo anual total~US$ 513.880
Custo total como % do volume0,51%

Resultado líquido

Cerca de US$ 1,13 milhão de economia anual sobre US$ 100 milhões de volume. Uma redução de 69% no custo total do corredor, 114 pontos-base economizados sobre o fluxo bruto e capital de giro liberado de dias de float.

De onde a economia realmente vem

A maioria das pessoas acha que a economia vem das tarifas de transferência. Não vem. Neste corredor, as tarifas de transferência somam US$ 80 mil de um custo total de US$ 1,65 milhão. A economia real está em dois lugares:

  • Compressão do spread cambial. De 1,50% para 0,25% = US$ 1,25 milhão economizado. Só isso responde por mais de 90% do ganho.
  • Liberação do float. Marginal em um único corredor, relevante em escala. Para uma tesouraria global que movimenta US$ 1 bilhão em fluxos parecidos, só a economia de float pode chegar a sete dígitos.
Em qualquer análise séria de corredor, se a linha de câmbio não for a maior linha de economia, a referência tradicional está sendo precificada errado.

Custos ocultos nos fluxos em stablecoin que análises sérias incluem

Um modelo rigoroso não finge que os fluxos em stablecoin são gratuitos. Considere:

  • Capital para risco de emissor. Se a sua política limita a exposição por emissor, pode ser necessário manter saldos de reserva, que têm um pequeno custo de oportunidade.
  • Custo de redundância de blockchain. Operar em duas blockchains (por resiliência) exige manter liquidez nas duas.
  • Custos de mensagens de Travel Rule. Em geral modestos, mas reais, principalmente com VASPs de menor volume.
  • Custo contábil da tesouraria. Saldos em stablecoin exigem nova lógica de conciliação, principalmente no primeiro ano.
  • Atrito na saída. As rampas de saída em alguns corredores podem ter limites de capacidade em picos de volume.

Esses itens costumam somar de 5 a 15 pontos-base ao fluxo em stablecoin. Ainda assim, uma ordem de grandeza abaixo da estrutura tradicional.

Quando a stablecoin não vence

Uma análise transparente precisa nomear os casos-limite:

  • Corredores de volume muito baixo, em que o custo de integração supera a economia. Abaixo de ~US$ 5 milhões de volume anual no corredor, a estrutura completa em stablecoin muitas vezes não se paga.
  • Fluxos limitados pelo beneficiário. Se a contraparte só aceita transferência tradicional em uma estrutura de conta específica, a economia não pode ser capturada antes.
  • Corredores muito profundos. USD-EUR em escala institucional já tem preço próximo de 10 a 20 pontos-base com bancos de primeira linha. A vantagem da stablecoin existe, mas é menor.
  • Restrições regulatórias. Algumas jurisdições ainda exigem caminhos específicos de liquidação local.

Como apresentar isso a um CFO

Quatro elementos fazem o argumento funcionar:

  1. Uma comparação real de custo total, não só de tarifas de transferência. Precifique cada componente.
  2. Em escala de volume. Apresente com o tamanho real do corredor, não com um cenário hipotético.
  3. Ajustada a risco. Inclua o custo do risco de contraparte, de desvio de paridade e operacional, para o CFO ver um número líquido defensável.
  4. Em fases. A maioria dos CFOs prefere um caminho de migração de 10% → 30% → 70%, com métricas de desempenho desde o início, a uma troca de uma vez só.

Conclusão

A narrativa de “mais rápido e mais barato” não resiste ao escrutínio de um CFO. A narrativa defensável é uma redução de 50 a 80 pontos-base no custo total do corredor, puxada sobretudo pela compressão do spread cambial e pela liberação do float, implantada em fases e com um framework de risco confiável. Esse é o número que move conversas institucionais.

The five cost components of any corridor

Every cross-border flow carries the same cost stack. Getting the economics right means pricing each component separately, including the ones that do not appear on an invoice.

  1. Wire / network fees. The explicit per-transaction cost.
  2. FX spread. The implicit cost embedded in the conversion rate.
  3. Float / trapped capital. The opportunity cost of funds in transit.
  4. Operational overhead. Reconciliation, exceptions, manual intervention.
  5. Compliance cost. Screening, monitoring, reporting, Travel Rule messaging.

A credible corridor P&L prices all five. Marketing materials rarely do.

Worked example: BRL-USD corridor, $100M annual outbound volume

Assume an exporter or payments provider sending $100M per year from Brazil to the US, with an average ticket of $50,000 (2,000 transactions per year). We price the traditional and stablecoin flows at the same volume.

Traditional rail: correspondent banking via SWIFT

Cost componentAssumptionAnnual cost
Wire fee (origination)$25 per wire × 2,000$50,000
Correspondent / lifting fees$15 per wire × 2,000$30,000
FX spread (BRL→USD)1.5% on $100M$1,500,000
Float cost (3-day avg transit)$100M × (3/365) × 5% cost of capital$41,096
Ops overhead (exceptions, reconciliation)0.1 FTE equivalent$25,000
Compliance (screening, reporting)Bundled in bank feesIncluded
Total annual cost~$1,646,000
All-in cost as % of volume1.65%

Stablecoin rail: BRL on-ramp → USDC transfer → USD off-ramp

Cost componentAssumptionAnnual cost
On-ramp fee (BRL → BRZ/USDC)0.15% on $100M$150,000
Network / chain fees~$0.50 per transfer × 2,000$1,000
FX spread (BRL → USD via on-chain routing)0.25% on $100M$250,000
Off-ramp fee (USDC → USD)0.10% on $100M$100,000
Float cost (2-minute avg transit)Negligible~$380
Ops overhead0.05 FTE equivalent (higher automation)$12,500
Compliance (Travel Rule, screening)Bundled in VASP feesIncluded
Total annual cost~$513,880
All-in cost as % of volume0.51%

Net result

Roughly $1.13M in annual savings on $100M in volume. A 69% reduction in total corridor cost, 114 basis points saved against gross flow, and working capital liberated from multi-day float.

Where the savings actually come from

Most people assume the savings come from wire fees. They do not. On this corridor, wire fees account for $80K out of $1.65M in total cost. The real savings sit in two places:

  • FX spread compression. 1.50% to 0.25% = $1.25M saved. This alone accounts for over 90% of the win.
  • Float release. Marginal on a single corridor, meaningful at scale. For a global treasury running $1B through similar flows, float savings alone could reach seven figures.
On any serious corridor analysis, if the FX line is not the largest savings line, the traditional benchmark is being priced wrong.

Hidden costs in stablecoin flows that serious analyses include

A rigorous model does not pretend stablecoin flows are free. Account for:

  • Issuer risk capital. If your policy limits exposure per issuer, you may need to hold buffer balances, which carry a small opportunity cost.
  • Chain redundancy cost. Running across two chains (for resilience) implies dual-liquidity staging.
  • Travel Rule messaging costs. Typically modest but real, especially across lower-volume VASPs.
  • Treasury accounting overhead. Stablecoin-denominated balances require new reconciliation logic, especially during the first year.
  • Exit friction. Off-ramps in certain corridors can face throughput ceilings at peak volume.

These typically add 5 to 15 basis points to the stablecoin flow. Still an order of magnitude below the traditional stack.

When stablecoin does not win

Transparent analysis requires naming the edge cases:

  • Very low-volume corridors where integration cost outweighs savings. Below ~$5M annual corridor volume, the full stablecoin stack often does not amortize.
  • Beneficiary-constrained flows. If the counterparty only accepts traditional wire into a specific account structure, the savings cannot be captured upstream.
  • Ultra-deep corridors. USD-EUR at institutional scale already prices close to 10-20 bps through tier-1 banks. The stablecoin advantage exists but is narrower.
  • Regulatory constraints. Certain jurisdictions still require specific local settlement paths.

How to present this to a CFO

Four elements make the case land:

  1. A real all-in cost comparison, not just wire fee comparison. Price every component.
  2. Volume-scaled. Present at actual corridor size, not hypothetical.
  3. Risk-adjusted. Include the cost of counterparty, depeg, and operational risk so the CFO sees a defensible net number.
  4. Phased. Most CFOs prefer a 10% → 30% → 70% migration path with early performance metrics over a binary switch.

Bottom line

The headline narrative of "faster and cheaper" dissolves under any CFO scrutiny. The defensible narrative is a 50-80 basis-point reduction in all-in corridor cost, driven overwhelmingly by FX spread compression and float release, phased in against a credible risk framework. That is the number that moves institutional conversations.

Modele o seu corredor com a BloquoModel your own corridor with Bloquo

Nosso time de tesouraria monta comparações de custo lado a lado com o seu volume, os seus corredores e as suas contrapartes reais. Sem premissas genéricas.Our treasury team builds side-by-side cost comparisons on your real volume, corridors, and counterparties. No generic assumptions.

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RiscoTesourariaRisco14 min de leitura

Framework de risco em stablecoins: emissor, perda de paridade, blockchain, smart contract e contraparteStablecoin risk framework: issuer, depeg, chain, smart contract, counterparty

O seu conselho vai perguntar. O seu comitê de risco já perguntou. Um framework de risco de stablecoins confiável organiza as exposições em cinco categorias claras, cada uma com seu conjunto de mitigações e sua frequência de monitoramento. Esta é a estrutura de referência.

Your board will ask. Your risk committee already has. A credible stablecoin risk framework organizes exposures into five clean categories, each with its own mitigation set and monitoring cadence. This is the reference structure.

B
Guias Bloquoabr 2026

As cinco categorias de risco

A maioria dos times de risco que começa com stablecoins dá peso demais a uma ou duas dimensões (em geral desvio de paridade e contrato inteligente) e deixa de lado os riscos operacionais que de fato causam perdas. Um framework completo cobre:

  1. Risco de emissor. O emissor quebra, as reservas são afetadas, o resgate fica bloqueado.
  2. Risco de desvio de paridade. O token é negociado fora da paridade, mesmo que temporariamente.
  3. Risco de blockchain. A blockchain de base falha, reorganiza blocos, censura ou para.
  4. Risco de contrato inteligente. O contrato do token ou o protocolo é explorado.
  5. Risco de contraparte. O seu VASP, custodiante, rampa ou provedor de liquidez quebra.

Cada um precisa da sua própria quantificação, dos seus próprios limites e do seu próprio monitoramento.

1. Risco de emissor

O que é

O risco de que a entidade que emite a stablecoin não consiga ou não queira honrar o resgate. É análogo ao risco do patrocinador de um fundo de money market ou ao risco de contraparte bancária, e é o risco mais relevante em termos de valor.

Incidentes históricos

  • USDC (março de 2023). A Circle mantinha ~US$ 3,3 bilhões das reservas do USDC no Silicon Valley Bank. Quando o SVB quebrou, o USDC perdeu a paridade por pouco tempo e chegou a US$ 0,88 antes de se recuperar. Sem perda permanente, mas um evento real de exposição de 48 horas.
  • Vários emissores menores quebraram completamente nos últimos cinco anos.

Mitigações

  • Diversificar entre emissores com bancos de reserva e jurisdições diferentes.
  • Definir limites de concentração (por exemplo, nenhum emissor acima de 40% das posições em stablecoins e nenhum banco de reserva acima de 20%).
  • Monitorar a composição das reservas e a qualidade dos custodiantes trimestralmente.
  • Manter relações de resgate já testadas com os emissores principais.

2. Risco de desvio de paridade

O que é

O token é negociado abaixo (ou acima) da paridade de US$ 1 no mercado secundário, mesmo que o resgate continue funcionando. Para uma instituição que marca posições a mercado, um desvio de 2% por 24 horas em uma posição de US$ 50 milhões representa US$ 1 milhão de perda não realizada.

Referências históricas

  • Stablecoins lastreadas em moeda fiduciária de primeira linha: menos de 10 pontos-base em mercados normais, de 50 a 100 pontos-base em momentos de estresse, pior registro de ~12% (USDC, março de 2023).
  • Stablecoins algorítmicas: modos de falha catastróficos. A TerraUSD caiu de US$ 1 para centavos em menos de uma semana em maio de 2022. Não incluir em frameworks institucionais.

Mitigações

  • Alertas de desvio de paridade em tempo real em todas as posições.
  • Limites de escalonamento definidos antes (por exemplo, 25 pontos-base = monitorar, 50 = reduzir, 100 = resgatar).
  • Hedge via operações de perpétuos ou de base para exposições relevantes.
  • Liquidez para conversão rápida em outras stablecoins ou em moeda fiduciária.

3. Risco de blockchain

O que é

A blockchain em que a stablecoin está passa por falha, reorganização de blocos, censura ou interrupção prolongada. A sua posição não desaparece, mas pode ficar inacessível ou temporariamente sem liquidação.

Referência por blockchain (início de 2026)

BlockchainMaturidadeIncidentes relevantesPostura institucional
EthereumMuito altaNenhuma reorganização relevante em mais de 3 anosPrincipal ambiente de liquidação
TronAltaCongestionamento ocasional da redeAmbiente secundário, forte para USDT
PolygonAltaProblemas periódicos de validadores, resolvidos rápidoCamada de liquidação de menor custo

Mitigações

  • Capacidade multiblockchain, com alternativa operacional em uma blockchain secundária.
  • Atenção à finalidade: confirmar a profundidade de blocos adequada antes de creditar os recursos.
  • Procedimentos de contingência para paradas prolongadas da blockchain.

4. Risco de contrato inteligente

O que é

Dois sub-riscos diferentes, muitas vezes confundidos:

  • Risco do contrato do token. O próprio contrato da stablecoin tem uma vulnerabilidade. Extremamente raro em emissores de primeira linha, cujos contratos são amplamente auditados e testados em produção há anos.
  • Risco de protocolo. Se os seus fluxos usam protocolos DeFi para roteamento ou liquidez (Curve, Uniswap, AMMs), esses protocolos têm seu próprio risco de exploração.

Mitigações

  • Usar apenas contratos de stablecoin com vários anos de histórico em produção.
  • No roteamento por pools on-chain, preferir contratos imutáveis, não atualizáveis e testados em produção.
  • Limitar a exposição a cada protocolo; definir tetos de concentração por protocolo.
  • Monitorar auditorias e divulgações de vulnerabilidades.

5. Risco de contraparte

O que é

Os parceiros operacionais da sua estrutura podem falhar: o seu VASP, custodiante, rampa de entrada, rampa de saída ou provedor de liquidez. É o risco menos modelado, porque parece procedimental, mas é onde acontece a maior parte das perdas operacionais reais.

Mitigações

  • Due diligence completa da contraparte, análoga à avaliação de contrapartes bancárias.
  • Redundância: pelo menos dois VASPs ou provedores de rampa por corredor principal.
  • Estruturas de segregação de ativos de clientes sempre que possível.
  • SLAs contratuais com penalidades financeiras por atraso na liquidação.

Juntando tudo: a estrutura da política

Uma política institucional de risco de stablecoins costuma ter as seguintes seções:

  1. Escopo e governança. Quem é dono da política, quem aprova os limites, frequência de revisão.
  2. Emissores aprovados. Lista, com justificativa e limites de concentração por emissor.
  3. Blockchains aprovadas. Lista, com justificativa e procedimentos alternativos.
  4. Contrapartes aprovadas. VASPs, custodiantes, rampas e provedores de liquidez, todos com nível e limites.
  5. Requisitos de monitoramento. Alertas de desvio de paridade, monitoramento de prova de reservas, saúde das blockchains, indicadores das contrapartes.
  6. Protocolo de escalonamento. Limites que disparam redução, resgate ou migração.
  7. Testes de estresse. Revisão trimestral de cenários: quebra de emissor, parada de blockchain, desvio de paridade severo.
  8. Reporte. Relatório trimestral de risco para a tesouraria e o conselho; reporte de exceções em tempo real.

As operações de tesouraria mais maduras hoje mantêm posições em stablecoins em pelo menos dois emissores, em pelo menos duas blockchains, com dois VASPs, e monitoram desvio de paridade e prova de reservas em tempo real. Menos do que isso é uma lacuna de governança, não uma economia.

Conclusão

Um framework de risco de stablecoins não serve para prever qual token vai falhar. Serve para garantir que nenhuma falha isolada (emissor, blockchain, contrato, contraparte) ameace a continuidade da operação. Diversificação, monitoramento e relações de resgate confiáveis são os controles centrais.

The five risk categories

Most risk teams new to stablecoins over-index on one or two dimensions (usually depeg and smart contract) and miss the operational risks that actually cause losses. A complete framework covers:

  1. Issuer risk. The issuer fails, reserves are impaired, redemption is blocked.
  2. Depeg risk. The token trades away from par, even temporarily.
  3. Chain risk. The underlying blockchain fails, reorgs, censors, or halts.
  4. Smart contract risk. The token contract or protocol is exploited.
  5. Counterparty risk. Your VASP, custodian, ramp, or liquidity provider fails.

Each needs its own quantification, its own limits, and its own monitoring.

1. Issuer risk

What it is

The risk that the entity issuing the stablecoin cannot or will not honor redemption. This is analogous to money market fund sponsor risk or bank counterparty risk, and is the most material risk on a dollar-weighted basis.

Historical incidents

  • USDC (March 2023). Circle held ~$3.3B of USDC reserves at Silicon Valley Bank. When SVB failed, USDC briefly depegged to $0.88 before recovery. No permanent loss, but a real 48-hour exposure event.
  • Various smaller issuers have failed entirely over the past five years.

Mitigations

  • Diversify across issuers with different reserve banks and jurisdictions.
  • Set concentration limits (e.g., no single issuer greater than 40% of stablecoin holdings, no single reserve bank greater than 20%).
  • Monitor reserve composition and custodian quality quarterly.
  • Maintain redemption-tested relationships with primary issuers.

2. Depeg risk

What it is

The token trades below (or above) its $1 peg in secondary markets, even if redemption remains intact. For an institution marking positions to market, even a 24-hour 2% depeg on a $50M position is a $1M unrealized loss.

Historical calibration

  • Top-tier fiat-backed stablecoins: sub-10 bps during normal markets, 50-100 bps during stress, worst recorded ~12% (USDC March 2023).
  • Algorithmic stablecoins: catastrophic failure modes. TerraUSD collapsed from $1 to pennies in under a week in May 2022. Do not include in institutional frameworks.

Mitigations

  • Real-time depeg alerts on all held positions.
  • Pre-defined escalation thresholds (e.g., 25 bps = monitor, 50 bps = reduce, 100 bps = redeem).
  • Hedging via perpetual or basis trades for significant exposure.
  • Liquidity for rapid conversion to alternate stablecoins or fiat.

3. Chain risk

What it is

The underlying blockchain on which the stablecoin lives experiences failure, reorg, censorship, or extended outage. Your position does not disappear, but it may become inaccessible or temporarily unsettled.

Calibration by chain (early 2026)

ChainMaturityNotable incidentsInstitutional posture
EthereumVery highNo major reorg in 3+ yearsPrimary settlement venue
TronHighOccasional network congestionSecondary venue, strong for USDT
PolygonHighPeriodic validator issues resolved quicklyLower-cost settlement layer

Mitigations

  • Multi-chain capability, operational fallback to a secondary chain.
  • Finality awareness: confirm appropriate block depth before crediting funds.
  • Contingency procedures for extended chain halts.

4. Smart contract risk

What it is

Two distinct sub-risks, often conflated:

  • Token contract risk. The stablecoin contract itself has a vulnerability. Extremely rare for top-tier issuers whose contracts are widely audited and battle-tested for years.
  • Protocol risk. If your flows use DeFi protocols for routing or liquidity (Curve, Uniswap, AMMs), those protocols carry their own exploit risk.

Mitigations

  • Use only stablecoin contracts with multi-year production history.
  • For routing via on-chain pools, prefer immutable, non-upgradeable, battle-tested contracts.
  • Limit exposure through any single protocol; set protocol concentration caps.
  • Monitor audit feeds and vulnerability disclosures.

5. Counterparty risk

What it is

The operational partners in your stack can fail: your VASP, custodian, on-ramp, off-ramp, or liquidity provider. This is the most under-modeled risk because it feels procedural, but it is where most real operational losses occur.

Mitigations

  • Full counterparty due diligence analogous to your bank counterparty review.
  • Redundancy: at least two VASPs or ramp providers per major corridor.
  • Segregated client asset structures where possible.
  • Contractual SLAs with financial penalties for settlement delays.

Putting it together: the policy outline

A working institutional stablecoin risk policy typically has the following sections:

  1. Scope and governance. Who owns the policy, who approves limits, review cadence.
  2. Approved issuers. Whitelist, with rationale and concentration limits per issuer.
  3. Approved chains. Whitelist, with rationale and fallback procedures.
  4. Approved counterparties. VASPs, custodians, ramps, liquidity providers, all with tier and limits.
  5. Monitoring requirements. Depeg alerts, proof-of-reserve monitoring, chain health feeds, counterparty KPIs.
  6. Escalation protocol. Trigger thresholds for reduction, redemption, or migration.
  7. Stress testing. Quarterly scenario review: issuer failure, chain halt, severe depeg.
  8. Reporting. Quarterly risk report to treasury and board; exception reporting real time.

Top-tier treasury operations now hold stablecoin positions across at least two issuers, on at least two chains, with two VASP relationships, and monitor depeg and proof-of-reserves in real time. Anything thinner is a governance gap, not a cost saving.

Bottom line

A stablecoin risk framework is not about predicting which token will fail. It is about ensuring no single failure (issuer, chain, contract, counterparty) threatens the continuity of operations. Diversification, monitoring, and credible redemption relationships are the core controls.

Infraestrutura em stablecoins com gestão de riscoRisk-aware stablecoin infrastructure

A Bloquo opera com blockchains redundantes, cobertura de vários emissores e marcos regulatórios completos. Nosso time de risco trabalha com o seu para estruturar uma política adequada à sua instituição.Bloquo operates with redundant chains, multi-issuer coverage, and full regulatory frameworks. Our risk team partners with yours to structure policy that fits your institution.

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Guias
ComplianceCompliance13 min de leitura

Travel Rule na prática: limites, mensageria e os casos que quebram o seu fluxoTravel Rule in practice: thresholds, messaging, and the edge cases that break your flow

A Travel Rule é a exigência de compliance que a maioria dos times de stablecoins subestima. A obrigação legal é simples. A realidade operacional não é. Este é o guia de campo que os times de compliance de fato usam.

The Travel Rule is the compliance requirement most stablecoin teams underestimate. The legal obligation is simple. The operational reality is not. This is the field guide compliance teams actually use.

B
Guias Bloquoabr 2026

O que a Travel Rule exige

Originada na Recomendação 16 do GAFI, a Travel Rule exige que os prestadores de serviços de ativos virtuais coletem e transmitam as informações do remetente e do beneficiário junto com as transações elegíveis entre entidades reguladas. O conjunto de informações costuma incluir:

  • Nome do remetente e identificador da conta (endereço da carteira).
  • Endereço físico do remetente, número de documento oficial ou data e local de nascimento.
  • Nome do beneficiário e identificador da conta.
  • Endereço físico do beneficiário ou identificador equivalente, em algumas jurisdições.

A regra existe para colocar as transferências de ativos virtuais no mesmo patamar das transferências bancárias, que seguem esse regime há muito tempo pelo Bank Secrecy Act e normas equivalentes.

As diferenças entre jurisdições que importam

JurisdiçãoLimiteAutoridadeParticularidades
Estados UnidosUS$ 3.000 (FinCEN); US$ 250 em propostaFinCENVale para MSBs; propostas mais rígidas em análise
UE (MiCA + TFR)Sem valor mínimo (todos os valores)EBA / reguladores nacionaisRegime mais rígido; vale desde o primeiro euro
BrasilAlinhado às orientações do GAFIBaCen / COAFMarco de VASP em operação em 2026
Hong KongHKD 8.000 (~US$ 1.000)SFCObrigatório para VASPs licenciados
Emirados Árabes UnidosAED 3.500 (~US$ 950)VARA / ADGMConjunto de dados específico definido em norma
SingapuraSGD 1.500 (~US$ 1.100)MASPelo PS Act

Todo fluxo internacional que passa por mais de uma jurisdição segue, por padrão, o regime mais rígido. Uma transação que sai da UE para os EUA precisa cumprir as exigências da UE, mesmo abaixo do limite americano.

O problema das mensagens

A exigência legal é trocar informações. A exigência prática é fazer isso de forma segura, confiável e em formato padronizado entre VASPs contrapartes que podem usar sistemas diferentes. Três protocolos de mensagens se consolidaram:

  • TRUST (Travel Rule Universal Solution Technology). Coordenado pela Coinbase, pela Anchorage e outros. Modelo de adesão centralizado.
  • OpenVASP / IVMS 101. Padrão de protocolo aberto, alinhado a um modelo de dados ISO. Forte adoção na Europa.
  • TRP (Travel Rule Protocol). Uma terceira alternativa amplamente adotada, suportada pela Fireblocks e por vários outros provedores de infraestrutura.

A maioria dos VASPs institucionais suporta pelo menos dois deles. Na prática, o protocolo escolhido precisa coincidir com o do VASP contraparte, o que orienta muitas decisões de roteamento.

Os três casos-limite que travam fluxos em produção

1. Transações com carteiras não custodiadas

A carteira da contraparte não é controlada por um VASP. A Travel Rule continua exigindo que o VASP de origem colete as informações do beneficiário, mas não existe um VASP contraparte para receber esses dados. Abordagens comuns:

  • Autodeclaração do remetente sobre a identidade do beneficiário (com verificação contínua).
  • Verificações de titularidade (por exemplo, teste Satoshi ou assinatura de mensagem).
  • Limites por jurisdição que definem quando transferências para carteiras não custodiadas são permitidas.

Algumas jurisdições (em especial partes da UE) propuseram limites diretos para transferências a carteiras não custodiadas acima de certos valores. Os times de compliance precisam manter a política atualizada por jurisdição.

2. Recebimento de um VASP que não cumpre a regra

O seu VASP recebe uma transferência de uma contraparte que não transmitiu as informações da Travel Rule, ou transmitiu informações incompletas. O VASP que recebe nem sempre consegue recusar em tempo real (a transação já está na blockchain), então a pergunta operacional é:

  • A sua política permite receber e manter em quarentena até obter as informações?
  • A sua política exige recusar ou devolver os recursos?
  • Você escala para uma análise de atividade suspeita?

VASPs sólidos mantêm listas ativas de VASPs contrapartes aprovados e falam diretamente com as contrapartes que não cumprem a regra para obter as informações antes de liberar os recursos ao cliente.

3. KYB entre VASPs

Na maioria dos regimes de Travel Rule, os VASPs precisam não só transmitir os dados, mas também verificar se a contraparte é um VASP legítimo. Isso significa due diligence de cada VASP com quem você troca mensagens. Na prática, isso cria um desafio operacional: o ecossistema de VASPs contrapartes é grande, muda o tempo todo e é fragmentado por região. Padrões que funcionam:

  • Classificação de risco das contrapartes por níveis.
  • Ferramentas compartilhadas de KYB (Notabene, diretório de VASPs da Sumsub etc.).
  • Uso da camada de verificação de contrapartes do próprio protocolo de mensagens.

Padrões operacionais que funcionam

  • Serviço único de Travel Rule. Em vez de desenvolver o suporte aos protocolos internamente, a maioria das instituições hoje usa um especialista (Notabene, Sumsub ou similar), integrado uma vez, que reúne vários protocolos em uma única API.
  • Compliance antes da transação. Leve a verificação da Travel Rule para antes: confirme o VASP contraparte e colete as informações exigidas antes da transação na blockchain, não depois. Isso evita quarentenas.
  • Minimização de dados por jurisdição. Colete só o que cada jurisdição exige; não colete a mais.
  • Triagem de sanções em tempo real. Os dados da Travel Rule alimentam diretamente a triagem de sanções. Se o remetente está em uma lista da OFAC, é a coleta de informações que sinaliza isso.
  • Conciliação trimestral. Revise a cada trimestre a completude dos dados de Travel Rule, as taxas de informação faltante e a cobertura de VASPs contrapartes.

Um VASP institucional bem operado mantém mais de 98% de completude de Travel Rule nas transações de saída e resolve 100% dos casos de informação faltante no recebimento em até 10 dias úteis. Os times que acompanham essas métricas com constância encontram e fecham lacunas mais rápido.

Conclusão

Cumprir a Travel Rule tem menos a ver com passar em uma auditoria e mais com manter um fluxo de produção que não trava. As operações mais fortes tratam a regra como parte integrada da experiência do cliente: antes da transação, independente de protocolo e ligada de perto à triagem de sanções e ao risco de contraparte.

What the Travel Rule requires

Originating from FATF Recommendation 16, the Travel Rule requires Virtual Asset Service Providers to collect and transmit sender and beneficiary information alongside qualifying transactions between regulated entities. The information set typically includes:

  • Originator name and account identifier (wallet address).
  • Originator physical address, official personal number, or date and place of birth.
  • Beneficiary name and account identifier.
  • Beneficiary physical address or equivalent identifier in some jurisdictions.

The rule exists to bring virtual asset transfers to parity with the wire transfer regime that has long been in place under the Bank Secrecy Act and equivalents.

Jurisdictional variation that matters

JurisdictionThresholdAuthorityKey specifics
United States$3,000 (FinCEN); $250 proposedFinCENApplies to MSBs; stricter proposals under review
EU (MiCA + TFR)No de minimis (all amounts)EBA / national regulatorsStrictest regime; applies from first euro
BrazilAligned with FATF guidanceBaCen / COAFVASP framework operational 2026
Hong KongHKD 8,000 (~$1,000)SFCBinding on licensed VASPs
UAEAED 3,500 (~$950)VARA / ADGMSpecific data set prescribed
SingaporeSGD 1,500 (~$1,100)MASUnder PS Act

Any cross-border flow that touches multiple jurisdictions defaults to the stricter regime. An EU-outbound transaction to the US must meet EU requirements even if below the US threshold.

The messaging problem

The legal requirement is to exchange information. The practical requirement is to do so securely, reliably, and in a standardized format across counterparty VASPs that may be using different systems. Three dominant messaging protocols have emerged:

  • TRUST (Travel Rule Universal Solution Technology). Coordinated by Coinbase, Anchorage, and others. Centralized membership model.
  • OpenVASP / IVMS 101. Open protocol standard aligned to an ISO data model. Strong adoption in Europe.
  • TRP (Travel Rule Protocol). A third widely adopted alternative, supported by Fireblocks and several other infrastructure providers.

Most institutional VASPs support at least two of these. The operational reality is that your chosen protocol must intersect with your counterparty VASP's chosen protocol, which drives many routing decisions.

The three edge cases that break flows in production

1. Unhosted wallet transactions

A counterparty wallet not controlled by a VASP. The Travel Rule still requires the originating VASP to collect beneficiary information, but there is no counterparty VASP to transmit to. Typical approaches:

  • Self-declaration by the sender of beneficiary identity (with ongoing verification).
  • Proof-of-ownership checks (e.g., Satoshi test, message signing).
  • Jurisdiction-specific thresholds for when unhosted transfers are permitted at all.

Some jurisdictions (notably parts of the EU) have proposed outright limits on transfers to unhosted wallets above certain amounts. Compliance teams must maintain current policy by jurisdiction.

2. Inbound from a non-compliant VASP

Your VASP receives a transfer from a counterparty that has not transmitted Travel Rule information, or has transmitted incomplete information. The receiving VASP cannot always reject in real time (the transaction is already on-chain), so the operational question is:

  • Does your policy permit receipt with quarantine until information is obtained?
  • Does your policy require rejection or return of funds?
  • Do you escalate to a suspicious activity review?

Strong VASPs maintain active counterparty VASP whitelists and engage directly with non-compliant counterparties to obtain information before releasing to the client.

3. VASP-to-VASP KYB

Under most Travel Rule regimes, VASPs must not only transmit data, but also verify that the counterparty is a legitimate VASP. That means counterparty due diligence on every VASP you message with. In practice this produces an operational challenge: the counterparty VASP ecosystem is large, evolving, and regionally fragmented. Working patterns:

  • Tiered counterparty risk rating.
  • Shared KYB utilities (Notabene, Sumsub VASP directory, etc.).
  • Reliance on the messaging protocol's own counterparty verification layer.

Operational patterns that work

  • Consolidated Travel Rule service. Rather than building protocol support in-house, most institutions now use a specialist (Notabene, Sumsub, or similar) integrated once, abstracting multiple protocols behind a single API.
  • Pre-transaction compliance. Move the Travel Rule check upstream: verify counterparty VASP and collect required information before the on-chain transaction, not after. This prevents quarantine events.
  • Data minimization by jurisdiction. Collect only what each jurisdiction requires; do not over-collect.
  • Real-time sanctions overlay. Travel Rule data feeds directly into sanctions screening. If the originator is on an OFAC list, the information collection is what flags it.
  • Quarterly reconciliation. Review Travel Rule data completeness, missing-information rates, and counterparty VASP coverage each quarter.

A well-run institutional VASP maintains >98% Travel Rule completeness on outbound transactions and resolves 100% of inbound missing-information cases within 10 business days. Teams that track these metrics consistently find and close gaps faster.

Bottom line

Travel Rule compliance is less about passing an audit and more about running a production flow that does not stall. The strongest operations treat it as an integrated piece of customer experience: pre-transaction, protocol-abstracted, and tightly linked to sanctions and counterparty risk.

Travel Rule resolvida em mais de 100 corredoresTravel Rule, handled across 100+ corridors

A camada de compliance da Bloquo integra as mensagens de Travel Rule (TRUST, OpenVASP, TRP) com a triagem de sanções e a verificação de VASPs contrapartes. O seu time herda um compliance pronto para produção desde o primeiro dia.Bloquo's compliance layer integrates Travel Rule messaging (TRUST, OpenVASP, TRP) with sanctions screening and counterparty VASP verification. Your team inherits production-grade compliance from day one.

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Guias
ComplianceRegulação14 min de leitura

O cenário de licenças VASP em 2026: Brasil, EUA, UE, Hong Kong, Emirados Árabes e SingapuraThe 2026 VASP license landscape: Brazil, US, EU, Hong Kong, UAE, Singapore

Obter uma licença de VASP não é uma decisão única. São dezenas de decisões, cada uma ligada a uma jurisdição com seu próprio escopo, exigências de capital, prazos e obrigações contínuas. Este é o mapa atual.

Getting a VASP license is not a single decision. It is a dozen decisions, each tied to a jurisdiction with its own scope, capital requirements, timeline, and ongoing obligations. This is the current map.

B
Guias Bloquoabr 2026

Por que a arquitetura de licenças importa

O seu conjunto de licenças define três coisas: quais clientes você pode atender, quais produtos pode oferecer e em quais trilhos pode operar. Um conjunto mal escolhido deixa capital preso em jurisdições onde não é possível crescer. Um conjunto bem escolhido vira uma vantagem competitiva difícil de copiar.

Brasil

Marco legal

A Lei 14.478/2022 estabeleceu a base legal. O Banco Central do Brasil (BaCen) é a principal autoridade para a atividade de VASP. O marco operacional de VASP vale a partir de 2026, com regras detalhadas publicadas em fases.

Escopo autorizado

  • Intermediação, custódia e transferência de ativos virtuais.
  • Integração com o PIX e com os trilhos de pagamento domésticos (essencial para fluxos em BRL).
  • Interação com o regime de câmbio: os operadores precisam se coordenar com o marco de eFX do BaCen.

Custo e prazo indicativos

O custo de licenciamento é moderado em relação aos EUA ou à UE; a estruturação completa de compliance costuma levar de 12 a 18 meses. As exigências de capital aumentam conforme o nível de atividade.

Valor estratégico

Essencial para qualquer instituição com fluxos relevantes em BRL. O mercado de câmbio anual de US$ 1,8 trilhão do Brasil e a adoção de stablecoins em rápido crescimento fazem dele uma das jurisdições individuais mais atraentes do mundo.

Estados Unidos

Marco legal

Os EUA têm um regime em várias camadas. Um VASP em geral precisa de:

  • Registro como MSB no FinCEN. Registro federal básico. Relativamente rápido e barato.
  • Licenças de Money Transmitter estado por estado (MTLs). Exigidas para operar na maioria dos estados individualmente. Em geral de 40 a 50 licenças para cobrir o país inteiro. Custo e tempo significativos.
  • BitLicense do NYDFS. O marco próprio de Nova York. Exigência alta, mas valiosa para clientes corporativos.
  • Trust charter. Algumas entidades (por exemplo, a Circle, com estrutura nas Bermudas e nos EUA) buscam o status de trust para produtos específicos.

Custo e prazo indicativos

Cobertura completa de MTLs em vários estados: de US$ 5 milhões a mais de US$ 20 milhões em custos jurídicos, seguros-garantia e capital, ao longo de 24 a 48 meses.

Valor estratégico

Indispensável para fluxos institucionais em USD em escala. A maioria das empresas de fora dos EUA entra por parcerias ou por subsidiárias ligadas a entidades já licenciadas.

União Europeia (MiCA)

Marco legal

O Regulamento dos Mercados de Criptoativos (MiCA) entrou plenamente em vigor em 2024-2025, criando um regime unificado na UE. As principais autorizações incluem:

  • Autorização de CASP (Crypto-Asset Service Provider). A licença central, equivalente à de VASP.
  • Autorização de emissor de EMT / ART (E-Money Token / Asset-Referenced Token). Para emitir stablecoins dentro da UE.
  • Passaporte. Um CASP autorizado em um estado-membro pode operar em todo o mercado único da UE por meio do passaporte.

Custo e prazo indicativos

Autorização de CASP em um estado-membro de referência (em geral França, Alemanha, Malta ou Irlanda): de 12 a 18 meses, com exigências de capital conforme a classe de atividade.

Valor estratégico

Uma única licença abre o mercado da UE, com 450 milhões de consumidores e ~US$ 17 trilhões de PIB. Muito atraente para empresas institucionais. A conformidade com o MiCA também funciona cada vez mais como um selo de qualidade global.

Hong Kong

Marco legal

Regime próprio de licenciamento de VASPs sob a SFC. Licenças distintas para atividades voltadas ao varejo e a investidores profissionais. Regime específico de stablecoins sob a Hong Kong Monetary Authority (HKMA) para emissão.

Custo e prazo indicativos

De 12 a 24 meses, com exigências relevantes de capital e de operação. Hong Kong se posicionou ativamente como polo cripto, e o regulador é construtivo, mas minucioso.

Valor estratégico

Porta de entrada para fluxos institucionais asiáticos, em especial o comércio ligado à China. Cada vez mais a jurisdição asiática preferida por emissores institucionais.

Emirados Árabes Unidos

Marco legal

Dois regimes principais:

  • VARA (Dubai Virtual Assets Regulatory Authority). Marco de VASP próprio e detalhado, para vários tipos de atividade.
  • ADGM (Abu Dhabi Global Market). Uma jurisdição de common law com marco próprio, supervisionado pela FSRA.

Custo e prazo indicativos

De 12 a 24 meses, com exigências de capital moderadas, conforme a classe de atividade.

Valor estratégico

Os Emirados estão se tornando um polo institucional relevante, atraente para fluxos dentro do Oriente Médio e Norte da África e, cada vez mais, para corredores africanos. O regime tributário e a agilidade regulatória são vantagens.

Singapura

Marco legal

Payment Services Act (PS Act), administrado pela Monetary Authority of Singapore (MAS). A licença de Digital Payment Token (DPT) é a equivalente à de VASP. A MAS está entre os reguladores mais rigorosos do mundo.

Custo e prazo indicativos

De 18 a 36 meses, com exigência alta de compliance.

Valor estratégico

Porta de entrada para fluxos do Sudeste Asiático e um sinal regulatório forte. Caminho de licenciamento mais lento do que Hong Kong ou os Emirados, mas uma referência de credibilidade institucional.

Os padrões estratégicos que as instituições de fato usam

Poucas instituições obtêm licenças em todas as jurisdições de uma vez. Três estratégias se repetem:

  1. Escolher uma sede e usar o passaporte. Ancorar o negócio em uma jurisdição (em geral o MiCA na UE, ou a combinação VARA e ADGM nos Emirados) e expandir por passaporte ou acordos de reciprocidade. Eficiente para negócios com foco regional.
  2. Vários polos. Montar entidades licenciadas em paralelo em dois ou três polos principais (em geral UE, EUA e Ásia) para atender diretamente clientes institucionais globais. Exige muito capital; adequado apenas para empresas de grande escala.
  3. Apoiar-se em um VASP já licenciado. Para instituições financeiras reguladas (bancos, PSPs, corretoras, fintechs) que já têm um perímetro de licença, o caminho mais rápido costuma ser usar a infraestrutura de VASP de um parceiro sob a própria licença. Esse é o desenho explícito do VASP as a Service: a instituição licenciada mantém a relação com o cliente, a marca e o seu perímetro regulatório, e herda a estrutura técnica.

Se o seu roteiro de licenças vai levar mais de 18 meses e o seu negócio não pode esperar, entrar nos trilhos em stablecoins por meio de um parceiro quase sempre é o primeiro passo certo. A opção de ter licença própria pode ficar para fases posteriores.

Comparativo

JurisdiçãoPrazo até a autorizaçãoCusto indicativo de estruturaçãoPerfil do regime
Brasil (VASP no BaCen)12 a 18 mesesModeradoEm formação, pragmático
EUA (MSB + MTLs + NYDFS)24 a 48 mesesMuito altoFragmentado, rígido
UE (CASP no MiCA)12 a 18 mesesAltoUnificado, rigoroso
Hong Kong (VASP na SFC)12 a 24 mesesAltoConstrutivo, minucioso
Emirados (VARA / ADGM)12 a 24 mesesModeradoPragmático, ágil
Singapura (DPT na MAS)18 a 36 mesesAltoEntre os mais rígidos do mundo

Conclusão

O mapa de licenças é fragmentado por natureza. A estratégia institucional tem menos a ver com colecionar licenças e mais com escolher o menor conjunto que destrava os seus corredores prioritários. Para a maioria das instituições, isso significa uma licença forte na sede, combinada com acesso a outras jurisdições por meio de parceiros com infraestrutura preparada para VASPs.

Why license architecture matters

Your license footprint determines three things: which clients you can onboard, which products you can offer, and which rails you can operate on. A badly chosen license stack leaves capital trapped in jurisdictions where you cannot scale. A good stack gives you a competitive moat.

Brazil

Framework

Law 14.478/2022 established the legal basis. Banco Central do Brasil (BaCen) is the primary authority for VASP activity. The VASP operational framework is live from 2026, with detailed rules published in phases.

Scope granted

  • Virtual asset intermediation, custody, and transfer.
  • Integration with PIX and domestic payment rails (critical for BRL-anchored flows).
  • FX regime interaction: operators must coordinate with BaCen's eFX framework.

Indicative cost & timeline

Licensing cost is moderate relative to the US or EU; full compliance build typically 12-18 months. Capital requirements scale with activity tier.

Strategic value

Essential for any institution with material BRL flows. Brazil's $1.8T annual FX market and rapidly growing stablecoin adoption make it one of the most attractive single jurisdictions globally.

United States

Framework

The US is a multi-layer regime. A VASP typically needs:

  • FinCEN MSB registration. Baseline federal registration. Relatively fast and inexpensive.
  • State-by-state Money Transmitter Licenses (MTLs). Required to operate in most states individually. Typically 40 to 50 licenses to cover the full country. Significant cost and time.
  • NYDFS BitLicense. New York's dedicated framework. High bar, but valuable for enterprise clients.
  • Trust charter. Some entities (e.g., Circle via Bermuda/US structure) pursue trust status for specific products.

Indicative cost & timeline

Full multi-state MTL coverage: $5M-$20M+ in legal, surety bonds, and capital, over 24-48 months.

Strategic value

Non-negotiable for institutional USD flows at scale. Most non-US players enter via partnerships or subsidiary structures with existing licensed entities.

European Union (MiCA)

Framework

The Markets in Crypto-Assets Regulation (MiCA) came into full effect in 2024-2025, providing a unified EU regime. Key authorizations include:

  • CASP (Crypto-Asset Service Provider) authorization. The core VASP-equivalent license.
  • EMT / ART (E-Money Token / Asset-Referenced Token) issuer authorization. For issuing stablecoins inside the EU.
  • Passporting. A CASP authorized in one member state can operate across the full EU single market via passporting.

Indicative cost & timeline

CASP authorization in a lead member state (often France, Germany, Malta, Ireland): 12-18 months, capital requirements scaled to activity class.

Strategic value

Single license unlocks the EU's 450M-consumer, ~$17T-GDP market. Highly attractive for institutional players. MiCA compliance also increasingly functions as a global quality signal.

Hong Kong

Framework

Dedicated VASP licensing regime under the SFC. Distinct VASP licenses for retail-facing and professional-investor-facing activities. Stablecoin-specific regime under the Hong Kong Monetary Authority (HKMA) for issuance.

Indicative cost & timeline

12-24 months, substantial capital and operational requirements. Hong Kong has actively positioned itself as a crypto hub and the regulator is constructive but thorough.

Strategic value

Gateway to Asian institutional flows, particularly for China-adjacent trade. Increasingly the preferred Asian jurisdiction for institutional issuers.

United Arab Emirates

Framework

Two primary regimes:

  • VARA (Dubai Virtual Assets Regulatory Authority). Dedicated, prescriptive VASP framework across multiple activity types.
  • ADGM (Abu Dhabi Global Market). A common-law jurisdiction with its own FSRA-supervised framework.

Indicative cost & timeline

12-24 months, moderate capital requirements, scaled by activity class.

Strategic value

UAE is emerging as a major institutional hub, attractive for intra-MENA flows and increasingly for African corridors. Tax regime and regulatory speed are advantages.

Singapore

Framework

Payment Services Act (PS Act), administered by the Monetary Authority of Singapore (MAS). A Digital Payment Token (DPT) license is the core VASP-equivalent. MAS is considered among the most rigorous regulators globally.

Indicative cost & timeline

18-36 months, high compliance bar.

Strategic value

Gateway to Southeast Asian flows and a strong regulatory signal. Slower licensing path than Hong Kong or UAE but a benchmark for institutional credibility.

Strategic patterns institutions actually use

Few institutions acquire licenses in every jurisdiction at once. Three recurring strategies:

  1. Pick a HQ, then passport. Anchor the business in one jurisdiction (often MiCA in the EU, or a VARA+ADGM combination in UAE), then extend via passporting or reciprocal MOUs. Efficient for regional-first businesses.
  2. Multi-hub. Build parallel licensed entities in two or three major hubs (typically EU + US + Asia) to serve global institutional clients directly. Capital-intensive; appropriate only for scale players.
  3. Partner on an existing licensed VASP. For regulated financial institutions (banks, PSPs, brokers, fintechs) that already hold a license domain, the faster path is often to leverage a partner's VASP infrastructure under their own license. This is the explicit design of VASP as a Service: the licensed institution keeps its client relationship, brand, and regulatory umbrella, while inheriting the technical stack.

If your license roadmap will take more than 18 months and your business cannot wait, a partner-based entry into stablecoin rails is almost always the right first move. Own-license optionality can be retained for later phases.

Comparative snapshot

JurisdictionTime to authorizationIndicative setup costRegime strength
Brazil (BaCen VASP)12-18 monthsModerateEmerging, pragmatic
US (MSB + MTLs + NYDFS)24-48 monthsVery highFragmented, strict
EU (MiCA CASP)12-18 monthsHighUnified, rigorous
Hong Kong (SFC VASP)12-24 monthsHighConstructive, thorough
UAE (VARA / ADGM)12-24 monthsModeratePragmatic, fast
Singapore (MAS DPT)18-36 monthsHighAmong the strictest globally

Bottom line

The license landscape is fragmented by design. Institutional strategy is less about collecting licenses and more about picking the minimum viable footprint that unlocks your priority corridors. For most institutions, that is one strong HQ license combined with partner-based access to other jurisdictions via a VASP-ready infrastructure.

Opere em mais de 100 países com um único parceiroOperate across 100+ countries through one partner

A estrutura regulatória da Bloquo preparada para VASPs (BaCen, MSB no FinCEN, ABRACAM ABT1, alinhada ao MiCA) dá a instituições licenciadas alcance imediato por meio do VASP as a Service.Bloquo's VASP-ready regulatory stack (BaCen, FinCEN MSB, ABRACAM ABT1, MiCA-aligned) gives licensed institutions instant reach through VASP as a Service.

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Um resumo mensal sobre infraestrutura em stablecoins, pagamentos internacionais e trade finance. Sem ruído e sem promoção.

Guias
PagamentosCâmbio e liquidez12 min de leitura

Qualidade de execução no câmbio: como comparar o spread do seu provedorFX execution quality: how to benchmark your provider's spread

Todo provedor de câmbio diz que seus spreads são apertados. Poucos clientes medem de fato. Se a sua instituição movimenta volumes relevantes de câmbio, medir a qualidade de execução é a disciplina de maior impacto em toda a operação de pagamentos.

Every FX provider says their spreads are tight. Few of their clients actually measure it. If your institution moves meaningful FX volume, execution quality measurement is the single highest-leverage discipline in the payments stack.

B
Guias Bloquoabr 2026

Spread cotado e spread executado

Três preços importam em qualquer operação de câmbio:

  • Taxa média de mercado de referência. O preço de referência do par de moedas no momento da operação, em geral de fontes como Refinitiv, Bloomberg ou um fornecedor de dados equivalente.
  • Preço cotado. O preço que o provedor mostra antes da execução.
  • Preço executado. O preço efetivamente aplicado quando a operação liquida.

A diferença entre a taxa média de mercado e o preço executado é o spread total que você pagou. Os provedores costumam divulgar a diferença entre a taxa média e o preço cotado. A medição institucional exige o valor executado.

TCA para câmbio, adaptada aos fluxos com stablecoins

A Análise de Custo de Transação (TCA) é uma disciplina madura em ações e câmbio institucionais. Aplicada ao câmbio internacional roteado por stablecoins, um framework útil acompanha:

  1. Spread frente à taxa média de mercado no momento da operação. Medido em pontos-base (bps) sobre o valor.
  2. Slippage. Diferença entre o preço cotado e o executado. Slippage contra o cliente é sinal de alerta, a não ser que seja raro.
  3. Impacto de mercado. Em tíquetes grandes, se a sua própria ordem moveu a taxa.
  4. Custo de oportunidade. Em execuções atrasadas, quanto a taxa se moveu entre a decisão e a execução.
  5. Custo total. Spread + slippage + tarifas, somados.

Para fluxos institucionais, um relatório de TCA adequado traz essas métricas agregadas por corredor, por provedor e por faixa de horário.

Spreads realistas por corredor (início de 2026)

Estas são faixas de ordem de grandeza de spreads executados em fluxos institucionais bem operados. Os seus números devem ser comparados a elas.

CorredorBanco tradicional (bps)Principais corretoras de câmbio (bps)Roteado por stablecoin (bps)
USD-EUR (principal, profundo)15-305-153-10
USD-BRL80-20040-12015-40
USD-MXN60-15030-8015-40
USD-JPY20-5010-255-15
USD-IDR (pouca liquidez)200-500100-30080-200
BRL-MXN (exótico)300-800200-500100-300

Repare que a coluna de stablecoin é mais estreita do que o preço dos bancos tradicionais, mas não é zero, principalmente nos corredores com pouca liquidez. Quem cota “perto da taxa média” em pares exóticos está vendendo abaixo do custo ou precificando errado.

Como estruturar a medição

Etapa 1: Registrar

Para cada operação de câmbio, registre:

  • Horário da cotação e horário da execução.
  • Taxa cotada e taxa executada.
  • Taxa média de mercado de referência nos dois horários.
  • Valor na moeda base e na moeda de cotação.
  • Corredor, contraparte e ambiente de liquidação (on-chain ou fora da blockchain).

Etapa 2: Comparar

Escolha uma fonte consistente de taxa média de mercado (a Refinitiv é o padrão institucional). Compare sempre com a mesma fonte e sempre pela mesma regra de horário de referência (por exemplo, o ponto médio entre compra e venda no momento da operação).

Etapa 3: Agregar

Produza relatórios mensais segmentados por:

  • Corredor (USD-BRL, USD-MXN, EUR-USD etc.).
  • Faixa de valor (até US$ 100 mil, de US$ 100 mil a US$ 1 milhão, de US$ 1 milhão a US$ 10 milhões, acima de US$ 10 milhões).
  • Horário e dia da semana (fluxos em stablecoin muitas vezes têm preço melhor fora do horário bancário tradicional).
  • Provedor (quando há mesas concorrentes).

Etapa 4: Agir

A TCA só tem valor se orientar decisões de roteamento. Conecte o resultado da TCA ao roteamento ao vivo: se o Provedor A executa USD-BRL de forma consistentemente mais apertada que o Provedor B por mais de 8 pontos-base, direcione o fluxo de USD-BRL para A.

Perguntas para fazer a qualquer provedor de câmbio

  • “Qual é o seu spread executado típico em USD-BRL para US$ 1 milhão?” Respostas aceitáveis são específicas. Respostas vagas são um alerta.
  • “Como vocês obtêm liquidez em corredores com pouca liquidez?” Só bancos, só formadores de mercado ou agregado. O agregado vence.
  • “Vocês oferecem cotação firme ou indicativa?” Firme é melhor, mas mais difícil; indicativa com faixas pequenas de slippage é aceitável.
  • “Qual é a disponibilidade dos preços ao vivo?” Fluxos institucionais precisam de preços ao vivo 24/7, não só em horário comercial.
  • “Vocês fornecem dados de TCA mensalmente?” Os bons já fazem isso.

Se a sua instituição ainda não faz TCA no câmbio, comece com uma métrica: o spread executado médio mensal frente à taxa média de mercado, por corredor. Um gráfico. Atualizado todo mês. Revisado no comitê de tesouraria. Essa única disciplina muda o comportamento dos provedores em um trimestre.

Conclusão

A qualidade de execução no câmbio é a linha que mais pesa no custo internacional, e a linha que a maioria das instituições não mede com rigor. Uma disciplina simples de TCA, aplicada com constância, revela economias reais e disciplina o preço dos provedores. É a melhoria de processo com maior retorno na maioria das operações de pagamento.

Quoted spread vs executed spread

Three prices matter in any FX trade:

  • Mid-market benchmark. The reference price for the currency pair at the time of the trade, typically sourced from Refinitiv, Bloomberg, or a comparable data vendor.
  • Quoted price. The price the provider shows you before execution.
  • Executed price. The price actually applied when the trade settles.

The difference between mid-market and executed is the all-in spread you paid. Providers typically market the difference between mid-market and quoted. Institutional measurement requires the executed figure.

TCA for FX, adapted for stablecoin-era flows

Transaction Cost Analysis (TCA) is a mature discipline in institutional equities and FX. Applied to stablecoin-routed cross-border FX, a usable framework tracks:

  1. Spread vs mid-market at trade time. Measured in basis points (bps) of notional.
  2. Slippage. Difference between quoted and executed. Positive slippage is a red flag unless rare.
  3. Market impact. For large tickets, whether your own order moved the rate.
  4. Opportunity cost. For delayed executions, what the rate moved between decision and fill.
  5. All-in cost. Spread + slippage + any fees, aggregated.

For institutional flows, a proper TCA report includes these metrics aggregated by corridor, by provider, and by time bucket.

Realistic spreads by corridor (early 2026)

These are order-of-magnitude executed spread ranges for well-run institutional flows. Your own numbers should be calibrated against these.

CorridorTraditional bank (bps)Top FX brokers (bps)Stablecoin-routed (bps)
USD-EUR (major, deep)15-305-153-10
USD-BRL80-20040-12015-40
USD-MXN60-15030-8015-40
USD-JPY20-5010-255-15
USD-IDR (thin)200-500100-30080-200
BRL-MXN (exotic)300-800200-500100-300

Note that the stablecoin-routed column is narrower than traditional bank pricing but not zero, especially in thin corridors. Anyone quoting "near mid-market" in exotic pairs is either loss-leading or priced wrong.

How to structure the measurement

Step 1: Capture

For every FX trade, log:

  • Timestamp at quote, timestamp at execution.
  • Quoted rate, executed rate.
  • Mid-market reference at both timestamps.
  • Notional size in both base and quote currency.
  • Corridor, counterparty, settlement venue (on-chain, off-chain).

Step 2: Benchmark

Pick a consistent mid-market source (Refinitiv is the institutional default). Always benchmark against the same source, and always at the same reference timestamp rule (e.g., midpoint of bid/ask at trade time).

Step 3: Aggregate

Produce monthly reports segmented by:

  • Corridor (USD-BRL, USD-MXN, EUR-USD, etc.).
  • Size bucket (under $100k, $100k-$1M, $1M-$10M, over $10M).
  • Time of day / day of week (stablecoin flows often show favorable pricing outside traditional banking hours).
  • Provider (when running competing desks).

Step 4: Act

TCA is only valuable if it drives routing decisions. Connect TCA output to live routing: if Provider A consistently executes USD-BRL tighter than Provider B by more than 8 bps, route USD-BRL flow to A.

Questions to ask any FX provider

  • "What is your typical executed spread on USD-BRL at $1M size?" Acceptable answers are specific. Vague answers are a flag.
  • "How do you source liquidity in thin corridors?" Bank-only, market-maker-only, or aggregated. Aggregated wins.
  • "Do you offer firm quotes or indicative?" Firm is better but harder; indicative with small slippage bands is acceptable.
  • "What is your uptime for live pricing?" Institutional flows need 24/7 live pricing, not business-hours only.
  • "Can you provide TCA data monthly?" The good ones already do this.

If your institution is not yet running TCA on FX, start with one metric: monthly average executed spread vs mid-market per corridor. One chart. Updated monthly. Review at treasury committee. That single discipline changes provider behavior within a quarter.

Bottom line

FX execution quality is the single line item most responsible for cross-border cost, and the single line item most institutions do not rigorously measure. A simple TCA discipline, applied consistently, surfaces real savings and disciplines provider pricing. It is the highest ROI process improvement in most payments stacks.

Câmbio transparente em mais de 30 moedasTransparent FX across 30+ currencies

A Bloquo publica mensalmente dados de TCA para cada cliente institucional, comparados à taxa média de mercado da Refinitiv. Sem spreads escondidos, sem surpresas.Bloquo publishes monthly TCA data for every institutional client, benchmarked against Refinitiv mid-market. No hidden spreads, no surprises.

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Um resumo mensal sobre infraestrutura em stablecoins, pagamentos internacionais e trade finance. Sem ruído e sem promoção.

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PagamentosInfraestrutura12 min de leitura

Orquestração de trilhos: como escolher entre SWIFT, PIX, SEPA, SPEI ou stablecoin a cada pagamentoRail orchestration: choosing SWIFT, PIX, SEPA, SPEI, or stablecoin per payment

O melhor pagamento nem sempre é o mais rápido. É o que usa o trilho certo para aquele fluxo específico. Times de pagamento modernos operam uma carteira de trilhos e orquestram entre eles. Este é o framework de decisão na prática.

The best payment is not always the fastest one. It is the right rail for the specific flow. Modern payments teams operate a portfolio of rails and orchestrate across them. This is the working decision framework.

B
Guias Bloquoabr 2026

O inventário de trilhos

Em 2026, uma operação institucional de pagamentos típica tem acesso a alguma combinação de:

  • SWIFT (camada de mensagens). Alcance global por meio de bancos correspondentes. Padrão para fluxos de alto valor, não urgentes ou definidos pela contraparte.
  • Fedwire. Transferência doméstica nos EUA no mesmo dia. Alto valor, definitiva.
  • ACH / FedNow (EUA). Em lote (ACH) ou em tempo real (FedNow). Custo menor, casos de uso específicos.
  • PIX (Brasil). Pagamentos em tempo real 24/7 dentro do Brasil. Gratuito no varejo, com modalidades institucionais disponíveis.
  • SPEI (México). Interbancário em tempo real, doméstico.
  • SEPA Instant (UE). Liquidação em 10 segundos em toda a zona do euro.
  • RTP (EUA). Rede de pagamentos em tempo real.
  • Trilhos em stablecoin. Internacionais, 24/7, programáveis.

Cada um tem características próprias de velocidade, custo, finalidade, alcance e aceitação pela contraparte.

Os oito fatores de decisão

  1. Geografia. As jurisdições de origem e destino reduzem as opções de trilho de imediato.
  2. Necessidade de velocidade. No mesmo dia, no mesmo minuto ou até o fim do dia.
  3. Sensibilidade a custo. Tamanho das tarifas e spreads em relação ao tíquete.
  4. Tamanho do tíquete. Tíquetes grandes aceitam trilhos diferentes dos pequenos.
  5. Necessidade de finalidade. Reversível ou irrevogável.
  6. Preferência da contraparte. Alguns recebedores só aceitam trilhos específicos.
  7. Horário de operação. O fluxo precisa rodar fora do horário comercial?
  8. Contexto regulatório. Alguns corredores exigem trilhos locais específicos.

Trilho a trilho: quando cada um vence

O SWIFT vence quando

  • A contraparte é uma grande empresa ou um banco que só aceita SWIFT.
  • O fluxo envolve comércio documentário (cartas de crédito, garantias), em que a mensagem SWIFT é o protocolo.
  • O corredor de destino não tem alternativa mais rápida e a contraparte não tem infraestrutura de carteira.

PIX, SPEI, SEPA Instant e FedNow vencem quando

  • O pagamento é dentro do mesmo país.
  • Velocidade e custo importam.
  • A contraparte tem uma estrutura de conta doméstica.

Os trilhos em stablecoin vencem quando

  • O fluxo cruza fronteiras.
  • A contraparte tem infraestrutura de carteira ou é atendida por uma rampa de saída.
  • A operação 24/7 importa (folha de pagamento no fim de semana, liquidação fora do horário).
  • A compressão do spread cambial tem valor.
  • A programabilidade tem valor (liberações condicionais, swaps atômicos, liquidações divididas).
  • O fluxo começa ou termina em um corredor de mercado emergente, em que os bancos correspondentes são lentos e caros.

Padrões híbridos usados por operações sofisticadas

Padrão 1: entrada por SWIFT, saída por stablecoin

Um provedor de pagamentos latino-americano recebe USD por SWIFT de uma empresa americana que exige trilhos bancários, converte em USDC e encaminha aos beneficiários locais em BRL ou MXN pelos trilhos instantâneos locais. Atende velocidade, custo e restrições da contraparte ao mesmo tempo.

Padrão 2: stablecoin primeiro, moeda fiduciária como alternativa

A rota principal é stablecoin para toda a liquidação internacional. O trilho em moeda fiduciária (SWIFT) fica como rota secundária, só para corredores ou contrapartes em que as stablecoins não são viáveis operacionalmente. A participação da stablecoin é medida todo mês e aumenta conforme a cobertura das rampas de saída melhora.

Padrão 3: swap atômico para o câmbio

Em pares de corredor (por exemplo, USD-BRL), duas stablecoins (USDC, BRZ) são trocadas de forma atômica na blockchain, eliminando o risco de contraparte durante o câmbio. O câmbio tradicional exigiria pré-financiar os dois lados ou aceitar 24 horas de exposição. Os swaps atômicos on-chain eliminam as duas coisas.

Padrão 4: trilho rápido doméstico + stablecoin no trecho internacional

O trecho internacional roda em stablecoin. O trecho doméstico de cada lado roda em PIX, SPEI ou SEPA Instant. Liquidação de ponta a ponta entre dois países em menos de um minuto.

O problema da orquestração

Operar uma carteira de trilhos não é só uma otimização de custo. É um desafio de engenharia e de operação. Um orquestrador de trilhos em produção precisa de:

  • Informações de disponibilidade dos trilhos em tempo real (o SEPA Instant está ativo para o banco dessa contraparte? a rota em stablecoin está congestionada?).
  • Lógica de roteamento que pese custo, velocidade, preferência da contraparte e compliance a cada pagamento.
  • Conciliação unificada: independentemente do trilho usado, a contabilidade fica consistente.
  • Consistência de compliance: KYC, sanções e Travel Rule valem em qualquer trilho.
  • Contingência: se o trilho principal falha, o secundário precisa assumir sem intervenção manual.

Construir isso internamente é um trabalho de engenharia considerável. A maioria das instituições conta com provedores de infraestrutura que reúnem a orquestração de vários trilhos em uma única API.

Árvore de decisão na prática

  1. O pagamento é doméstico? Se sim, use o trilho instantâneo local (PIX, SPEI, SEPA Instant, FedNow/RTP). Fim.
  2. A contraparte exige SWIFT? Se sim, use SWIFT. Fim.
  3. É fora do horário comercial? Se sim, o trilho em stablecoin costuma ser a única opção viável.
  4. O corredor é de mercado emergente? Se sim, use stablecoin por padrão, com trilho local na ponta final.
  5. O corredor é USD-EUR em escala institucional? Compare stablecoin e SWIFT via bancos de primeira linha; o vencedor depende das condições que você já negociou.
  6. Padrão: stablecoin no trecho internacional, trilho local na ponta final.

Operações sofisticadas acompanham a participação da stablecoin no volume internacional como métrica principal. Uma meta razoável em 2026 para uma operação multinacional é de 40% a 60% em 18 meses, ajustada por corredor conforme as contrapartes ficam prontas.

Conclusão

A escolha do trilho é uma decisão de cada pagamento, não uma política global. As instituições que estão ganhando em custo, velocidade e experiência do cliente operam uma carteira de trilhos e orquestram entre eles, usando stablecoins no internacional e trilhos instantâneos locais no doméstico, com o SWIFT reservado para casos definidos pela contraparte ou documentários. O orquestrador é a peça discreta de infraestrutura que faz tudo isso funcionar.

The rail inventory

As of 2026, a typical institutional payments stack has access to some combination of:

  • SWIFT (messaging layer). Global reach via correspondent banks. Default for high-value, non-urgent, or counterparty-driven flows.
  • Fedwire. Same-day domestic US wire. High value, final.
  • ACH / FedNow (US). Batch (ACH) or real-time (FedNow). Lower cost, specific use cases.
  • PIX (Brazil). 24/7 real-time payments within Brazil. Free at retail, institutional tiers available.
  • SPEI (Mexico). Real-time interbank, domestic.
  • SEPA Instant (EU). 10-second settlement across the eurozone.
  • RTP (US). Real-time payments network.
  • Stablecoin rails. Cross-border, 24/7, programmable.

Each has distinct characteristics in speed, cost, finality, reach, and counterparty acceptance.

The eight decision factors

  1. Geography. Origin and destination jurisdictions narrow the rail set immediately.
  2. Speed requirement. Same-day, same-minute, or end-of-day acceptable.
  3. Cost sensitivity. Scale of fees and spreads vs ticket size.
  4. Ticket size. Large tickets tolerate different rails than small ones.
  5. Finality needs. Reversible vs irrevocable.
  6. Counterparty preference. Some recipients only accept specific rails.
  7. Operational hours. Does the flow need to run outside business hours?
  8. Regulatory context. Some corridors mandate specific local rails.

Rail-by-rail: when each one wins

SWIFT wins when

  • The counterparty is a large corporate or bank that only accepts SWIFT.
  • The flow involves documentary trade (LCs, guarantees) where SWIFT messaging is the protocol.
  • The destination corridor has no faster alternative and the counterparty has no wallet infrastructure.

PIX, SPEI, SEPA Instant, FedNow win when

  • The payment is intra-country.
  • Speed and cost both matter.
  • The counterparty has a domestic account structure.

Stablecoin rails win when

  • The flow crosses borders.
  • The counterparty has wallet infrastructure or is served via an off-ramp.
  • 24/7 operation matters (weekend payroll, after-hours settlement).
  • FX spread compression is valuable.
  • Programmability is valuable (conditional releases, atomic swaps, split settlements).
  • The flow originates or terminates in an emerging-market corridor where correspondent banking is slow and expensive.

Hybrid patterns used by sophisticated operations

Pattern 1: Inbound SWIFT, outbound stablecoin

A Latin American payments provider receives USD via SWIFT from a US enterprise that insists on bank rails, then converts to USDC and routes onward to local beneficiaries in BRL or MXN via local instant rails. Captures speed, cost, and counterparty constraints simultaneously.

Pattern 2: Stablecoin-first, fiat fallback

Primary route is stablecoin for all cross-border settlement. Fiat rail (SWIFT) is held as secondary route only for corridors or counterparties where stablecoins are not operationally viable. Measured monthly and the stablecoin share is increased as off-ramp coverage improves.

Pattern 3: Atomic swap for FX

For corridor pairs (e.g., USD-BRL), two stablecoins (USDC, BRZ) are atomically swapped on-chain, eliminating counterparty risk during FX. Traditional FX would require either pre-funding both sides or accepting 24-hour exposure. On-chain atomic swaps remove both.

Pattern 4: Domestic fast rail + stablecoin cross-border

Cross-border leg runs stablecoin. Domestic leg on each side runs PIX, SPEI, SEPA Instant. End-to-end settlement across two countries in under a minute.

The orchestration problem

Running a portfolio of rails is not just a cost optimization. It is an engineering and operational challenge. A production rail orchestrator needs:

  • Real-time rail availability feeds (is SEPA Instant live for this counterparty bank? is the stablecoin route congested?).
  • Routing logic that weighs cost, speed, counterparty preference, and compliance per-payment.
  • Unified reconciliation: regardless of which rail ran, the accounting looks consistent.
  • Compliance consistency: KYC, sanctions, and Travel Rule apply regardless of rail.
  • Failover: if the primary rail fails, the secondary must route without manual intervention.

Building this in-house is substantial engineering work. Most institutions rely on infrastructure providers that abstract multi-rail orchestration behind a single API.

Working decision tree

  1. Is this payment domestic? If yes, use the local instant rail (PIX, SPEI, SEPA Instant, FedNow/RTP). Exit.
  2. Does the counterparty require SWIFT? If yes, use SWIFT. Exit.
  3. Is this outside business hours? If yes, stablecoin rail is usually the only viable option.
  4. Is the corridor emerging-market? If yes, default stablecoin rail with local rail for the last mile.
  5. Is the corridor USD-EUR at institutional size? Benchmark stablecoin against SWIFT via tier-1 banks; winner depends on your priced-in relationships.
  6. Default: stablecoin cross-border leg, local rail last-mile.

Sophisticated operations track stablecoin-share-of-cross-border-volume as a north-star metric. A reasonable 2026 target for a multinational operation is 40-60% within 18 months, dialed up by corridor as counterparty readiness allows.

Bottom line

Rail choice is a per-payment decision, not a global policy. The institutions winning on cost, speed, and client experience operate a portfolio and orchestrate across it, using stablecoin rails for cross-border and instant local rails for domestic, with SWIFT reserved for counterparty-driven or documentary cases. The orchestrator is the unglamorous piece of infrastructure that makes all of this work.

Orquestração de vários trilhos em uma única APIMulti-rail orchestration from a single API

A Bloquo roteia cada pagamento por SWIFT, PIX, SPEI, SEPA, Fedwire ou trilhos em stablecoin, com base em custo, velocidade e contraparte. Você opera em escala global com uma única integração.Bloquo routes every payment through SWIFT, PIX, SPEI, SEPA, Fedwire, or stablecoin rails based on cost, speed, and counterparty. You operate at global scale through one integration.

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ProdutoInfraestrutura13 min de leitura

Como estruturar uma operação de VASP com VASP as a ServiceArchitecting a VASP operation on VASP as a Service

Se você é um banco, PSP ou fintech regulado e quer oferecer serviços com stablecoins sob a sua própria licença e marca, a pergunta não é mais se vale construir. É o que construir internamente e o que herdar. Esta é a arquitetura de referência.

If you are a regulated bank, PSP, or fintech that wants to offer stablecoin services under your own license and brand, the question is no longer whether to build. It is what to build in-house and what to inherit. This is the reference architecture.

B
Guias Bloquoabr 2026

A decisão estratégica que vem antes da arquitetura

Instituições licenciadas chegam à infraestrutura em stablecoins com restrições diferentes das empresas que entram por meio de um VASP parceiro. Três perguntas definem cada escolha de arquitetura:

  1. Que cobertura de licença você já tem? Pagamentos, custódia, câmbio, trust: cada combinação define um escopo diferente que você pode oferecer sem novas licenças.
  2. Que parte da estrutura de fato diferencia a sua marca? Em geral: a experiência do cliente, a política de risco, o compliance regional. Raramente: a conectividade com as blockchains ou a infraestrutura central de custódia.
  3. Qual é o seu horizonte para entrar no ar? 3, 12 ou 24 meses mudam radicalmente a linha entre construir e contratar.

O VASP as a Service existe porque, para a maioria das instituições licenciadas, a resposta à pergunta 2 é “não a camada de infraestrutura” e a resposta à pergunta 3 é “o mais rápido possível”.

Os dois modelos de implantação

Modelo A: serviços com stablecoins dentro do seu produto atual

Você mantém a sua marca, o seu fluxo de cadastro e a experiência do seu produto. Adiciona funcionalidades com stablecoins (rampas de entrada e saída, câmbio, pagamentos) por trás da sua própria API. Os seus clientes nunca veem o parceiro de infraestrutura. Você estende o seu perímetro de licença sobre a estrutura do parceiro, preparada para VASPs, por meio de repasse contratual.

Quem costuma adotar: bancos digitais, provedores de folha de pagamento, plataformas de negociação, plataformas de pagamento B2B.

Modelo B: produto final com a sua marca

Você lança um produto novo ou uma submarca com foco explícito em stablecoins (por exemplo, um serviço de pagamentos internacionais). O front-end e a experiência podem ser seus ou baseados em modelos do parceiro. Chega ao mercado mais rápido do que o Modelo A puro para instituições sem times de produto digital.

Quem costuma adotar: bancos e corretoras tradicionais que estão entrando em stablecoins pela primeira vez.

A maioria das operações sérias acaba mais perto do Modelo A. O Modelo B é um começo rápido válido, mas a posição estratégica é mais fraca no longo prazo.

Os módulos centrais

Uma operação de VASP, qualquer que seja o modelo de implantação, se divide em sete módulos:

  1. Custódia e carteiras. Onde as stablecoins de fato ficam. Segmentação quente, morna e fria. Assinatura e gestão de chaves.
  2. Rampas de entrada e saída. Entrada e saída em moeda fiduciária, por moeda e por corredor. Integração com trilhos bancários (SWIFT, PIX, SPEI, SEPA, ACH).
  3. Câmbio e liquidez. Fontes de taxa, motor de preços, roteamento da execução.
  4. Orquestração de pagamentos. Roteamento entre vários trilhos, agendamento, lógica de nova tentativa.
  5. Compliance. KYC/KYB, triagem de sanções, Travel Rule, monitoramento de transações.
  6. APIs e painéis para clientes. O que os seus clientes ou times veem e integram.
  7. Conciliação, contabilidade e reporte. O back office que liga os fluxos em stablecoin ao seu razão contábil e aos reportes regulatórios.

O que manter e o que herdar

O padrão que se repete em dezenas de estruturações institucionais de VASP:

MóduloManter internamenteHerdar do parceiro
Custódia e carteirasSua governança e política de chavesInfraestrutura de custódia (MPC, HSMs, assinatura)
Rampas de entrada e saídaSuas relações bancárias para trilhos locaisCobertura de corredores e orquestração das rampas
Câmbio e liquidezPolítica de preços, modelo de margemFontes de liquidez, roteamento da execução
Orquestração de pagamentosLógica do produto, SLAsMotor de roteamento entre vários trilhos
ComplianceSeu KYC de clientes e política de riscoMensagens de Travel Rule, listas de sanções, análise on-chain
APIs e painéis para clientesA experiência do seu produtoAPIs da infraestrutura por baixo
Conciliação e contabilidadeA integração com o seu razãoDados on-chain, APIs de conciliação

Padrão de integração: API primeiro, orientado a eventos

Uma implantação de VASP as a Service bem desenhada oferece:

  • APIs REST para orquestração (criar transferência, cotar câmbio, iniciar rampa).
  • Webhooks para mudanças de estado (transferência confirmada, rampa concluída, alerta de compliance).
  • Fluxos contínuos de conciliação para atualizar o back office em tempo real.
  • SDKs nas linguagens mais comuns (TypeScript, Python, Java) para acelerar a integração.
  • Sandbox e corredores de teste com latências realistas para testes completos de integração.

O padrão de integração que funciona melhor: o seu time constrói uma camada fina de orquestração que envolve as APIs do parceiro e as traduz para o modelo de domínio do seu produto. O código do seu produto nunca fala direto com o parceiro.

Arquitetura de compliance com repasse

Quando uma instituição licenciada se conecta a um parceiro de VASP as a Service, a arquitetura de compliance fica em camadas:

  • A sua instituição é dona da relação com o cliente final, incluindo KYC/KYB e classificação de risco sob a sua licença.
  • O parceiro assume as funções de VASP contraparte: transmissão de Travel Rule, análise on-chain, triagem de sanções dos endereços na blockchain.
  • Monitoramento conjunto: as duas partes veem os mesmos dados de transação, cada uma com sua lente de compliance.
  • Divisão clara dos reportes regulatórios: a sua instituição envia as próprias comunicações de operações suspeitas; o parceiro envia os reportes no nível de contraparte, quando aplicável.

Uma arquitetura de compliance com repasse bem feita é documentada em um Acordo Operacional de Compliance, assinado antes de entrar no ar. Isso não é opcional.

Prazo típico até entrar no ar

FaseDuraçãoPrincipais entregas
0. Descoberta e escopo2 a 4 semanasEscopo do produto, lista de corredores, mapa de compliance, proposta de trabalho
1. Estrutura jurídica e de compliance4 a 8 semanasContrato principal, Acordo Operacional de Compliance, tratamento de dados
2. Integração técnica6 a 10 semanasSandbox ativo, fluxos principais integrados, corredores de teste de ponta a ponta
3. Homologação e ensaio de compliance3 a 4 semanasTestes conjuntos, Travel Rule, sanções, conciliação
4. Lançamento controlado2 a 4 semanasVolume real pequeno, conjunto controlado de corredores
5. Entrada completa no arcontínuoExpansão de corredores em fases

Prazo de ponta a ponta para uma instituição licenciada: de 4 a 6 meses entre o contrato assinado e a operação completa. Mais rápido do que qualquer construção interna; mais lento do que apresentações comerciais costumam sugerir.

Erros comuns

  • Tratar o parceiro como fornecedor, e não como co-operador de compliance. A arquitetura de Travel Rule e de sanções exige disciplina operacional conjunta.
  • Customizar demais a camada de orquestração. Cada customização vira manutenção futura. Fique perto das APIs padrão.
  • Investir pouco em conciliação desde o primeiro dia. Os dados on-chain são ricos, mas diferentes; integre-os ao seu razão de forma correta desde a primeira semana.
  • Lançar corredores demais de uma vez. Comece com dois corredores, prove a maturidade operacional e depois escale.
  • Não ter um dono de produto dedicado do seu lado. Parceiros conseguem integrar; não conseguem conduzir a experiência do seu cliente.

Entrada no ar mais rápida conhecida para uma instituição licenciada sobre infraestrutura de VASP as a Service: 11 semanas entre o contrato assinado e a primeira liquidação real. A mediana é de 5 a 6 meses. Se for proposto um prazo menor que 3 meses, examine com atenção.

Conclusão

A arquitetura vencedora para instituições licenciadas não é “construir tudo” nem “terceirizar tudo”. É uma separação clara: seja dono da relação com o cliente, do perímetro de licença, da experiência do produto e da política de risco. Herde a conectividade com as blockchains, as fontes de liquidez, as ferramentas de compliance e os trilhos de vários corredores. O VASP as a Service foi desenhado exatamente em torno dessa divisão.

The strategic decision before the architecture

Licensed institutions approach stablecoin infrastructure with a different set of constraints than businesses entering via a VASP partner. Three questions shape every architectural choice:

  1. What license coverage do you already hold? Payments, custody, FX, trust, and each combination implies different scope you can offer without new licensing.
  2. What part of the stack is truly differentiated for your brand? Usually: client UX, risk policy, regional compliance. Rarely: chain connectivity or core custody infrastructure.
  3. What is your go-live horizon? 3 months, 12 months, or 24 months radically changes the build-vs-buy line.

VASP as a Service exists because, for most licensed institutions, the answer to question 2 is "not the infrastructure layer" and the answer to question 3 is "as fast as possible."

The two deployment models

Model A: Embedded stablecoin services inside your existing product

You keep your brand, your onboarding flow, and your product UX. You add stablecoin capabilities (on/off-ramps, FX, payouts) as features behind your own API. Your clients never see the infrastructure partner. You extend your license umbrella over the partner's VASP-ready stack via contractual pass-through.

Typical adopters: digital banks, payroll providers, trading platforms, B2B payment platforms.

Model B: White-labeled end-user product

You launch a new product or sub-brand that is explicitly stablecoin-focused (e.g., a cross-border payments service). The full front-end and UX can be either yours or partner-templated. Faster to market than pure Model A for institutions without existing digital product teams.

Typical adopters: traditional banks and brokers entering stablecoin for the first time.

Most serious operations end up closer to Model A. Model B is a valid fast start, but the strategic position is weaker long term.

The core module stack

A VASP operation, whatever the deployment model, decomposes into seven modules:

  1. Custody and wallets. Where the stablecoins actually live. Hot/warm/cold segmentation. Signing and key management.
  2. On and off-ramps. Fiat entry and exit, per currency and per corridor. Bank rails integration (SWIFT, PIX, SPEI, SEPA, ACH).
  3. FX and liquidity. Rate sourcing, pricing engine, execution routing.
  4. Payments orchestration. Multi-rail routing, scheduling, retry logic.
  5. Compliance. KYC/KYB, sanctions screening, Travel Rule, transaction monitoring.
  6. Client APIs and dashboards. What your own customers or teams see and integrate with.
  7. Reconciliation, accounting, and reporting. Back office that ties the stablecoin flows to your ledger and regulatory reports.

What to own vs what to inherit

The experienced pattern, across dozens of institutional VASP builds:

ModuleKeep in-houseInherit from partner
Custody and walletsYour governance and key policyCustody infrastructure (MPC, HSMs, signing)
On/off rampsYour banking relationships for local railsCorridor coverage and ramp orchestration
FX and liquidityPricing policy, margin modelLiquidity sourcing, execution routing
Payments orchestrationProduct logic, SLAsMulti-rail routing engine
ComplianceYour client KYC and risk policyTravel Rule messaging, sanctions feeds, chain analytics
Client APIs and dashboardsYour product UXUnderlying infrastructure APIs
Reconciliation & accountingYour ledger integrationOn-chain data feeds, reconciliation APIs

Integration pattern: API-first, event-driven

A well-designed VASP as a Service deployment exposes:

  • RESTful APIs for orchestration (create transfer, quote FX, initiate ramp).
  • Webhooks for state changes (transfer confirmed, ramp completed, compliance hit).
  • Streaming reconciliation feeds for real-time back-office updates.
  • SDKs in common languages (TypeScript, Python, Java) for faster integration.
  • Sandbox and test corridors with realistic latencies for full integration testing.

The integration pattern that works best: your team builds a thin orchestration layer that wraps the partner's APIs and maps them to your product's domain model. Your product code never talks to the partner directly.

Compliance pass-through architecture

When a licensed institution plugs into a VASP as a Service partner, the compliance architecture is layered:

  • Your institution owns the end-client relationship, including KYC/KYB and risk tiering under your license.
  • Partner inherits counterparty VASP functions: Travel Rule transmission, on-chain analytics, sanctions screening of on-chain addresses.
  • Joint monitoring: both parties see the same transaction data through separate compliance lenses.
  • Clear division of regulatory reporting: your institution files its own SARs; partner files counterparty-level reports where applicable.

A clean pass-through compliance architecture is documented in a Compliance Operating Agreement, signed before go-live. This is not optional.

Typical go-live timeline

PhaseDurationKey outputs
0. Discovery & scoping2-4 weeksProduct scope, corridor list, compliance map, SOW
1. Legal & compliance framework4-8 weeksMSA, Compliance Operating Agreement, data processing
2. Technical integration6-10 weeksSandbox live, core flows integrated, end-to-end test corridors
3. UAT & compliance dry-run3-4 weeksJoint testing, Travel Rule, sanctions, reconciliation
4. Soft launch2-4 weeksSmall real volume, controlled corridor set
5. Full go-liveongoingPhased corridor expansion

End-to-end timeline for a licensed institution: 4 to 6 months from signed agreement to full go-live. Faster than any in-house build; slower than sales decks often imply.

Common pitfalls

  • Treating the partner as a vendor, not a compliance co-operator. The Travel Rule and sanctions architecture requires joint operational discipline.
  • Over-customizing the orchestration layer. Every customization becomes future maintenance. Stay close to standard APIs.
  • Under-investing in reconciliation from day one. On-chain data is rich but different; integrate it into your ledger properly from week one.
  • Launching too many corridors at once. Start with two corridors, prove operational maturity, then scale.
  • No dedicated product owner on your side. Partners can integrate; they cannot drive your client experience.

Fastest known go-live for a licensed institution on VASP as a Service infrastructure: 11 weeks from signed agreement to first live settlement. Median is 5 to 6 months. If a timeline shorter than 3 months is proposed, scrutinize it.

Bottom line

The winning architecture for licensed institutions is not "build everything" or "outsource everything." It is a clear separation: own your client relationship, license umbrella, product UX, and risk policy. Inherit the chain connectivity, liquidity sourcing, compliance tooling, and multi-corridor rails. VASP as a Service is designed precisely around this split.

Sua licença, sua marca, nossos trilhosYour license, your brand, our rails

O VASP as a Service dá a instituições licenciadas uma infraestrutura em stablecoins pronta para produção, com a marca delas, integrada em semanas, não em anos.VASP as a Service gives licensed institutions production-grade stablecoin infrastructure, white-labeled, integrated in weeks rather than years.

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Guias
ProdutoCâmbio e liquidez12 min de leitura

Captação de liquidez on-chain: como agregar market makers, bancos e pools on-chainOn-chain liquidity sourcing: aggregating market makers, banks, and on-chain pools

Câmbio profundo e com spread apertado raramente é resultado de um único provedor fazendo mágica. É resultado de uma agregação disciplinada entre três fontes de liquidez diferentes, cada uma com suas características. É assim que as melhores operações de pagamento de fato obtêm liquidez.

Deep, tight FX is rarely the product of one provider doing magic. It is the product of disciplined aggregation across three distinct liquidity pools, each with its own characteristics. Here is how the best payments operations actually source it.

B
Guias Bloquoabr 2026

As três fontes de liquidez

Toda execução de câmbio internacional acaba usando pelo menos uma de três fontes:

  1. Bancos e linhas de crédito de correspondentes. A liquidez tradicional de câmbio. Profunda nos pares principais, mais lenta em mercados emergentes, limitada ao horário comercial.
  2. Formadores de mercado dedicados e mesas de OTC. Empresas especializadas que transmitem cotações de forma contínua, em geral com spreads mais apertados que os bancos nos pares profundos e com capacidade de precificar pares exóticos quando os bancos não conseguem.
  3. Pools on-chain. Formadores de mercado automatizados (Curve, Uniswap) e pools dedicados de stablecoins, com cotação 24/7 direto na blockchain.

Boas operações usam as três. Operações excelentes direcionam cada operação, de forma dinâmica, para a fonte com a melhor execução naquele momento.

Fonte 1: bancos

Pontos fortes

  • Liquidez mais profunda em USD-EUR, USD-JPY e USD-GBP em escala institucional.
  • Liquidação natural em contas em moeda fiduciária.
  • Familiaridade regulatória.

Pontos fracos

  • O horário comercial reduz a disponibilidade nos momentos de pico de volume.
  • Pares de mercados emergentes (BRL, MXN, INR, IDR) muitas vezes têm pouca cotação fora do horário comercial local.
  • Os spreads embutem o custo de capital do próprio banco e da sua rede de correspondentes.

Fonte 2: formadores de mercado e mesas de OTC

Pontos fortes

  • Preços contínuos, muitas vezes 24/7.
  • Disposição para cotar pares exóticos e de liquidez média.
  • Spreads competitivos, graças a tecnologia especializada e estoque.
  • Cada vez mais formadores de mercado que cotam tanto em ambientes tradicionais quanto em pools de stablecoins.

Pontos fracos

  • O risco de contraparte exige due diligence real e limites de crédito.
  • A integração da liquidação é mais variada (alguns liquidam por bancos, outros por stablecoin).

Os melhores formadores de mercado institucionais do câmbio na era das stablecoins (Cumberland, Wintermute, Galaxy, B2C2, FalconX e outros) já transmitem preços de dezenas de pares de forma contínua.

Fonte 3: pools on-chain

Pontos fortes

  • Preço disponível 24/7, sem necessidade de crédito de contraparte na própria execução.
  • Liquidação atômica instantânea em trocas entre stablecoins.
  • Preço público e transparente.

Pontos fracos

  • O slippage cresce rápido em tíquetes grandes, exceto nos pools mais profundos.
  • O risco de contrato inteligente precisa ser gerido com listas de protocolos aprovados.
  • Alguns pools têm exposição a MEV (valor máximo extraível); fluxos institucionais usam roteamento privado para mitigar.

O 3pool da Curve e os pools estáveis USDC-USDT estão entre as fontes on-chain mais profundas do mundo para trocas entre stablecoins.

Quando cada fonte é a melhor

CenárioMelhor fontePor quê
USD-EUR, US$ 10 milhões ou mais, horário comercialBancos ou formadores de mercadoLiquidez natural mais profunda
USD-BRL, US$ 1 milhão, fora do horárioFormadores de mercado + on-chainBancos parcialmente fechados
Troca USDC-USDT, qualquer valorPools on-chainLiquidez on-chain mais profunda
BRL-MXN (exótico), US$ 500 milFormadores de mercadoEspecialistas cotam onde os bancos não cotam
USD-IDR (pouca liquidez), US$ 5 milhõesFormadores de mercado agregados + bancosUma fonte só não basta

Roteamento inteligente de ordens: como a agregação funciona na prática

Um agregador de liquidez em produção faz o seguinte em cada operação:

  1. Registra o par, o valor, a direção e a urgência.
  2. Consulta as cotações ao vivo de todos os bancos, formadores de mercado e pools on-chain conectados.
  3. Normaliza as cotações para uma base de custo total (incluindo custos de liquidação, tarifas on-chain e spread cambial).
  4. Avalia o slippage do valor proposto em cada ambiente.
  5. Divide a ordem entre ambientes se o custo agregado for melhor do que o de qualquer ambiente isolado.
  6. Executa, liquida e concilia em segundos.

Dividir uma ordem de US$ 5 milhões em USD-BRL, por exemplo, com 40% para um formador de mercado, 30% para um banco correspondente e 30% entre dois pools on-chain, pode superar o preço de qualquer ambiente isolado em 5 a 20 pontos-base, dependendo do corredor e do horário.

Hedge e gestão de estoque

Prover liquidez exige muito balanço. Um provedor que transmite cotações apertadas de USD-BRL precisa manter estoque relevante de BRL (ou BRZ), USD (ou USDC), ou dos dois, e fazer hedge desse estoque contra variações cambiais. Dois modelos se repetem:

  • Estoque líquido. Manter a posição e fazer hedge com contratos a termo de câmbio ou perpétuos on-chain.
  • Livro casado. Compensar cada operação de cliente com um hedge imediato correspondente. Risco menor, margem um pouco menor.

Para uma instituição que usa um parceiro de liquidez, a pergunta relevante não é qual modelo o parceiro usa, mas se a disciplina de hedge dele é forte o bastante para manter preços consistentes na volatilidade. Peça o histórico de spreads em momentos de estresse.

Como ficam os corredores com pouca liquidez, com e sem agregação

Sem agregação

Uma operação de US$ 1 milhão em BRL-MXN roteada por um único banco regional, em um corredor com pouca liquidez, pode:

  • Executar com spread de 300 a 500 pontos-base acima da taxa média de mercado.
  • Levar horas para compensar.
  • Correr o risco de execução parcial ou de confirmação atrasada.

Com agregação

A mesma operação, agregada entre dois formadores de mercado especializados e um pool on-chain, pode:

  • Executar com spread de 100 a 180 pontos-base.
  • Compensar em minutos.
  • Ter preço firme na cotação.

A diferença (muitas vezes de 100 a 300 pontos-base) é ganho puro de qualidade de execução para o cliente final.

A melhor forma de avaliar como um provedor de câmbio obtém liquidez é pedir os spreads executados históricos nos seus três principais corredores, em valores realistas, em horário de pico e fora dele. Um bom provedor envia isso todo mês. Um fraco desconversa.

Conclusão

Câmbio apertado não é uma promessa de preço, é uma disciplina de obtenção de liquidez. As instituições que entregam execução competitiva de forma consistente são as que operam uma camada de agregação real entre bancos, formadores de mercado dedicados e pools on-chain, com roteamento inteligente, estoque com hedge e reporte transparente. Essa é a infraestrutura por trás de toda operação de pagamentos confiável na era das stablecoins.

The three liquidity buckets

Every cross-border FX execution ultimately pulls from at least one of three sources:

  1. Banks and correspondent credit lines. Traditional FX liquidity. Deep in major pairs, slower in emerging markets, business-hour constrained.
  2. Dedicated market makers (MMs) and OTC desks. Specialist firms that stream quotes continuously, typically with tighter spreads than banks on deep pairs and the ability to price exotic pairs when banks cannot.
  3. On-chain pools. Automated market makers (Curve, Uniswap) and dedicated stablecoin pools, quoting 24/7 directly on-chain.

Good operations use all three. Great operations route each trade dynamically to whichever pool offers best execution at that moment.

Bucket 1: Banks

Strengths

  • Deepest liquidity in USD-EUR, USD-JPY, USD-GBP at institutional size.
  • Natural settlement into fiat accounts.
  • Regulatory familiarity.

Weaknesses

  • Business-hour windows reduce availability at peak volume times.
  • Emerging-market pairs (BRL, MXN, INR, IDR) often thinly quoted outside local business hours.
  • Spreads embed the bank's own cost of capital and correspondent network.

Bucket 2: Market makers and OTC desks

Strengths

  • Continuous pricing, often 24/7.
  • Willingness to quote exotic and mid-liquidity pairs.
  • Competitive spreads driven by specialized technology and inventory.
  • Increasing cross-venue market makers who quote both traditional and stablecoin pools.

Weaknesses

  • Counterparty risk requires real due diligence and credit limits.
  • Settlement integration is more varied (some settle via banks, some via stablecoin).

The best institutional MMs in stablecoin-era FX (Cumberland, Wintermute, Galaxy, B2C2, FalconX and others) now stream prices across dozens of pairs continuously.

Bucket 3: On-chain pools

Strengths

  • 24/7 always-on pricing, no counterparty credit required for the execution itself.
  • Instant atomic settlement for stablecoin-to-stablecoin swaps.
  • Public, transparent pricing.

Weaknesses

  • Slippage increases steeply on large tickets in all but the deepest pools.
  • Smart contract risk must be managed with protocol whitelists.
  • Some pools have MEV (maximum extractable value) exposure; institutional flows use private routing to mitigate.

Curve's 3pool and USDC-USDT stable pools are among the deepest on-chain sources of stablecoin-to-stablecoin liquidity in the world.

When each bucket is best

ScenarioBest bucketWhy
USD-EUR, $10M+, business hoursBanks or MMsDeepest natural liquidity
USD-BRL, $1M, after hoursMMs + on-chainBanks partially closed
USDC-USDT swap, any sizeOn-chain poolsDeepest on-chain liquidity
BRL-MXN (exotic), $500kMMsSpecialists price where banks do not
USD-IDR (thin), $5MAggregated MMs + banksSingle source insufficient

Smart order routing: how aggregation actually works

A production liquidity aggregator does the following for each trade:

  1. Capture the required pair, size, direction, and urgency.
  2. Query streaming quotes from all connected banks, MMs, and on-chain pools.
  3. Normalize quotes to an all-in basis (including settlement costs, on-chain fees, FX spread).
  4. Evaluate slippage for the proposed size at each venue.
  5. Split the order across venues if aggregate cost is better than any single venue.
  6. Execute, settle, and reconcile within seconds.

Splitting a $5M USD-BRL order across, say, 40% to an MM, 30% to a correspondent bank, and 30% across two on-chain pools can outperform any single venue's pricing by 5 to 20 bps, depending on corridor and time.

Hedging and inventory management

Liquidity provision is balance-sheet-intensive. A provider streaming tight USD-BRL quotes must hold meaningful inventory of BRL (or BRZ), USD (or USDC), or both, and hedge that inventory against FX moves. Two recurring models:

  • Net inventory. Hold position, hedge via FX forwards or on-chain perpetuals.
  • Matched book. Offset every client trade with a back-to-back hedge immediately. Tighter risk, slightly thinner margin.

For an institution using a liquidity partner, the relevant question is not which model the partner uses, but whether their hedging discipline is strong enough to price consistently under volatility. Ask for historical spread behavior during stress events.

What thin corridors look like with and without aggregation

Without aggregation

A $1M BRL-MXN trade routed through a single regional bank in a thin corridor might:

  • Execute at 300-500 bps spread over mid-market.
  • Take hours to clear.
  • Risk partial fill or delayed confirmation.

With aggregation

Same trade aggregated across two specialist MMs and one on-chain pool might:

  • Execute at 100-180 bps spread.
  • Clear in minutes.
  • Provide firm pricing at quote.

The difference (often 100-300 bps) is pure execution quality improvement for the end client.

The single best way to evaluate an FX provider's liquidity sourcing is to request historical executed spreads on your top three corridors, at realistic size, across both peak and off-hours. A good provider supplies this monthly. A weak one obfuscates.

Bottom line

Tight FX is not a pricing claim, it is a sourcing discipline. The institutions that consistently deliver competitive execution are the ones that operate a real aggregation layer across banks, dedicated market makers, and on-chain pools, with smart routing, hedged inventory, and transparent reporting. That is the infrastructure underneath every credible stablecoin-era payments operation.

Liquidez agregada em mais de 30 moedasAggregated liquidity, 30+ currencies

A Bloquo opera uma camada de liquidez unificada entre bancos, formadores de mercado institucionais e pools on-chain, com roteamento inteligente e reporte transparente da execução.Bloquo runs a unified liquidity layer across banks, institutional market makers, and on-chain pools, with smart routing and transparent execution reporting.

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